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Comissão de Direitos Humanos registra 23 mortos na Bolívia
Data: 18/11/2019

Confrontos entre apoiadores de Evo Morales e forças de segurança, na região de Cochabamba, tiveram também mais de 700 feridos

A Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH), ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), atualizou o número de mortos e feridos na Bolívia. Segundo a entidade, são pelo menos 23 mortos e 715 pessoas feridas contabilizados desde o início da crise política no país. CIDH - Comisión Interamericana de Derechos Humanos ? @CIDH ???? CIDH actualiza las cifras de víctimas en #Bolivia: desde ayer son 9 fallecidos y 122 heridos desde la represión combinada de la policia y fuerzas armadas. Se totaliza por lo menos 23 personas muertas y 715 personas heridas desde el inicio de la crisis institucional y política. https://twitter.com/cidh/status/1195495940859281409 … CIDH - Comisión Interamericana de Derechos Humanos ? @CIDH Respondendo a @CIDH CIDH instaló Sala Situacional (SACROI) e identificó que apenas al día de hoy hubo por lo menos 22 personas heridas, 5 personas fallecidas atingidas por balas y3 periodistas agredidos en ejercicio de su profesión durante intensa represión a las protestas sociales en #Bolivia (5/6) Ver imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no TwitterVer imagem no Twitter 2.278 21:13 - 16 de nov de 2019 Informações e privacidade no Twitter Ads 3.921 pessoas estão falando sobre isso Até sábado (16), eram 8 pessoas mortas e 122 feridos em confrontos entre apoiadores do ex-presidente Evo Morales e as forças de segurança nacional. Leia também: 'OEA também é responsável pelo golpe de Estado', diz Evo Morales Em sua conta no Twitter, a CIDH publicou um posicionamento sobre o uso da força pela polícia local e pelo exército contra a população. "A CIDH condena o uso excessivo de força por parte das forças de segurança nacional em Cochabamba. E lembra ao Estado a obrigação de assegurar o direito a vida e a integridade física de quem protesta pacificamente", publicou o perfil da entidade na rede social. Leia mais: Protestos bloqueiam estradas e povo faz fila por comida O ex-presidente Evo Morales, que estava no poder a quase 14 anos, renunciou ao cargo no dia 10 de novembro e está exilado no México. A instabilidade política no país começou após a OEA concluir que o resultado das eleições de 20 de outubro ter sido fraudado.

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