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5 coisas que explicam sucesso de 'La Casa de Papel', série não falada em inglês mais vista da Netflix
Data: 19/04/2018

Um enredo cheio de personagens ambíguos são uma das razões do sucesso da trama espanhola, segundo especialistas

Confirmado: os ladrões liderados pelo "Professor" já estão preparando novos golpes. A Netflix anunciou nesta quarta-feira que haverá uma terceira temporada de "La Casa de Papel" (A Casa de Papel). Segundo o serviço de streaming, a série espanhola é a mais assistida de língua não inglesa de sua história. A notícia de que haverá mais uma leva de episódios foi celebrada nas redes sociais, onde os milhões de seguidores da trama (rebatizada em "Money Heist", algo como "Roubo de Dinheiro", em inglês) haviam especulado durante dias se haveria uma continuação. Embora seus criadores dissessem que a série era um projeto de uma temporada dividida em duas partes, seu enorme e inesperado sucesso em vários países fez com que os planos mudassem. A ficção foi exibida pela primeira vez em 2017 em canal aberto de TV na Espanha, no qual teve audiência discreta. O sucesso viria quando a Netflix comprou a atração e a incluiu em seu cardápio de séries. Hoje, a trama tem fãs espalhados em países como Argentina, Brasil, Uruguai, França, Índia, Arábia Saudita e Turquia, entre outros. A máscara de Salvador Dalí usada pelos personagens chegou, inclusive, a virar mania em vários lugares. Esse sucesso fez com que a Netflix decidisse agora produzir as novas aventuras do grupo de ladrões – e anunciasse o feito na conta da série no Twitter. A terceira leva de episódios será exibida em 2019 e ainda não se sabe quais atores seguirão no elenco e nem como será a nova história. Até agora, o enredo da trama era era centrado no assalto à Casa da Moeda da Espanha, onde um grupo de ladrões apelidados com nomes de cidades do mundo tenta realizar um assalto multimilionário. Mas o que há de tão especial na série protagonizada por Berlim, Tóquio, Rio e companhia para ela ter alcançado tamanho sucesso? 1. O típico roubo que não é o que parece La Casa de Papel conta a história clássica de "um roubo perfeito" do ponto de vista dos ladrões. "Eles não estão apenas roubando para si, mas também estão dando um golpe (...) e um aviso para o sistema capitalista em que vivemos", disse Alejandro Bazzano, um dos diretores da série, ao jornal argentino La Nación. A peculiaridade desse roubo atrai grande parte do público, que por vezes encontra semelhanças com o que acontece em seus países. Na Argentina, por exemplo, diz o jornalista especializado em séries Marcelo Stiletano, também do La Nación, assaltar o lugar onde o dinheiro é fabricado desperta a simpatia em um país onde a desvalorização da moeda é um dos grandes símbolos de sua crise econômica. "Poderia ser o emblema de um questionamento do funcionamento econômico do país e uma necessidade, da ficção, de punir aqueles responsáveis pelos desastres que tornaram a Argentina cada vez mais pobre", diz Stiletano à BBC. O foco do enredo faz com que uma grande parte do público queira que o assalto se concretize, e não o contrário. E é por isso que a série chegou a causar polêmica em alguns países. Na Turquia, por exemplo, o ex-prefeito de Ancara Ibrahim Melih Gökçeh descreveu a obra como "um símbolo de rebeldia" que deveria ser alvo de intervenção "das autoridades policiais". 2. Os bandidos que não são tão ruins A primeira garantia de sucesso de La Casa de Papel está no desenvolvimento de seus protagonistas. "Como você sabe detalhes de suas histórias, você acaba se afeiçoando aos bandidos, porque vai descobrindo que eles não são tão ruins assim", analisa o produtor audiovisual argentino Patricio Rabuffetti, que trabalha na Espanha. O retrato ambíguo dos personagens faz com que ladrões como Tóquio, Moscou, Berlim ou Nairóbi – apelidos claramente inspirados nos nomes em código dos assaltantes do filme Cães de Aluguel (Branco, Azul...), de Quentin Tarantino – se tornem quase "justiceiros". Segundo Stiletano, "a simpatia de um vilão está na base de qualquer ficção de sucesso, como disse Alfred Hitchcock". As fraquezas, problemas e desventuras dos ladrões, que estabelecem relações com os diferentes reféns, acabam conquistando a empatia do público. "É mais fácil se identificar com eles do que com aqueles que supostamente representam a lei", afirma o jornalista. 3. Um filme em 15 capítulos La Casa de Papel é outro exemplo de série que, devido à sua qualidade, poderia perfeitamente ser exibida em um cinema. "Ela foi feita com um orçamento quatro ou cinco vezes menor do que seria o de um capítulo feito nos Estados Unidos, mas não deixa nada a desejar em termos de fotografia, roteiro, enredo... É muito bem feita", diz Rabuffetti. Segundo o produtor internacional, o roteiro mantém permanente tensão, intriga, suspense e até momentos de romance. "É uma mistura que realmente funciona." Os movimentos de câmera característicos, a luz e a trilha sonora ajudam a série a ter um ritmo acelerado (a adaptação feita para a Netflix encurtou a duração dos episódios para ter mais capítulos) e faz com o que o espectador fique ligado na trama. Outras coisas consideradas acertos na série: o uso de elementos únicos e distintos, como as máscaras de Salvador Dalí ou os macacões vermelhos utilizados pelos ladrões durante o roubo. 4. Ritmo ideal para uma plataforma de streaming Mesmo com essas qualidades apontadas pelos especialistas, surpreende que La Casa de Papel não tinha sido um sucesso de audiência quando foi exibida pela primeira vez na TV aberta da Espanha. Para os críticos, isso aconteceu porque o desenvolvimento de seu enredo, quase em tempo real, se encaixa melhor com a nova maneira de assistir à ficção por meio de plataformas de streaming como a Netflix. "O espectador segue a ação com essa sensação de tempo real adquirida com o hábito de consumo dessas plataformas, nas quais você pode ver todas temporadas de uma série de uma vez, e não apenas um único capítulo", diz Stiletano. O produtor Rabuffetti acrescenta que os "intervalos comerciais de 12 ou 15 minutos" da televisão tradicional não ajudaram o público a seguir uma série com o ritmo frenético de La Casa de Papel quando ela foi ao ar na Espanha. "Eu diria que, se uma série como House of Cards tivesse sido vista na TV aberta, ela também teria passado despercebida." 5. A nova percepção da América Latina sobre a ficção espanhola Rabuffetti também destaca o bom momento pelo qual passa a indústria de ficção da Espanha após o sucesso de outras séries como Velvet ou Grand Hotel e a alta demanda que existe por seus produtos também na América Latina. O profissional afirma já passou o tempo em que boa parte do público latino não ficava à vontade ouvindo no cinema ou na TV o sotaque característico do espanhol falado na Espanha. "Por causa do prestígio que merecidamente as séries espanholas estão desfrutando, hoje não há resistência para vê-las", diz ele. Outro fator que contribui para o sucesso de La Casa de Papel é a escalação do elenco, com vários talentos espanhóis, como Álvaro Morte, Itziar Ituño, Alba Flores e Úrsula Corberó, que eram até então desconhecidos por grande parte do público internacional. BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

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Data: 19/04/2018

Prestes a estrear um programa aos domingos na Band, Datena fala do novo desafio e do susto que deu nos colegas de emissora

Há duas semanas, José Luiz Datena, 60 estava tomando café com os colegas de Band na lanchonete da emissora. Foi aí que o ex-jogador Neto, apresentador da emissora, veio brincando e deu uma espécie de mata-leão em Datena, que já não estava se sentindo legal. Datena então avisou que estava com falta de ar, pouco antes de desmaiar na frente dos amigos. O apresentador foi socorrido na emissora, e acordou com todo mundo chorando e dizendo que podia ser o princípio de infarto. "Pensei: 'Logo agora, que estou tão feliz, que vou fazer o programa que tanto sonhei. Não posso morrer...", disse Datena. Enquanto Neto e o motorista da ambulância choravam (Datena se diverte contando o episódio), ele só pensava no programa e logo percebeu que não estava tendo um infarto coisa nenhuma. "Quebrei duas costelas na queda, mas minha saúde está boa", conta. "O pior era todo mundo chorando achando que eu ia morrer", se diverte. As costelas ainda doem, mas nada impedirá Datena de estrear o programa "dos seus sonhos", o dominical "Agora é com Datena”, que entra no ar próximo domingo (25), às 15h, na Band. A atração mistura música, entrevistas polêmicas, conversas com políticos, show de calouros, diversão, jornalismo ao vivo e um game show eletrizante. Em entrevista, Datena conta do susto que deu nos colegas, da briga com o dono do Ibope, da saída do "Brasil Urgente", cutuca políticos. Ele ainda fala de Silvio Santos, Faustão e do novo desafio aos domingos. É muito diferente para você deixar o jornalismo policial e partir para o entretenimento? Datena - A minha carreira foi muito marcada pelo "Cidade Alerta" e o "Brasil Urgente". Mas eu comecei no esporte, com humor. Não queria fazer polícia, mas foi o que sobrou para mim. Sempre fui do esporte , coisas que o "Casseta & Planeta" fez depois. Era a antítese do que acabei fazendo no resto da minha carreira. Mas ou eu fazia o jornalismo policial ou eu perdia o emprego (risos). Mas sempre gostei de entretenimento. Como você vai tratar política no programa? Como sempre fiz. Eu tenho programa de rádio que eu entrevisto todos os políticos. Todo mundo vai lá falar. Sou filiado, mas nunca tive atividade partidária, fui convidado, mas não saí candidato. O lance é tratar política com verdade. Não vou fazer programa alienado não. Sempre me chamaram de sensacionalista. Eu dizia lá atrás que o crime organizado estava se infiltrando na política. Acho que fui até pouco visionário. Eu estava certo. Como você vê a dura concorrência que vai enfrentar aos domingos? As pessoas vão levar um susto ao me ver de forma diferente. Estou me divertindo e quero que todos se divirtam também. O programa tem quanto tempo de duração? PublicidadeFechar anúncio Seis horas. Não é muito (risos). Eu faço todo dia programa de três horas falando de enchente, ventania. Com conteúdo então, fico até dez horas no ar. Você proibiu conteúdo de mau gosto no programa? Pode até ser que dei alguma escorregada com isso ao longo da minha carreira, mas nunca gostei de fazer conteúdo de mau gosto. E não quero isso no programa. Uma das questões que sempre tratei foi de segurança pública, e essa ainda é nossa maior preocupação no país. Uma coisa é segurança pública, outra é conteúdo apelativo. O que você acha de concorrer aos domingos com Silvio Santos, Rodrigo Faro, Eliana, Faustão? É uma honra. O Fausto é meu amigo. Como pizza na casa dele. Espero que ele continue me convidando agora. Adoro o Faro, a Eliana, e o Silvio é um mestre. Sabe que ele tentou me levar para o SBT, duas vezes. Quase fui. O patrão não demite você na hora que ele quer? Então, eu demito os patrões! (risos). Cheguei a ir na casa do Silvio, conversamos por horas. Na época eu tinha uma multa de rescisão muito grande. Ele disse que eu deveria chamar "Detran" e não "Datena", de tanta multa que eu tinha. (risos). Mas a Band acabou me oferecendo uma boa grana, e eu fiquei. Eu com uma caneta na mão sou um perigo. Meu advogado diz que tenho de andar com lápis, que aí assino as coisas e dá para apagar! (risos) Como você se preparou para o programa? Tudo o que fiz na vida me preparou para chegar até aqui. Eu sonhava com esse programa... Fiquei chateado que quando sofri agora esse acidente, eu cai, desmaiei... O que aconteceu? O Neto (ex-jogador e apresentador da Band) é muito brincalhão. Ele veio por trás e apertou meu pescoço como se fosse me dar um mata-leão. Só que eu estava com falta de ar. Aí caí, desmaiei. Acordei de pernas para o ar com todo mundo me olhando. Quando fui levantar, senti uma dor no peito. O salvamento foi impressionante. O Samu seria melhor... O motorista chorava, o Neto chorava e dizia :"Não me abandona meu irmão, não morra...", acho que ele estava com medo de ter me matado (risos). Aí entra o médico, e nome do cara era 'Pinto'. Quando o dr. Pinto entrou eu pensei : "Morri". Não tive infarto. A dor no peito foi da queda em que quebrei as costelas. Estou tomando remédios para superar a dor das costelas. Mas estou bem de saúde. O jornalismo ao vivo vai ter espaço no programa? O Zé Simão diz que sou o Galvão Bueno das enchentes. Se tiver enchente no domingo, coitado do Faustão... (risos) Também adoro o Faro (Rodrigo). O conheci em uma viagem e ele tratou minha família com tanto carinho... Eu fiquei apaixonado por ele, mas acho que minha mulher ficou mais (risos)... E eu sou o bêbado dessa história. Estou entrando no domingo agora. De vez em quando o bêbado acerta um... Estou com a pretensão de fazer o meu trabalho, não quero derrubar ninguém. São meus amigos...Eu tenho muita experiência de apresentar ao vivo...Enchente, então, eu entendo mais que São Pedro (risos). Se acontecer algo importante eu derrubo tudo e entro ao vivo. E os caras vão suar... Já no entretenimento eu não sou melhor que eles... Se o programa não der certo, você voltaria a fazer o 'Brasil Urgente'? Não, não faria mais. Toda a contribuição que eu poderia dar para esse tipo de jornalismo eu já dei. Na vida você tem de ter um plano B, eu já pedi para a Band que se esse programa de domingo não der certo eu quero fazer um 'talk-show'. Mas há vida além de tudo isso aqui. Se não der certo, não deu. Já me ferrei tanto e estou ainda aqui...Agora, não volto ao 'Brasil Urgente', o Joel (filho de Datena) está muito bem lá. Quando meu filho me disse que tinham convidado ele para fazer o programa, eu disse: 'Não Faz', não vale a pena. É um conteúdo muito pesado... Você vai ficar de olho no Ibope? Sabe que não olho para câmera pois peguei esse costume de olhar para os lados da época em que ficava vendo os monitores no estúdio, enquanto apresentava. Olhava o que cada emissora estava passando no horário, e via o Ibope minuto a minuto. Não confio nesse Ibope minuto a minuto. É um desserviço. Na época do Carlos Augusto Montenegro (presidente do Ibope) então, era pior. Sabe que uma vez quase bati nele? Marcaram um almoço e fui eu e o Kajuru (Jorge) almoçar com o Montenegro. Discuti com ele, brigamos. Quase bati no dono do Ibope. Lembro que ele estava cheio de seguranças, e arrumamos a maior confusão no almoço (risos). Agora parece que ele vendeu essa parte de medição de audiência para a Kantar, né? O Ibope está mais confiável agora, não que não fosse, mas acho que está mais. E eu não quero agora que me encham com esse lance de audiência em tempo real, já avisei no programa. Deu ibope deu, não deu, paciência.

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Batalha dos Confeiteiros vira assunto mais comentado na web
Data: 19/04/2018

Buddy recebeu Valesca Popozuda e Rick Bonadio para avaliar os pratos. Participantes fizeram bolos inspirados na música brasileira

A segunda temporada de Batalha dos Confeiteiros, apresentado por Buddy Valastro, estreou nesta quarta-feira (18) na RecordTV e foi o assunto mais comentado nas redes sociais. O reality show vai revelar o melhor confeiteiro do Brasil e o vencedor vai trabalhar com Buddy em uma das lojas Carlo’s Bakery. No primeiro episódio, o Cake Boss pediu aos 16 participantes que fizessem suas melhores sobremesas, porém apenas quatro tiveram os pratos provados por Buddy. O destaque do primeiro programa foram os bolos inspirados nos ritmos musicais brasileiros. Esta foi a prova de eliminação e para avaliar os pratos, o confeiteiro contou com a ajuda de Valesca Popozuda e do produtor musical Rick Bonadio. O episódio de estreia ficou entre os assuntos mais comentados do Twitter. Veja os principais comentários dos internautas.

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Gorila surpreende zoo ao ficar de ponta-cabeça para imitar tratadora
Data: 17/04/2018

Primata tem 12 anos e vive no parque Busch Gardens, na Flórida, nos Estados Unidos; há três anos, faz exercícios para melhorar bem-estar com tratadora

Um gorila foi filmado de cabeça para baixo ao imitar sua tratadora, Rachel Hale. Os dois trabalham juntos há três anos em exercícios para melhorar o bem-estar mental e físico do animal. O primata tem 12 anos e recebe os cuidados no parque Busch Gardens, na Flórida, nos Estados Unidos. Ao postar as imagens no Facebook, o parque disse que esse tipo de exercício ajuda a construir "confiança e uma relação positiva com os animais" e, assim, dar a eles o "ambiente mais física e mentalmente estimulante possível".

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Jô Soares e Fábio Porchat vão às lágrimas em programa histórico
Data: 17/04/2018

Em entrevista histórica, Jô Soares falou de sua trajetória de sucesso, sobre política, ditadura e sobre a decisão de deixar a TV

Fábio Porchat abriu a gravação de seu programa nesta segunda-feira (16) chorando . Lembrou de quando, como e pelas mãos de quem ele descobriu o que queria fazer pelo resto de sua vida: “Fazer as pessoas rirem!” Porchat tinha 18 anos, fazia faculdade de marketing, e foi ao programa no Jô Soares com os colegas de classe. Lá, entregou um bilhetinho pedindo para fazer um número de humor no palco do programa. Jô leu o bilhete e chamou o moleque desajeitado para fazer graça no ar. Mal sabia ele que o ilustre desconhecido iria entrevistá-lo, anos depois, em seu talk-show na TV. “Eu lembro de cada detalhe daquela cena. Ali não começou minha carreira, ali começou a minha vida, de verdade”, disse Porchat, chorando muito, ao anunciar a ilustre presença de Jô Soares em seu programa na RecordTV. Uma entrevista histórica, emocionante. Porchat estava nervoso, avisou o entrevistado, mas não perdeu a oportunidade de arrancar grandes histórias de alguém que tem muitas para contar. “Ninguém lança ninguém, a única exceção é o seu caso. Mesmo assim, eu não lancei, eu dei esse espaço e você aproveitou”, disse Jô. O rei dos talk-shows no Brasil não poupou elogios ao amigo . Disse que só aceitou o convite por admirar e confiar em Porchat. À vontade, Jô falou do término de seu programa na Globo, após quase 29 anos comandando programas de entrevista, dez anos só no SBT. “Você está sentindo falta da TV?”, perguntou Porchat ”Não. Não sinto falta da TV. Eu fiz 15 mil entrevistas. Eu cumpri a minha missão. “, disse Jô De coração aberto, Jô Soares se entregou ao programa. Riu, chorou, tocou bongô e contou sobre sua passagem pelo SBT, onde começou a fazer talk-shows. ”O Silvio Santos, que é maravilhosamente maluco, me telefonou me convidando para ir para a emissora e horas depois colocou no noticiário das sete da noite que eu iria para o SBT”, contou Jô. “Eu nem tinha assinado ainda.” Porchat perguntou sobre a decisão de parar o programa na Globo e se era verdade que Silvio Santos tinha recusado o convite para ser o último entrevistado do "Programa do Jô". “Eu disse: ‘Silvio, eu estou parando, e seria lindo terminar com você dando essa entrevista”, contou Jô. “Silvio então falou que encontrou uma cigana na Disney que disse que se ele der uma entrevista, ele morrerá no outro dia”, contou Jô, rindo. Jô falou ainda sobre a ditadura, de sua carreira no humor, e dos projetos no teatro na literatura. Chorou ao lembrar que foi ele quem ligou para Caetano Veloso e Gilberto Gil para avisar que eles estavam na mira dos militares e seriam presos. ”O Gil, anos depois, me agradeceu no ar”, falou Jô, muito emocionado. Ainda revelou detalhes de sua relação com políticos e membros do PT. “O Lula me decepcionou”, disse Jô, que entrevistou o político treze vezes. “Eu e o Mercadante (Aloísio) éramos amigos”, contou ele. “Mas não sou petista. O artista tem de ser anarquista”, afirmou . Lembrou de seu início de carreira na Record, na “Família Trapo”, ao lado do genial Golias. Falou da amizade com Carlos Alberto de Nóbrega e da relação tumultuada com Chico Anysio. ”Era uma relação de amor e de ciúmes. Todo amigo é ciumento”, contou Jô. Ele ainda agradeceu a oportunidade de entrar novamente na Record, onde ele começou, décadas atrás. ”Eu sou muito agradecido a Record. Eu fico emocionado. Eu comecei aqui, fico muito orgulhoso de estar aqui”, disse Jô. Ao terminar o longo papo, que vai ao ar ainda nesta semana, Jô passou o bastão. "É por isso que não faço mais programa. Não precisa, tem ele!", disse, abraçando Porchat.

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Saiba como ir ao seu restaurante preferido sem sair da dieta
Data: 17/04/2018

Seja em japoneses, churrascarias, hamburguerias ou outros, aprenda a fazer escolhas saudáveis e comer sem ter medo da balança

Só quem faz dieta sabe o quão difícil é manter o autocontrole quando o assunto é comida boa. Muita gente, inclusive, não aguenta e, quando vai aos restaurantes preferidos, acaba "pisando na jaca". Mas, se você é uma dessas pessoas que sofrem para resistir às tentações, não se desespere! A nutricionista Juliana Mauri, da clínica Cia da Consulta, dá dicas de como fazer escolhas alimentares saudáveis e ir a japoneses, italianos, churrascarias e hamburguerias sem medo da balança. Veja a seguir Hamburgueria Hábitos ruins: Pedir lanche com mais de um hambúrguer Incluir condimentos, como queijo e molhos Optar por acompanhamentos como batata frita e refrigerante Soluções: Peça sanduíche de frango ou peixe Evite molhos e queijos Prefira tomar água Churrascaria Hábito ruim: Comer carnes gordurosas e em excesso, mesmo que já esteja satisfeito Soluções: Fuja da típica frase “vamos fazer valer o dinheiro que foi pago pelo rodizio” Inicie a refeição pela salada Prefira as carnes magras com menor teor de gordura, como maminha ou alcatra Opte também por peixes e peito de frango sem pele Evite alimentos fritos Peça uma salada de fruta para a sobremesa Restaurante italiano Hábitos ruins: Comer massas com recheios Optar por molhos gordurosos, como molho de queijo e molho branco Utilizar queijo ralado em excesso Soluções: Prefira as massas sem recheio Priorize pratos com molho vermelho Controle o consumo de queijo ralado Restaurante japonês Hábitos ruins: Consumir arroz em excesso, pois o arroz japonês pode conter açúcar em seu preparo Optar por frituras em excesso Tomar suco de fruta durante ou após a refeição Soluções: Prefira consumir o temaki sem arroz Priorize o sushi de peixe, pois o de camarão é gorduroso e mais calórico Evite as frituras Peça um picolé de fruta para a sobremesa Beba água para acompanhar a refeição, pois os sucos são calóricos

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Russell Crowe vende armadura de Gladiador para pagar divórcio
Data: 09/04/2018

Ator fez um bem sucedido leilão, na Austrália, com uma bela coleção de relíquias cinematográficas e objetos pessoais

Russell Crowe organizou um leilão para pagar as altas despesas do divórcio com a cantora e atriz australiana Danielle Spencer. Entre os objetos vendidos, estavam a famosa armadura que ele usou no filme Gladiador (2000). No leilão batizado ironicamente de Russel Crowe: A Arte do Divórcio, o ator colocou à venda uma bela coleção de relíquias cinematográficas e objetos pessoais que arrecadaram quase US$ 3 milhões (cerca de R$ 10,1 milhões). O evento foi realizado no sábado (7), na Austrália — terra natal da ex-mulher do artista. O diretor-geral da Sotheby australiana (sociedades de vendas por leilão), Gary Singer, comemorou o sucesso do acontecimento para o canal de TV Channel Seven. — As pessoas ficaram enlouquecidas. Foi uma crowemania.

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La Casa de Papel estreia hoje; veja o que esperar da nova temporada
Data: 06/04/2018

A série espanhola da Netflix foi um dos maiores sucessos de público do ano passado; sequência vai ter mais seis episódios

A segunda temporada de La Casa de Papel estreia nesta sexta-feira (6) e os fãs estão ansiosos para saber o que vai acontecer nos próximos capítulos da série de sucesso da Netflix. Sem spoilers, veja o que esperar desta sequência! Tóquio, com seu jeito explosivo, vai continuar sendo uma das líderes do épico assalto à Casa da Moeda da Espanha. A jovem vai garantir muitas cenas de ação na nova temporada Os fãs de série costumam ter seus personagens queridinhos, mas, nem sempre, o fim é feliz para todos — principalmente quando se trata de uma história que envolve tantos assaltantes e reféns. É bem provável que alguns deles deem adeus à trama antecipadamente. O cerco para o Professor já começou a se fechar nos últimos capítulos da primeira temporada. Tudo indica que a investigadora Raquel, de quem ele se aproximou, vai descobrir a verdadeira identidade do mentor da quadrilha . Apesar das cenas de tensão, não vai faltar romance na sequência da trama. Os capítulos vão trazer mais detalhes no universo dos personagens, como, por exemplo, o que eles fizeram no passado e os nomes reais de alguns deles. Surpresas e reviravoltas, daquelas que fazem a gente acreditar que nada vai dar certo e os bandidos vão acabar se dando mal, também estão previstas. Algumas histórias que ficaram sem um desfecho na primeira temporada agora terão seu merecido fim. Uma delas, inclusive, é sobre a relação entre os reféns e os ladrões: afinal, eles são cúmplices nesse assalto? Outra pergunta que não quer calar envolve o Professor: será que depois de 20 anos de planejamento ele vai conseguir atingir seu objetivo?

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Jogador Nº 1 lidera bilheterias no final de semana
Data: 03/04/2018

Filme fez mais de US$ 180 milhões pelo mundo em sua estreia

O filme de aventura Jogador Nº 1 conseguiu pagar a sua produção de US$ 175 milhões em um único final de semana. Segundo o THR e o Box Office Mojo, o longa liderou as bilheterias, acumulando US$ 181.215.000 durante o final de semana. A nova produção de Steven Spielberg fez sucesso especialmente nos EUA, em que escalou até o topo arrecadando US$ 53 milhões, e na China, onde acumulou US$ 61 milhões, o que é fora do comum para um filme gringo. Assim ele se tornou a maior estreia da Warner na China: o recorde anterior era de Batman v. Superman, que havia conquistado US$ 57 milhões na sua estreia.

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Seis meses após o lançamento, Sombras de Mordor não tem mais microtransações
Data: 03/04/2018

Jogo foi duramente criticado na época do lançamento, o que levou a Warner a recuar

A Warner decidiu remover todas as microtransações de Terra-média: Sombras de Mordor. A decisão vem seis meses depois do lançamento do jogo que foi duramente criticado por tentar extorquir dinheiro dos jogadores. Agora, além de remover todas as compras com dinheiro real do game, a publicadora postou uma longa nota no seu site oficial sobre a remoção. “Embora comprar orcs no mercado oferecesse uma solução imediata e maiores opções ao jogador, sentimos que esta escolha prejudicava seriamente o núcleo do nosso jogo: o sistema Nemesis”, justificou o texto. O texto ainda diz que saber que estes recursos estão à venda “prejudica a imersão e o desafio e construir e defender as suas fortalezas”. Caso você ainda tenha dinheiro digital no jogo, é bom se apressar: os mercados fecham de forma definitiva no dia 17 de julho.

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‘Stranger Things’ é acusado de plágio por produtor americano
Data: 03/04/2018

Charlie Kessler afirma que irmãos Duffer se inspiraram no curta-metragem 'Montauk'

Os irmãos Duffer, criadores da série Stranger Things, foram acusados de plagiar uma obra do diretor e produtor americano Charlie Kessler. De acordo com o site americano TMZ, Kessler alega em um processo que o seriado original da Netflix possui semelhanças com o seu curta-metragem Montauk, lançado em 2012. Kessler afirmou à publicação que o filme escrito, produzido e lançado por ele mesmo, tem muitas semelhanças com a série. A trama do curta também envolve experimentos secretos feitos pelo governo. O diretor contou que apresentou a ideia da série em abril de 2014 para os irmãos Duffer, que na época, disseram não. Agora, o americano pede uma quantia em dinheiro e a retirada de todas as ideias da sua criação da produção da Netflix.

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Chris Pratt vem ao Brasil para divulgar ‘Vingadores: Guerra Infinita’
Data: 26/03/2018

Ator americano, que interpreta o personagem Senhor das Estrelas, chega ao país no começo de abril

O ator Chris Pratt passará pelo Brasil na primeira semana de abril para divulgar o filme Vingadores: Guerra Infinita. Segundo a assessoria de imprensa da Marvel no país, o ator participará de um evento exclusivo para fãs e convidados. Esta é a primeira vez de Pratt no país.

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Cleo: ‘Eu fico muito vulnerável nas minhas letras’
Data: 26/03/2018

Sergio Martins entrevista a atriz, filha de Glória Pires, que fala sobre seu álbum de estreia, 'Jungle Kid'

Cleo abandonou o sobrenome da mãe, Glória Pires, na nova fase. Ela lança seu primeiro EP, Jungle Kid. Produzido por Guto Guerra, o álbum é composto por três músicas em inglês e duas em português. “Sempre consegui escrever com mais facilidade em inglês. Fica muito mais musical”, diz ela. “É muito difícil escrever em português, algo que estou trabalhando, mas senti necessidade de trazer músicas na minha língua mãe.” O álbum foi inspirado na infância da agora também cantora. “É um álbum muito autobiográfico”, diz. As letras das músicas que compõem “Jungle Kid” têm um tom de superação, mas Cleo admite: “Eu fico muito vulnerável nas minhas letras”. Marina Lima e Alanis Morissette são algumas de suas influências musicais. “O fato de a letra não ter compromisso com o erudito, como a métrica e a rima, é algo que sinto libertador”, afirma. A entrevista ainda tem uma “palinha” de “Jungle”. “O ‘cabaço’ eu já tirei: cantar ao vivo para as pessoas”, brinca ela.

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Os altos e baixos do Lollapalooza 2018
Data: 26/03/2018

Em sua maior edição, evento conseguiu bater a meta de 300.000 em público

O Lollapalooza 2018 já pode comemorar. Com três dias de duração, um a mais que o habitual de anos anteriores, o festival de música alcançou a meta almejada, levando mais de 300.000 pessoas ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, entre sexta-feira e domingo. O número faz desta a maior edição do evento até então, e coloca o Lolla Brasil entre os mais relevantes de sua casa — o Lollapalooza Chicago dura quatro dias e soma 400.000 em público. Outra boa notícia é que o festival aprendeu com erros do passado. Dramas de mobilidade dentro do Autódromo, com palcos muito distantes, foram resolvidos este ano. Assim como a diminuição de filas para compra de alimentos e bebidas. Entram na categoria problemas os absurdos preços dos ingressos e problemas técnicos e de estrutura dos palcos. Confira a seguir os altos e baixos do Lollapalooza 2018: Altos Lolla Cashless – A pulseira que serve para fazer compras funcionou bem, com vários postos de recarga. Consumir comida e bebida foi uma tarefa fácil, pela quantidade de ambulantes e tendas espalhadas. O preço, contudo, se manteve salgado como sempre, com um copo de cerveja custando 13 reais. Poucas filas – Se organizar direitinho, todo mundo se diverte e pega pouca fila. Depois de muitas edições com filas gigantescas, o Lolla aprendeu a espalhar bem suas tendas e banheiros, e se beneficiou da facilidade da pulseira como forma de pagamento. Posicionamento dos palcos – A distância entre os palcos — e as voltas para chegar de um ao outro — era um antigo problema do Lolla. Este ano, ele foi resolvido com palcos mais próximos um dos outros e shows intercalados. Assim, resolveu-se o problema de vazamento do som e congestionamento de pessoas em trânsito entre uma apresentação e outra. Line-up – Não foi a melhor seleção de bandas e músicos de um Lollapalooza, mas também está longe de ser a pior. Jovens nomes do cenário nacional, como Liniker e Mahmundi, tiveram sua chance, enquanto os figurões foram representados por bandas relativamente atuais, como Imagine Dragons, The Killers e Lana Del Rey, deixando a categoria veteranos sob a responsabilidade de David Byrne, Red Hot Chilli Peppers e Pearl Jam. Baixos Acesso – Encarar o trânsito de São Paulo para chegar ao festival é, ainda, a tarefa mais estressante de todo o processo. Na sexta-feira, somado ao movimento natural da cidade, foi ainda pior. Na saída, o festival se aliou ao Uber para marcar pontos de encontro que facilitariam o escopo. Mesmo assim, uma ida do Autódromo à Avenida Paulista, por exemplo, podia demorar entre 1h30 e 2 horas de um trajeto que leva em torno de 45 minutos de carro. Enquanto não se resolve o problema de trânsito ao redor, a melhor opção para chegar ao Lolla é a estação de trem que fica a 15 minutos de caminhada do Autódromo. Palco Ônix – Segundo espaço mais importante do evento, atrás do palco Budweiser, o Ônix foi um dos mais problemáticos do festival. Foi lá que o show de Liniker e os Caramelows acabou na metade por problemas técnicos. Ali também foi difícil ouvir o que cantava a banda Imagine Dragons, um dos momentos mais frustrantes do Lolla 2018. Confusão de palcos – Colocar Imagine Dragons e Lana Del Rey no palco Ônix foi uma decisão contestável. Ambos os espaços ficaram extremamente lotados do público que se aglomerou para ver os populares artistas. No domingo, por exemplo, Liam Gallagher se apresentava no palco principal com vários espaços vazios na plateia, que preferiu guardar lugar no palco vizinho, esperando por Lana. Preço dos ingressos – apenas uma line-up com Paul McCartney, Rolling Stones, Beyoncé e Adele valeria 800 reais por dia. Sorte Entre os altos e baixos, o Lollapalooza 2018 contou com uma ajudinha dos céus. Os três dias forma embalados por muito sol. Se chovesse, a plateia teria dificuldades em ver alguns palcos, como Ônix e Axe, onde era necessário se equilibrar em um terreno íngreme e revestido por pedregulhos.

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Em evento de caridade, Beyoncé deixa filha fazer lance de US$ 19 mil
Data: 23/03/2018

Blue Ivy, Jay-Z e Beyoncé marcaram presença no Wearable Art Gala, evento beneficente criado pela mãe da cantora, Tina Lawson

Sabe quando você é criança e sua mãe fica furiosa quando você quebra alguma coisa da loja e ela tem que pagar? O mesmo não acontece com Blue Ivy, filha de Beyoncé e Jay-Z, que acidentalmente fez um lance de US$ 19 mil em uma obra de arte no Wearable Art Gala. A família mais famosa da música pop marcou presença no evento beneficente criado por Tina Lawson, mãe de Bey. Com o tema “Waco to Wakanda”, a festa promoveu um leilão de obras de arte. De tanto observar as pessoas ao seu redor darem lances, a pequena Blue soube o que fazer ao ver uma peça que gostou. Jay-Z ainda tentou conter a garota, mas foi em vão. Beyoncé também brilhou no Wearable Art Gala. A cantora ganhou o Humanitarian Awards, um prêmio que contempla seu trabalho humanitário. Ao aceitar a honraria, ela sublinhou que mais importante que doar dinheiro, é doar seu tempo para as pessoas, algo que, conforme contou, ela aprendeu com sua mãe.

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Capitã Marvel será a pessoa mais poderosa da Marvel até hoje, diz roteirista
Data: 23/03/2018

“Estamos muito animados para tê-la em Vingadores 4

mbora Capitã Marvel não vá aparecer em Vingadores: Guerra Infinita, ela terá um papel “importante” para desempenhar na continuação, Vingadores 4, de acordo com o roteirista Christopher Markus. “Estamos muito animados para tê-la em Vingadores 4. O filme solo dela ainda não saiu, então tivemos que nos coordenar com o pessoal daquela produção para inclui-la no nosso filme. Em termos de nível de poder, ninguém que introduzimos no universo Marvel até agora tem tanto poder quanto ela”, contou. Capitã Marvel | Vídeo dos bastidores mostra a heroína em ação “Em termos de personalidade, eu acho que ela é próxima do Capitão América – ela tem um senso do que é certo, e não quer ouvir quando as pessoas a contradizem. Em meio a egos inflados como o de Tony [Homem de Ferro] e pessoas cuja vida pessoal é uma loucura, como Quill [Senhor das Estrelas], alguém com uma visão clara de mundo é bem-vindo”, disse ainda. Com direção de Anna Boden e Ryan Fleck, Capitã Marvel vai voltar no tempo dentro do universo cinematográfico da Marvel, colocando Carol Denvers investigando crimes e conspirações ligadas ao governo nos anos 1990. Capitã Marvel estreará nos cinemas em 8 de março de 2019.

Link Notícia: https://observatoriodocinema.bol.uol.com.br/noticias/2018/03/capita-marvel-sera-a-pessoa-mais-poderosa-da-marvel-ate-hoje-diz-roteirista

Após vencer prova do líder, Breno volta ao topo do
Data: 23/03/2018

O ranking foi divulgado pelo site oficial do programa na manhã desta sexta-feira (23).

Depois de conquistar a liderança compartilhada com Wagner, Breno garantiu o primeiro lugar no "queridômetro" do "BBB18". O ranking foi divulgado pelo site oficial do programa na manhã desta sexta-feira (23). Com o goiano no topo da lista, Kaysar e Paula dividem a segunda posição com 4 pontos. Jéssica também subiu e garantiu a medalha de prata. Na lanterna, Ana Clara desceu e ocupa a penúltima colocação ao lado de Viegas. Caruso permanece como o participantes menos querido na casa com 2,9 corações. Confira o ranking completo do "queridômetro": Breno: 4,4 Kaysar e Paula: 4,0 Jéssica: 3,9 Ayrton: 3,8 Gleici e Wagner: 3,7 Ana Clara e Viegas: 3,4 Caruso: 2,9

Link Notícia: https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/bbb18/2018/03/23/apos-vencer-prova-do-lider-breno-volta-ao-topo-do-queridometro.htm

Filho de Tim Maia sofre para trabalhar:
Data: 15/03/2018

Ator Carmelo Maia relembrou histórias emocionantes do pai e desabafou sobre o "peso" de levar o sobrenome do cantor famoso

Nesta quinta-feira (15), o Brasil relembra 20 anos da morte de Tim Maia. Um dos maiores cantores do Brasil, ele marcou para sempre a música popular brasileira. Amado por seu vozeirão e muitas vezes odiado por seu gênio mordaz, o compositor ainda continua sendo venerado como um artista sem comparações. Hoje, quem leva à frente o nome do cantor é o herdeiro, Carmelo Maia, de 43 anos. Dono do espólio de Tim, ele já autorizou o relançamento de discos históricos, livro, filme, musical e ainda tem vários projetos para o futuro. Entre os planos de Carmelo, estão liberar músicas inéditas, a vontade de fazer um festival temático, uma exposição com seu acervo e até um trio elétrico de Carnaval. — Quero lançar algumas coisas até o final do ano. Minha cabeça fervilha de ideias! Não deu tempo de fazer algo agora na data de morte, mas tudo está valendo até o final do ano. Aliás, como cantava Tim: "Vale tudo!" (risos) Carmelo nasceu durante a fase polêmica do envolvimento de Tim com a Cultura Racional, na metade dos anos 70. Já o cantor Leo Maia (nome artístico de Marcio Leonardo Gomes da Silva), é filho de um outro relacionamento da mãe, Geisa Maia. No momento, os meio-irmãos não se falam por problemas pessoais. Apesar de ter sido criado por uma tia e pela avó paterna, Carmelo relembra carinhosamente que o "doidão" Tim era bem diferente quando estava em família. — Meu pai jamais permitiu que eu bebesse uma lata de cerveja na frente dele e nunca usou qualquer tipo de droga ao meu lado. Era muito carinhoso e me amou da maneira dele. Assim como o pai, Carmelo também tem paixão pela carreira artística. Porém, ele quer subir aos palcos somente como ator. Atualmente, ele faz parte do elenco da peça Os Figurantes no Rio. Mas o artista desabafa que, muitas vezes, ser filho de famoso é difícil até para arrumar trabalho no meio. — Ainda bem que eu não canto nada. Já levo o peso do Tim nas costas, que é um fardo grande! Muitos pensam que as portas vão se abrir por causa dele, mas não é bem assim. O nome do cantor assusta quando procuro emprego como ator, pois criam expectativas diferentes da realidade. É horrível! Carmelo também reclama das dívidas que contraiu ao assumir o espólio de Tim, quando o artista morreu em 1998. O rapaz até estudou Direito para poder se organizar melhor na tarefa "corriqueira" de fechar acordos na justiça e brigar pelos direitos do pai. E ele também faz jogo duro com empresas que usam o cantor para lucrar sem sua permissão. — Herdei quase três milhões em dívidas devido a sanguessugas que se diziam amigos dele e também por irresponsabilidades do próprio Tim, que não sabia adminstrar seus bens. Ganhei o ônus e o bônus. Porém, como meu pai falava: "Sem tem juros, pago quando quiser!" (risos) Veja abaixo a entrevista completa com Carmelo Maia, onde ele fala sobre a herança do pai, o relacionamento familiar e os projetos para o futuro. R7 — Tim Maia faz muita falta hoje em dia? Carmelo Maia — Não temos mais artistas do calibre do Tim, tirando a geração dele. Estamos falando de um gênio, autodidata, multiinstrumentista, cantor e compositor. É o Tim Maia que cantava de baião nordestino ao funk negro. R7 — Então, além da perda de Tim, a "culpa" pela falta de qualidade musical é da atual geração? Carmelo Maia — Fazer sucesso antigamente era muito difícil, sendo que hoje quase tudo é artificial. É a mesma coisa que comer comida congelada. Por exemplo, Pelé e Garrincha jogavam em uma época que a bola era costurada com 32 gomos, pesada e não era completamente redonda. Hoje, temos bola feita pela NASA e o pro tools [aplicativos de áudio] para melhorar a voz! R7 — O Tim Maia criou um novo tipo de MPB? Carmelo Maia — Ele foi um garoto precoce que, aos 16 anos, fugiu para os EUA, bebeu na fonte do soul e foi deportado. Quando ele chegou no Brasil, trouxe consigo toda a bagagem da Motown [importante gravadora dos EUA especializada em música negra] contribuindo de forma valiosíssima com uma receita musical perfeita de Chuck Berry, Little Richard, Sam Cooke, entre outros. Assim, ele foi influenciando a nossa música brasileira e criando quase um gênero novo. "Muitos pensam que as portas vão se abrir por causa dele, mas não é assim" Carmelo Maia R7 — E ele foi desafiador ao gravar independentemente. Carmelo Maia — Além da parte musical, o Tim foi pioneiro em ter sua própria gravadora e editora (Seroma/Vitória Régia Discos). E naquela época ninguém havia tido essa visão. Por isso, eu falo: Tim Maia é para ser estudado por capítulos. Era um cara intenso, com várias personalidades dentro de uma pessoa só! R7 — Apesar do sucesso do Tim, depois da morte dele houve um redescobrimento. Você acha que o brasileiro tem esse mal de só dar valor para nossos ídolos quando eles morrem? Carmelo Maia — Meu professor de literatura dizia: “Seu pai é um anti-herói e ele será reconhecido tardiamente". Infelizmente, o Brasil padece deste mal. Já nos EUA e Europa, a cultura anda ao lado. Quando meu pai completou 70 anos, a data foi comemorada mundialmente, 24h sem parar. O reconhecimento e o valor dado a ele pelos gringos é impactante e, ao mesmo tempo, frustrante. Ele é nosso! R7 — Você é detentor da obra do Tim. Você vai lançar algo para relembrar os 20 anos sem ele? Carmelo Maia — Quero lançar algumas coisas inéditas, mas não deu tempo do projeto ficar pronto para a data. Mas até o final do ano estará valendo. Aliás, como meu pai cantava: "Vale tudo!" [risos] R7 — Depois do filme sobre o Tim, você gostaria de lançar um documentário? Carmelo Maia — Tenho contrato com a RT Features, mas acredito que isso não sairá tão cedo. R7 — E com o acervo que você tem, daria para fazer uma bela exposição sobre o Tim? Carmelo Maia — Sim. Tenho bastante coisa, como roupas de shows, objetos, instrumentos, entre outros. Pensei numa mostra itinerante, mas tudo neste País é muito difícil. A cultura, os incentivos... tudo está sucateado. R7 — Muito se fala da fase da Cultura Racional do Tim. Você já lançou isso em CD, mas os vinis ainda são raros e disputados a preços de ouro. Existe um plano de relançar os dois LPs? Carmelo Maia — São meus discos preferidos e, inclusive, nasci dentro da fase Racional. Meu nome foi sugerido pelo Manoel Jacinto, o mentor do Universo em Desencanto. Minha cabeça fervilha, tenho milhões de projetos, mas sou um só... porém, ainda quero fazer uma edição especial em vinil dos discos Racional. R7 — Qual é a música do Tim Maia que você mais curte? Carmelo Maia — Sou suspeito para falar disso. E depende do momento da minha vida. Essa tal Felicidade é uma autobiografia. Falta só colocar um holograma dele sentado na sala do apartamento e tocar essa música de fundo para eu chorar. Ele era um homem que odiava a solidão. Agora, neste momento, estou ouvindo Nobody Can Live Forever. Ninguém pode viver para sempre! R7 — Você herdou o patrimônio de um artista famoso que também colecionava processos. Como você administra isso? Carmelo Maia — Herdei quase três milhões em dívidas, também por irresponsabilidade dele. Mas sou Tim Maia do Brasil! Se tem juros, pago quando quiser. [risos] Ganhei o ônus e o bônus nessa empreitada. Nem tudo são flores como várias pessoas pensam, pois existem muitos cravos e espinhos. "Fazer sucesso antigamente era muito difícil, mas hoje quase tudo é artificial" Carmelo Maia R7 — Mas você ainda tem dívidas? Carmelo Maia — Sim, continuo pagando. E, pense, hoje ele não existe para fazer shows, o que lhe rendia muita grana. O Tim chegava a ficar três anos sem fazer espetáculos. Daí, quando começava a diminuir sua saúde financeira ou ele queria executar um projeto audacioso e independente, ele retornava aos palcos. Isso facilitava muito. Agora, para mim, é mais difícil. Atualmente, são mais de 400 processos. R7 — Mas de onde vem a maioria dos processos? Carmelo Maia — Tem de tudo um pouco... desde reclamações trabalhistas de músicos pedindo indenizações estratosféricas a autores que alegavam nunca ter recebido pagamentos. A maioria dessas pessoas são sugadores de saúde financeira e muitos processos passaram a surgir após a morte dele. Por que não processaram ele em vida? Ninguém responde! Realmente existia uma irresponsabilidade por parte dele, não nego e pago um preço muito alto. R7 — E, claro, imagino que o Tim não sabia nada de administração e economia. Carmelo Maia — Ele não delegava nada a ninguém! Tudo era colocado na conta dele, mas nem sempre era dele. Meu pai pagava, mas não emitia recibos e, nessa brecha, muitos se aproveitaram. Era desorganizado, porém nunca foi desonesto. Fato é que ele queria cantar, compor, cobrar e ainda administrar. Então, ele foi passado para trás por muitos que entraram em sua casa e chamavam de “amigo”. Por causa disso, ele passou a desconfiar até da sombra. Segundo o próprio Tim, na década de 90, ele dava o dinheiro do condomínio para sua ex-mulher, mas ela jamais pagou nada! Isso porque ela ainda engravidou de um sobrinho dele. Ele desabafava dia e noite sobre o assunto. Agora, por exemplo, o Tinho Martins, chefe da Banda Vitória Régia, trabalhou por mais de 20 anos e jamais entrou com uma ação. "Meu pai nunca usou qualquer tipo de droga ao meu lado" Carmelo Maia R7 — Você até estudou Direito para poder administrar essa bagunça? Carmelo Maia — Sim. E, somente em agosto do ano passado, eu entrei com 11 processos contra a Renner, Cavalera, Reserva, Corinthians e outras empresas que utilizaram indevidamente sua imagem para exploração comercial sem minha autorização. R7 — Apesar da fama de maluco, parece que o Tim era muito carinhoso e até careta com sua educação. Carmelo Maia — Meu pai jamais permitiu que eu bebesse uma lata de cerveja na frente dele e nunca usou qualquer tipo de droga ao meu lado. Toda vez que tinha necessidade de fumar "um", existia uma “senha”. Generosamente, ele pedia para dar uma voltinha na praia, ver as cocotinhas ou descer pra comer no restaurante do hotel onde ele morou. O Tim me amou da maneira dele. Chegava às quatro da manhã para ver o filho, a mãe e as irmãs. E ainda fazia questão de implicar por ciúmes com a mais nova, o "Tim Maia de Saia", Anna Maria Maia. Ele levava dois cachorros e chamava-os pelo nome das irmãs Anna e Isolda. As duas só faltavam furar o olho dele. [risos] "Ele dava o dinheiro do condomínio para sua ex-mulher, mas ela jamais pagou nada! E ainda engravidou de um sobrinho dele" Carmelo Maia R7 — O Tim sempre foi um cara muito divertido, com frases certeiras e histórias fantásticas. Tem algum fato que te marcou? Carmelo Maia — Quando fiquei responsável por levar ele para casa, após um dos shows memoráveis no Canecão [Rio]. No caminho para Barra, ele resolveu passar na nossa casa na Lagoa. Daí, ele pegou seu Doberman, enfiou dentro de uma Fiat Uno com cinco pessoas. Chegamos em casa, deixamos ele, pois tinha show no dia seguinte. Quando percebeu que estávamos indo embora, Tim gritou: “Pega, Comanche!” Só que o cachorrão era adestrado e saiu correndo, quase mordendo na bunda do meu professor. Sorte nossa que o elevador ainda estava parado no andar. [risos] R7 — Como ator, você sofre sendo filho de um cara famoso? Carmelo Maia — É um saco, pois acabo me cobrando muito! Graças a Deus não canto nem tenho voz para isso. Meu pai tinha uma frustração, pois queria ser cineasta, uma espécie de Spielberg. E, ao ver no filho o desejo de fazer teatro, cinema e TV, investiu nas melhores escolas de formação para mim. Levo o peso do Sebastião nas costas, que é já um fardo grande! E muitos pensam que as portas vão se abrir por eu ser filho do Tim Maia... mas não é bem assim. Uma vez fui chamado para fazer participação numa novela, mas o produtor de elenco mudou seu procedimento comigo quando soube do meu parentesco. Ele não queria me contratar, pois achava que o cachê seria pouco para mim. Implorei tanto com argumentos plausíveis que ele acabou aceitando. Ser filho é um detalhe... só peço gentilmente a oportunidade para fazer testes e ser convidado. Mas o nome dele assusta, pois criam expectativas. É horrível! R7 — Quais são seus planos como ator para o futuro? Carmelo Maia — Posso trocar planos por sonhos? Gostaria muito poder trabalhar com Matheus Natchergaele... emendar um trabalho atrás do outro. E não importa o canal de veiculação que eu faça, cinema teatro ou TV, porque amo interpretar. Só quero ser ator e seguir minha vida em paz.

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Em menos de um mês, ‘Pantera Negra’ bate US$ 1 bi em bilheteria
Data: 12/03/2018

Apenas nos EUA, o longa-metragem da Marvel somou US$ 521 milhões e, como segue fechando a semana em primeiro lugar, o número deve aumentar

Segundo informações da revista Variety, Pantera Negra, novo filme da Marvel, atingiu US$ 1 bi em bilheterias. Este é um marco raro no cinema, alcançado apenas por 33 longas. Apenas nos EUA, o filme teve um lucro de US$ 521 milhões. O número deve aumentar, já que Pantera Negra continua em cartaz e continua fechando as semanas como o longa mais visto. De acordo com a Variety, o filme pode ainda superar Cavaleiro das Trevas e se tornar o segundo filme de herói mais rentável em seu lançamento. O topo ainda é de Vingadores, de 2012.

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Faustão se revolta e diz que não canta mais tema de fim de ano da Globo
Data: 12/03/2018

O apresentador criticou a política do Brasil e chamou o poder público de "incompetente e corrupto"; "não é novo dia p* nenhuma. Não tenho cara de pau para cantar isso", disse ele

Fausto Silva tirou a primeira parte de seu “Domingão” para criticar a política no Brasil. O apresentador aproveitou a presença do DJ Marlboro no “Ding Dong”, que tocou o “Rap da Felicidade”, para soltar os cachorros sobre a situação do país. “Sou carioca e fiquei emocionadíssima de tocar essa música hoje aqui. Estamos vivendo no Rio uma situação inacreditável de intervenção no Rio, a faixa de gaza no Brasil, e se a gente não resolver…”, começou Fernanda Torres, uma das convidadas do quadro, quando foi interrompida por Faustão. “Isso já está acontecendo em outros lugares do Brasil, não é exclusividade do Rio de Janeiro. Realmente a situação é pior lá, mas como o poder público é incompetente e corrupto, ele não passa ao público, não sabe comunicar, nem mesmo essa reforma da Previdência, que é necessária, eles são tão imbecis que não sabem comunicar”, desabafou. “Nesse caso fica passando que é só no Rio, não é não. Vai no interior de São Paulo, em Fortaleza, no Nordeste, a situação é geral. O país está ao Deus dará há muito tempo. Por isso tem que ter essa consciência. Essa música é de 1995, desde essa época todo mundo clamando felicidade”, continuou Faustão. Sobrou até para o tema de fim de ano da Globo, novamente. “Por isso eu encho o saco de falar, eu não canto mais essa p* de “hoje é um novo dia…”. Aqui na Globo eu não canto mais, não é novo dia p* nenhuma. O dia que tiver, eu volto aqui. Não tenho cara de pau para cantar isso.” Ele encerrou o assunto criticando os governantes. “Hoje é o grito do desespero, de uma sociedade que não conta com poder público. O Brasil é o único lugar que o governo não faz nada por você, ele rouba você. Tem que mudar.”

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Crossover de ‘Supernatural’ e ‘Scooby Doo’ ganha primeiro trailer
Data: 12/03/2018

No vídeo vemos Sam e Dean Winchester sendo sugados por uma televisão e se tornando personagens da animação

Nesta sexta-feira (9), o canal norte-americano CW divulgou o primeiro trailer do crossover entre Supernatural e Scooby Doo. No vídeo vemos Sam e Dean Winchester sendo sugados por uma televisão e se tornando personagens da animação. Ainda não sabemos detalhes do plot deste episódio. Em imagens divulgadas anteriormente, vemos a Mistério S.A., os irmãos Winchester e o anjo Castiel correndo de alguma coisa. E sabemos que Dean flertará com Daphne a todo tempo. Nos Estados Unidos, o crossover será exibido no dia 29 de março. No Brasil, o episódio será exibido no dia 10 de abril, no canal por assinatura Warner Channel.

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‘A Forma da Água’ leva estatueta de melhor filme no Oscar 2018; veja vencedores
Data: 06/03/2018

A cerimônia foi realizada no Dolby Theatre, em Los Angeles, com apresentação do comediante Jimmy Kimmel.

Em sua primeira edição após a onda das acusações de assédio em Hollywood, o Oscar teve cerimônia de sua 90ª edição marcada por acenos às campanhas “MeToo” e “Time’s Up”, contra abusos sexuais e pró-representatividade. Já nas premiações, foi uma noite de poucas surpresas. “A Forma da Água”, trama sobre uma faxineira muda que se afeiçoa a um monstro aquático, acabou se provando o grande vencedor, como esperado, levando quatro prêmios: melhor filme, direção, trilha sonora e direção de arte. Ao subir no palco, o diretor mexicano Guillermo del Toro lembrou que é um imigrante no país e citou a trupe de personagens fora do padrão de seu filme. A cerimônia ocorreu nesse domingo (4), em Los Angeles. Nas categorias de atuação, os mais cotados levaram as estatuetas. Gary Oldman venceu seu primeiro Oscar por sua performance, sob pesada maquiagem, de Churchill em “O Destino de uma Nação”. Frances McDormand faturou seu segundo Oscar por viver a mãe enlutada e vingativa de “Três Anúncios para um Crime”. O filme também rendeu a Sam Rockwell o prêmio de ator coadjuvante por seu policial racista que se redime. McDormand aproveitou o palco para pedir que todas as mulheres indicadas ficassem de pé: “Vamos lutar para sermos roteiristas da inclusão.” Como atriz coadjuvante também venceu a favorita, Allison Janney, que faz a mãe megera da patinadora Tonya em “Eu, Tonya”. “Me Chame pelo Seu Nome”, coproduzido pelo brasileiro Rodrigo Teixeira, levou a estatueta de roteiro adaptado, fazendo o roteirista James Ivory, 89, se tornar o vencedor do Oscar mais velho da história. Já “Corra!” ficou com melhor roteiro original. Também não foram surpreendentes as categorias técnicas. A Forma da Água, que recria o início dos anos 1960, ganhou em direção de arte. “O Destino de uma Nação” levou em maquiagem. Já “Trama Fantasma”, ambientado no universo da alta-costura, foi reconhecido por figurino. Produção da gigante Pixar, “Viva: A Vida É Uma Festa” levou como melhor animação, tirando a estatueta do brasileiro Carlos Saldanha e seu “O Touro Ferdinando”. Em seu discurso, o diretor Lee Unkrich fez uma ode ao México, onde a trama se passa, e afirmou que dedicava ao prêmio às crianças falantes de todos idiomas que enfim podiam se ver representadas. “Viva” também ganhou o prêmio de melhor canção. O Chile levou o Oscar de filme estrangeiro com “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio, história sobre uma transexual (Daniela Vega) que se bate com a família do namorado morto. Na categoria de documentário, “Ícaro”, de Bryan Fogel, desbancou Agnès Varda, 89, e “Visages Villages”. O vencedor escava bastidores do doping no mundo esportivo. O filme de guerra Dunkirk faturou três estatuetas: edição de som, mixagem de som e montagem, coroando o empenho do diretor Christopher Nolan em criar experiência que ele quis ver vivida no cinema, e não no streaming. Já a ficção “Blade Runner: 2049” levou dois prêmios: direção de fotografia e efeitos visuais, por sua recriação de uma Los Angeles futurista. Num dos momentos mais emblemáticos, as atrizes Ashley Judd, Salma Hayek e Annabella Sciorra (as três assediadas pelo produtor Harvey Weinstein) subiram ao palco para apresentar um vídeo em que pessoas de várias minorias falaram sobre representatividade nos filmes. “Saudamos os espíritos que não permitiram que seu gênero, raça ou etnia os impedisse de contar suas histórias”, disse Hayek. Vários dos apresentadores das categorias eram membros de alguma minoria: mulheres, negros, indígenas, transexuais… Mesmo o apresentador Jimmy Kimmel foi contido ao fazer as piadas. Mas alfinetou Weinstein logo em seu monólogo inicial, mencionando a expulsão dele da Academia. “Merecia mais”, afirmou. Ainda sobre assédios sexuais, Kimmel disse que a estatueta do Oscar era o “homem mais respeitado em Hollywood, pois tem as mãos onde se pode ver e não possui pênis”. O apresentador também alfinetou Donald Trump, ao dizer que o presidente aprovaria três quartos do filme de temática racial “Corra!”, ou seja, tudo exceto a parte da morte dos personagens brancos. Kimmel também brincou com a gafe do ano passado e chamou Warren Beatty e Faye Dunaway para apresentar o prêmio principal novamente. VEJA OS INDICADOS E OS VENCEDORES (em negrito) Melhor filme “Corra!” “O Destino de uma Nação” “Dunkirk” “Me Chame pelo Seu Nome” “A Forma na Água” “Lady Bird – É Hora de Voar” “Trama Fantasma” “The Post – A Guerra Secreta” “Três Anúncios para um Crime” Melhor diretor Christopher Nolan (“Dunkirk”) Guillermo del Toro (“A Forma da Água”) Jordan Peele (“Corra!”) Paul Thomas Anderson (“Trama Fantasma”) Greta Gerwig (“Lady Bird – É Hora de Voar”) Melhor ator Daniel Day-Lewis (“Trama Fantasma”) Daniel Kaluuya (“Corra!”) Denzel Washington (“Roman J. Israel, Esq.”) Gary Oldman (“O Destino de uma Nação”) Timothée Chalamet (“Me Chame pelo Seu Nome”) Melhor atriz Frances McDormand (“Três Anúncios para um Crime”) Margot Robbie (“Eu, Tonya”) Meryl Streep (“The Post: A Guerra Secreta”) Saoirse Ronan (“Lady Bird – É Hora de Voar”) Sally Hawkins (“A Forma da Água”) Melhor roteiro original “Corra!” “Doentes de Amor” “A Forma da Água” “Lady Bird – É Hora de Voar” “Três Anúncios para um Crime” Melhor roteiro adaptado “Me Chame pelo Seu Nome” “O Artista do Desastre” “A Grande Jogada” “Logan” “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi” Melhor ator coadjuvante Sam Rockwell (“Três Anúncios para um Crime”) Willem Dafoe (“Projeto Flórida”) Woody Harrelson (“Três Anúncios para um Crime”) Richard Jenkins (“A Forma da Água”) Christopher Plummer (“Todo o Dinheiro do Mundo”) Melhor atriz coadjuvante Mary J. Blige “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi”) Allison Janney (“Eu, Tonya”) Lesley Manville (“Trama Fantasma”) Laurie Metcalf (“Lady Bird – É Hora de Voar”) Octavia Spencer (“A Forma da Água”) Melhor fotografia “Blade Runner 2049” “O Destino de uma Nação” “Dunkirk” “Mudbound: Lágrima sobre o Mississippi” “A Forma da Água” Melhor direção de arte A Bela e a Ferra “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “O Destino de uma Nação” “A Forma da Água” Melhor figurino “A Bela e a Fera” “O Destino de uma Nação” “Trama Fantasma” “Victoria & Abdul” “A Forma da Água” Melhor montagem “Dunkirk” “Em Ritmo de Fuga” “Eu, Tonya” “A Forma da Água” “Três Anúncios para um Crime” Melhor trilha sonora Hans Zimmer, de “Dunkirk” Alexandre Desplat, de “A Forma da Água” John Williams, de “Star Wars: Os Últimos Jedi” Jonny Greenwood, de “Trama Fantasma” Carter Burwell, de “Três Anúncios para um Crime” Melhor canção “Mighty River”, de “Mudbound: Lágrimas sobre o Mississippi” “Remember Me”, de “Viva – A Vida É uma Festa” “Stand Up for Something”, de “Marshall” “The Mystery of Love”, de “Me Chame pelo Seu Nome” “This is Me”, de “O Rei do Show” Melhor animação “O Poderoso Chefinho” “Com Amor, Van Gogh” “O Touro Ferdinando” “The Breadwinner” “Viva – A Vida É uma Festa” Melhor filme estrangeiro “Corpo e Alma”, de Ildikó Enyedi (Hungria) “Sem amor”, de Andrey Zvyagintsev (Rússia) “O Insulto”, de Ziad Doueiri (Líbano) “Uma Mulher Fantástica”, de Sebastián Lelio (Chile) “The Square – A Arte da Discórdia”, de Ruben Östlund (Suécia) Melhor mixagem de som “Em Ritmo de Fuga” “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” Melhor edição de som “Em Ritmo de Fuga” “Blade Runner 2049” “Dunkirk” “A Forma da Água” “Star Wars: Os Últimos Jedi” Melhores efeitos visuais “Blade Runner 2049” “Guardiões da Galáxia – Vol. 2” “Kong – A Ilha da Caveira” “Planeta dos Macacos – A Guerra” “Star Wars: Os Últimos Jedi” Melhor maquiagem “O Destino de uma Nação” “Extraordinário” “Victoria & Abdul” Melhor documentário “Abacus: Small Enough to Jail” “Ícaro” “Last Man in Aleppo” “Strong Island” “Visages, Villages” Melhor curta-metragem “DeKalb Elementary” “My Nephew Emmett” “The Silent Child” “The Eleven O’Clock” “Waty Wote/All of Us” Melhor curta de animação “Dear Basketball” “Lou” “Negative Space” “Garden Party” “Revolting Rhymes” Melhor curta documentário “Heroin(e)” “Edith + Eddie” “Heaven is a Traffic Jam on the 405” “Knife Skills” “Traffic Stop”

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Netflix divulga teaser com Robin Wright da temporada final de ‘House Of Cards’
Data: 06/03/2018

A última temporada da série política será focada em Claire Underwood após a demissão de Kevin Spacey. Os episódios ainda não têm data de estreia

Durante a transmissão do Oscar na noite deste domingo (4), a Netflix pegou todo mundo de surpresa e lançou um teaser da última temporada de House Of Cards. O vídeo, de 30 segundos, faz um passeio pela Casa Branca, até chegar no Salão Oval, onde Claire Underwood (Robin Wright) nos diz que “está apenas começando”. Devido à demissão de Kevin Spacey da Netflix após as acusações de assédio contra ele, os últimos episódios da série política serão focados em Claire e não em Frank, como aconteceu nas temporadas anteriores. A plataforma de streaming, entretanto, não comentou o que acontecerá com o presidente Underwood neste novo plot. A última temporada de House Of Cards ainda não tem data de estreia.

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Emoji – O Filme vence o Framboesa de Ouro de pior filme de 2017
Data: 06/03/2018

Filme foi o mais "premiado" da noite, levando quatro troféus

Na véspera do Oscar, sempre são escolhidos os vencedores do Framboesa de Ouro, filmes considerados os piores do ano passado. Em um páreo duro, a animação Emoji – O Filme foi considerado o Pior Filme do Ano. O filme levou outros três prêmios: Pior Parceria em Tela, Pior Diretor e Pior Roteiro. Entre os demais “premiados” estão Tom Cruise e Kim Basinger que levaram os prêmios de Pior Ator por A Múmia e Pior Atriz Coadjuvante por Cinquenta Tons Mais Escuros. A premiação dos piores do ano foi até uma “surpresa”: muita gente esperava que os outros filmes mais indicados – Transformers: O Últimos Cavaleiro e Cinquenta Tons Mais Escuros – fossem fazer um limpa. No fim das contas, o filme de romance erótico levou só mais um prêmio (Pior Imitação, Remake ou Sequência) e a franquia dos robozões de Michael Bay escapou incólume.

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Porchat quer Fábio Jr., Leonardo e Emílio Surita em seu sofá
Data: 01/03/2018

Apresentador adiantou as novidades da terceira temporada do Programa do Porchat, que estreia na próxima segunda-feira (5)

Mais de 500 entrevistados já passaram pelo sofá do Programa do Porchat ao longo das 243 gravações em quase dois anos no ar. Fábio Porchat quer mais e sonha com alguns nomes para a terceira temporada, que estreia na próxima segunda-feira (5) na Record TV. — Quero muito entrevistar Fábio Jr., Leonardo, Emílio [Surita]... acho que todo mundo quer entrevistar o Silvio Santos. Queria poder entrevistar o Faustão, seria maravilhoso. Enquanto os convidados dos sonhos não vêm, o apresentador adianta os nomes confirmados para os próximos programas. — Felipe Massa e Cacá Bueno, além da entrevista, vamos fazer uma corrida de carrinho de mão com eles. Maitê Proença, Jojo Todynho, José Junior (do AfroReggae), Rodrigo Pimentel, que inspirou o Capitão Nascimento, do Tropa de Elite. Há um ano e meio no ar, Porchat comemora o fato de os entrevistados estarem mais abertos para participar da atração. — Uma coisa que sinto é a receptividade dos convidados, eles estão muito mais afim de vir, de estar aqui, de fazer brincadeiras. Acho que, no início, tem muito mais desconfiança. Depois de um ano e meio fazendo o programa, funcionando e as pessoas vendo, agora as pessoas já chegam perguntando: "O que você vai aprontar pra mim?". Elas já querem participar, fazer brincadeira, já estão mais pré-dispostas a fazer as palhaçadas que a gente faz. Porchat adianta, inclusive, uma das brincadeiras que está prevista para ir ao ar é com Maitê Proença. — Ela deu uma entrevista recentemente falando que limpou privada na Índia e isso mudou a vida dela. Então, a gente fez uma brincadeira com ela, da guerra dos tronos, e colocou umas privadas, produtos de limpeza... é uma bobagem, mas uma bobagem divertida que todo mundo, inclusive ela, entra na brincadeira. Quadros de sucesso O humorista também ressalta que Emergente como a Gente, Teste Vocacional e o quadro em que ele visita a casa de alguns telespectadores para conferir se eles estão vendo o programa continuam. Além disso, a banda Pedra Letícia e o humorista Paulo Vieira seguem na atração. Segundo Porchat, em time que está ganhando não se mexe. — De um modo geral a gente continua fazendo o programa do jeito que ele é, porque está muito no trilho. As coisas estão funcionando, estão dando certo, de público, de crítica... então, o programa continua nessa linha de ter jogos, brincadeira, monólogo inicial. Porchat também fez uma autoavalição sobre esse período como apresentador. — Eu sinto, olhando a primeira entrevista que fiz lá com a Sasha, que estou entendendo como a coisa funciona. Já vejo uma evolução e fico feliz com isso. Política em pauta Em ano de eleição presidencial, o comediante também pretende trazer os candidatos para serem sabatinados no programa, respeitando a lei eleitoral. Além disso, Porchat vai fazer piada da situação ao sugerir a candidatura de alguns famosos. — Inspirado na candidatura do Luciano Huck e do Dr. Rey, a gente vai lançar duas candidaturas de pessoas famosas, por exemplo, Anitta e Mr. Catra, quem seria o melhor presidente? Os comediantes vão defendê-los e a plateia é quem vai decidir. Vamos brincar com a coisa política, mesmo não entrando no viés político. Disputa com a concorrência Porchat diz que faz questão de acompanhar os programas de Danilo Gentili e Pedro Bial e acha importante que outros talk shows estejam no ar na televisão brasileira. Para ele, isso instiga a todos produzirem algo melhor. O apresentador fala de sua preocupação com os números de audiência. — Quero ganhar, claro. Quero dar muita audiência, quero ir muito bem, não quero ir mal. Ah, o programa deu três pontos, que m.... Ah, deu seis, que ótimo. Tenho certeza que o Danilo e o Bial também querem ganhar. Mas está tão maleável isso, a audiência depende de tanta coisa. Se chover em São Paulo dá mais audiência, sabe assim? Às vezes você faz um programa que você acha maravilhoso, vai mal. Você acha mais ou menos, vai bem.

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Arthur Aguiar garante que faz sexo todos os dias com Mayra Cardi: 'Não falta um dia sequer'
Data: 01/03/2018

Casado com a ex-BBB Mayra Cardi desde dezembro do ano passado

No ar como o geólogo Diego, em “O Outro Lado do Paraíso”, Arthur Aguiar garantiu a uma seguidora que não tem o mesmo problema de seu personagem, que acabou de se casar com Melissa (Gabriella Mustafá) e propôs à mulher que os dois mantenham um relacionamento sem sexo, porque quer que ela continue “pura”. Casado com a ex-BBB Mayra Cardi desde dezembro do ano passado, o ator contou a uma seguidora que os dois fazem sexo todos os dias. Questionado pela internauta em uma rede social se o seu relacionamento na vida real também era “sem sexo”, Arthur Aguiar respondeu: “Fica tranquila que isso não falta um dia sequer”. Leia mais: Ana Hickmann dá selinho no filho e deseja ‘bom dia’ para os fãs Globo vai produzir minissérie sobre Hebe Camargo Mayra Cardi e Arthur Aguiar assumiram o namoro em julho de 2017 e apenas dois meses depois já estavam planejando o casamento. A cerimônia terminou acontecendo em dezembro e foi uma surpresa para o ator, já que a life coach organizou tudo sem ele saber. “Na verdade a gente se casou no civil. A gente já ia se casar no civil no dia 20, mas como fui escalado para gravar a novela no Jalapão por dez dias, a gente ia ter que adiar e deixar para o ano que vem. Lógico que fiquei muito feliz de gravar a novela, mas fiquei triste por ter que adiar o casamento que eu queria muito. Achei que não dava mais para casar neste ano, mas ela trouxe o cartório até a nossa casa e fez esse dia ser inesquecível e único. Realmente não esperava, mas estou muito, muito, muito feliz“, explicou ele no Instagram, na ocasião.

Link Notícia: https://br.yahoo.com/vida-estilo/arthur-aguiar-garante-que-faz-sexo-todos-os-dias-com-mayra-cardi-nao-falta-um-dia-sequer-185726907.html

Crueldade de Sophia mãos de tesoura mantém pancadão da novela
Data: 27/02/2018

Na última semana, com o desfecho do caso do delegado pedófilo, novela de Walcyr Carrasco bateu recorde semanal em São Paulo, com 42 pontos de média por dia

Sophia está se consolidando mesmo como meme. O terceiro assassinato da vilã-mor de O Outro Lado do Paraíso a tesouradas – nesta segunda-feira, ela mandou o capanga Rato (Cesar Ferrario) para o além – inundou as redes sociais de montagens em que Edward Mãos de Tesoura, o estranho personagem vivido por Johnny Depp no filme de Tom Burton, ganha o rosto da megera interpretada por Marieta Severo. Apesar das risadas da plateia, a cena foi pesada, com requintes de crueldade, e manteve a tensão que vem deixando espectadores colados à TV no horário da novela de Walcyr Carrasco. Na semana passada, com o desfecho do caso do delegado pedófilo, Vinicius (Flavio Tolezani), condenado no tribunal e assassinado na prisão, o folhetim das 9 da Globo recorde semanal na Grande São Paulo, com 42 pontos de média por capítulo, segundo o Ibope. O índice é 11 pontos percentuais maior que o da semana de estreia da trama. No Rio, a média alcançou dois pontos a mais: 44.

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Filmes que concorrem ao Oscar 2018 retratam o pior da sociedade americana
Data: 27/02/2018

O pior da sociedade norte-americana, de certa maneira, está representado em produções que concorrem na categoria de melhor filme do Oscar, com questões que incluem racismo, sociopatias, misoginia e drogas

É quase uma revisão do passado acompanhar as tramas e os tratamentos reservados aos nove filmes indicados ao Oscar, em 2018. Sete dos longas revelam dados e traços da sociedade mundial, pela ótica do cinema de Hollywood. Se as narrativas poderiam ser datadas, os cineastas à frente dos concorrentes demonstram habilidade na exposição de abordagens atentas à nossa realidade. Postura política, machismo, compulsão e desvio de comportamento passam pelo exame minucioso dos diretores preocupados ainda, numa generalização, com racismo e xenofobia. “O cinema é um espelho da realidade e é também um filtro”, observa um personagem de Me chame pelo seu nome, um dos concorrentes a melhor filme. O romance gay apresentado na fita, com ação filmada na Itália, é, com a dobradinha de filmes sobre a Segunda Guerra (Dunkirk e O destino de uma nação), exemplar fora da curva das escolhas da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas que favorece abordagens norte-americanas, por excelência. Mas, ainda assim, os três filmes acusam traços de solidariedade, nacionalismo e individualismo, tão discutidos na América de hoje. A discussão de direitos humanos (em Três anúncios para um crime), o empoderamento feminino (gritante em títulos como The Post, Lady Bird, A forma da água, Três anúncios para um crime e Trama fantasma) e a tríade que sempre gera interesse em filmes hollywoodianos — sexo, drogas e violência — embalam muitos dos longas. Da paranoia da guerra à repressão social (contra gays e negros) que move parte de A forma da água, passando pelas estabelecidas ferramentas de controle social (vistas em Corra!, permeado de racismo e manipulação mental), o cinema trilhado pelo Oscar ainda chama a atenção por dar atenção a temas como desemprego (Lady Bird), nascimento de sexualidade (Me chame pelo seu nome e Lady Bird) e conjunturas de imigração (Trama fantasma e Três anúncios para um crime). Três anúncios para um crime Uma cidade pequena com enormes problemas está analisada no mais recente filme de Martin McDonagh. A bandeira dos EUA tremula em cada esquina, e tudo parece deturpado em relação à América perfeita. Há desprezo por crime hediondo (de uma moça morta, ao ser estuprada), homossexuais são vítimas de preconceito, estrangeiros são olhados de lado, a polícia é acomodada e o machismo assola. O impacto, num tratamento de choque, caberá a Angela (Frances McDormand), empenhada em justiçar a filha morta. Gente queimada, tortura em plena tarde e racismo compõe o cenário do pesado e irônico drama. Me chame pelo seu nome Ao sul da Itália, uma família revela os ideais progressistas derivados de uma formação globalizada. “Nós somos judeus, mas também americanos, italianos e franceses. Uma combinação atípica”, enfatiza o jovem Elio, que se mostra apaixonado pelo ajudante do pai, Oliver. Cores berrantes criam o clima oitentista, em que os protagonistas encaram o amor. Fumam enquanto flertam e se despem de fato para a câmera. A léguas dos EUA, a ação traz um diálogo no mínimo pontiagudo: ao saber da nacionalidade de Oliver, norte-americano, uma mulher dispara — “não significa que ele seja burro”. Corra! Em quadro, um bairro se mostra sem violência — até que um negro é arrastado para dentro de um carro. Na primeira cena, o diretor Jordan Peele imprime o tom: vai falar de racismo. Os pais da pretendente de um jovem negro darão uma festa em que desfilam barbaridades, como “preto está na moda”, que associam à “tendência” o namoro de um jovem casal. Na trama, a mocinha, empoderada, enfrentará um policial e haverá lutas corporais que chegarão à violência gráfica pesada. Outro fator contemporâneo em cena será o uso de hipnose e de massificação para melhor aproveitamento do “porte e genética” dos negros. Lady Bird: É hora de voar Há um quadro numa cena em mansão de luxo, no enredo de Lady Bird, que estampa os dizeres “América: País de Regan”. Em tom ácido, a protagonista censura uma dose de radicalismo da amiga, com um “não seja tão republicana”. O ano retratado na trama é o de 2003, com Bush no poder, a Guerra do Iraque em curso e a vida da jovem Lady Bird de pernas para o ar: contestadora, ela desacredita da religião, inaugura a vida sexual e abraça modelos de revistas e de padrões que não condizem com ela, como o sonho de estudar na Costa Leste. O filme fala da deturpação do ideal de baile de formatura, fundamental aos EUA. A forma da água No conto de Guillermo del Toro, o ambiente incerto da Guerra Fria se instaura até mesmo na leitura de um pensamento do dia estampado num calendário: “A vida é tão somente o afogamento dos nossos planos”. Na via contrária, vem o otimismo previsto para a América, na cena em que o vilão da trama encoraja o filho a acreditar na possível e futura existência de “mochilas voadoras”. O vilão, que tortura o objeto de adoração da mocinha da fita (um misto entre homem e peixe), apresenta uma cartilha do politicamente incorreto — é machista, se julga superior, além de praticar assédios moral e sexual. Trama fantasma Uma mulher bêbada cai de cara na mesa, numa festa da sociedade londrina. Voltando aos meados dos anos de 1950, o diretor Paul Thomas Anderson propõem moldes de polidez e elegância que contrastam com a visão grotesca da citada festa. Individualista ao cubo, o protagonista do longa é Reynolds, um tipo ensimesmado e que cria regras até mesmo para tomar o café da manhã. No ambiente ordenado, a violência que se instaura brota do psicológico, na rotina de uma imigrante modelo conviver com Woodcock, entre jogos e bebidas. O destino de uma nação O palco para o filme de Joe Wright é a Inglaterra e os primórdios da Segunda Guerra. No centro das estratégias britânicas, o primeiro-ministro Churchill defende ideologias presentes em outros filmes indicados ao Oscar: há de discursos sobre liberdade a combate a fascistas, passando pela indisposição na negociação de paz. Churchill fuma charutos incessantemente, bebe na cama, além de se afundar em comidas gordurosas, na fita em que chama a atenção visões retrógradas e machistas. A secretária de Churchill sente restrições, como o impedimento de estar no Gabinete de Guerra. The Post: A guerra secreta Sede por informações movem boa parte do filme de Steven Spielberg, que se debruça na relação com a opinião pública e com o descaso do Estado em apresentar verdades sobre os palcos de guerra. “Nossos leitores são líderes, são educados e exigem mais. Qualidade e lucratividade andam de mãos juntas”, defende a dona do The Washington Post, Katharine Graham , que, por muitas vezes, remeterá ao empoderamento das mulheres. Spielberg mostra um jogo de solidariedade e apoio entre órgãos de imprensa que desmascaram posturas “justas e pacíficas” nas eternas ladainhas americanas. Dunkirk A carga de violência mais aparente no filme do indicado ao Oscar Christopher Nolan é visual, mas em grandes proporções. Ele não particulariza feridos e ferimentos, graficamente, como visto nos vencedores do Oscar Platoon e Guerra ao terror. O que pesa no filme é a tensão e o espetáculo de três frentes de ataques e defesa: o ar, o mar e a terra são destacados numa ação encadeada de modo raro. Valores defendidos pela América, como o da solidariedade — na união de barcos civis empenhados no resgate de 400 mil homens entram em primeiro plano, que traz ainda focos de heroísmo e de mazelas.

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Ex-marido de Britney Spears pede reajuste de pensão após shows bem sucedidos da cantora
Data: 27/02/2018

Kevin Federline recebe US$ 20 mil pela guarda compartilha dos dois filhos que tem com a popstar, Sean, de 12 anos, e Jayden, de 11

De acordo com informações da revista Us Weekly, o advogado de Kevin Federline, ex-marido de Britney Spears, enviou uma carta aos representantes da cantora solicitando um reajuste em sua pensão. O dançarino recebe US$ 20 mil pela guarda compartilha dos dois filhos que tem com a popstar, Sean, 12, e Jayden, 11. O reajuste foi solicitado após saírem o lucro das apresentações de Britney Spears em Las Vegas. Enquanto fez sua residência de shows na cidade, a cantoria teria somado uma quantia de US$ 137 milhões. O advogado de Federline alega que o valor pago ao dançarino hoje é o mesmo de quando a cantora teve uma baixa de lucros e que, como hoje a situação é outra, sua pensão também deve ser atualizada. As duas partes pretendem entrar em um acordo sem acionar a Justiça. Britney Spears e Kevin Federline foram casados de 2004 a 2007, quando a popstar começou a entrar em colapso emocional.

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Casamento de Whindersson e Luísa Sonza terá show de Alok e padrinhos famosos
Data: 27/02/2018

Dentre os convidados estão nomes como Anitta, Angélica e Luciano Huck, Bruna Marquezine e Neymar, e as irmãs Simone e Simaria, que serão madrinhas do casal

O casamento do youtuber Whindersson Nunes, 23, e Luísa Sonza, 19, acontece na próxima quarta (28) na praia de São Miguel dos Milagres, em Alagoas. Pé na areia, a cerimônia deve acontecer na requisitada Capela dos Milagres, que será equipada com uma tenda para receber os convidados. “Foi uma decisão mútua, os dois sempre tiveram o sonho de casar na praia”, diz Sonza. Segundo a cantora, a festa foi planejada para cerca de 300 pessoas e será intimista. “Por enquanto estou tranquila, acho que no dia vou ficar mais nervosa. Whindersson já disse que está meio nervoso, sonhou a noite toda com o casamento”, brincou a noiva. Sonza comenta que foi um desafio alinhar as agendas, naturalmente lotadas. Para complicar, ela está no meio da gravação de um EP. “Mas a gente deu um jeito, cada um fez uma parte até que deu certo e está tudo pronto!” “Convidamos nossos amigos, pessoas importantes da nossa vida”, acrescentou. Dentre os convidados, estão nomes como Anitta, Angélica e Luciano Huck, Bruna Marquezine e Neymar, e as irmãs Simone e Simaria, que serão madrinhas do casal. Quando questionada se espera alguma surpresa do noivo, ela ri. “Quem sabe, né? Ele é imprevisível, mas disse que está feliz, fala o tempo todo sobre o casamento”, comenta. A música ficará por conta do DJ Alok, acompanhado de MC Kekel. A festa está marcada para começar às 15h e terminar 13 horas depois, perto das 5h. A equipe de organizadores está sendo encabeçada por três pessoas, segundo o portal de notícias “UOL”: a decoradora Kessia Tabosa, da Paraíba, o cerimonialista Wallace Albuquerque, de Curitiba, e o chefe de segurança Marcio Avelino, do Rio de Janeiro. O cardápio será assinado pelo chef Wanderson Medeiros e trará pratos da culinária local e opções veganas. O vestido de Luísa será assinado por Lethicia Bronstein, a mesma estilista que desenhou o “look” de casamento de Ticiane Pinheiro. A lua de mel será nas Ilhas Maldivas, mesmo destino de Ticiane Pinheiro e César Tralli.

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Walton Goggins deve estrelar seriado de LA Confidential
Data: 22/02/2018

Ele será o detetive Jack Vincennes nesta versão pra a TV

O ator Walton Goggins, veterano de Os Oito Odiados, Justified, Sons of Anarchy, e muitos outros, vai estrelar o seriado de LA Confidential. Ele fará o detetive Jack Vincennes. Em Los Angeles – Cidade Proibida, filme original de 1997, o papel pertencia à Kevin Spacey. A trama gira ao redor de uma atriz, um detetive e um repórter ligados por uma série de crimes. O resto do elenco principal ainda não foi revelado. O filme original foi estrelado pro Spacey, Guy Pearce e Kim Basinger.

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Jaspion vai ganhar filme brasileiro
Data: 22/02/2018

Longa recebeu aprovação da Toei e produção da Sato

Parece 1º de abril, mas não é. O Jaspion, herói japonês super popular no Brasil nos anos 1980, vai ganhar um filme brazuca. Para celebrar os 30 anos do herói tokusatsu no Brasil pela TV Manchete, a Sato Company vai rodar um filme por aqui, estrelado por brasileiros. De acordo com o Omelete, Nelson Sato, o CEO da empresa, quer modernizar o visual do personagem e abusar dos efeitos especiais.”Estamos bastante empolgados com a produção”, disse ele, “Para nós é uma honra”. O filme também tem o aval da Toei, produtora original do Jaspion. “Este é o melhor momento para lançarmos o filme. São 110 anos de imigração japonesa para o Brasil e 30 anos da série”, declarou o diretor da companhia, Yusei Nagamatsu. Com previsão de estreia para 2019, o elenco deve ser anunciado só em agosto durante as comemorações dos 110 anos da imigração japonesa no Brasil.

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Pantera Negra supera bilheteria de Liga da Justiça em apenas quatro dias
Data: 22/02/2018

Filme arrecadou apenas nos EUA mais de US$ 235 milhões

A Marvel tem mais um motivo para comemorar: o filme do Pantera Negra, além de liderar as bilheterias no final de semana, já conseguiu superar a bilheteria arrecadada por Liga da Justiça em apenas quatro dias. Segundo o Box Office Mojo, o rei T’Challa já atraiu US$ 235 milhões em bilheteria nos EUA. Já o filme da Liga arrecadou, em todo o seu período de exibição, US$ 228,6 milhões na terra do Tio Sam. Globalmente, o filme da DC/Warner continua à frente, tendo arrecadado US$ 657 milhões. Porém, o herói da Marvel se aproxima: pelo mundo, o filme já acumula US$ 419 milhões.

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Ivete Sangalo é confirmada na próxima temporada de ‘The Voice Brasil’, diz colunista
Data: 22/02/2018

Segundo Flávio Ricco, do site UOL, a decisão de manter a cantora baiana - bem como os outros três jurados do reality - é da Globo e da direção do programa

Segundo informações do colunista Flávio Ricco, do site UOL, Ivete Sangalo já está mais que confirmada na próxima temporada do The Voice Brasil. Além dela, Michel Teló, Lulu Santos e Carlinhos Brown também continuam em suas cadeiras. “A decisão de continuar com o atual quarteto é da Globo e da direção do programa”, escreveu Ricco. Esta será a segunda temporada de Veveta na versão “gente grande” do reality show musical. Até então, ela estava nas cadeiras do The Voice Kids, mas trocou de lugar com Claudia Leitte. Os novos episódios de The Voice Brasil ainda não têm data de estreia. Mas com certeza será depois da licença maternidade de Ivete.

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