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Notícias da Cidade

Operação da Polícia Civil prende sete suspeitos de tráfico de drogas
Data: 19/04/2018

A ação, que começou por volta das 21h desta quarta-feira (18), ocorreu no Guarujá, na Baixada Santista de São Paulo

Sete homens foram presos em uma operação coordenada da 4ª DISE (Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes), no Guarujá, na Baixada Santista. A ação começou por volta das 21h de quarta-feira (18). Os policiais civis investigaram a ação da quadrilha por três meses, até desencadear a operação. A delegada titular da 4ª DISE, Leslie Caram Petrus, informou que 30 agentes participaram da ação, que ocorreu em comunidades do Guarujá e em um galpão, onde a quadrilha armazenava as drogas, que seriam transportadas para o exterior, pelo Porto de Santos. Entre os sete presos, um deles tinha seis mandados de prisão expedido. Cinco criminosos já responderam por outros crimes como tráfico de drogas, homicídio, furto e roubo. A Polícia encontrou um caminhão com 222 kg de cocaína em um caminhão contêiner dentro de um galpão. A droga seria levada ao Porto de Santos. Os policiais também apreenderam cinco carros, sendo um deles uma BMW, um fuzil e uma pistola calibre 45. Durante a ação, os criminosos trocaram tiros com os policiais e um dos agentes acabou ferido no pé, por estilhaços da bala. Ele foi levado para um hospital da Baixada Santista, que não foi informado, mas passa bem. Apenas parte da quadrilha foi presa, de acordo com a delegada, uma vez que alguns criminosos fugiram ao perceber a ação da Polícia. Petrus afirma que as investigações não terminaram e a equipe vai realizar novas diligências para localizar o restante da quadrilha.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/sao-paulo/operacao-da-policia-civil-prende-sete-suspeitos-de-trafico-de-drogas-19042018

Chacina no ABC: quatro são mortos ajoelhados com tiros na cabeça
Data: 17/04/2018

Crime aconteceu na noite de segunda-feira (16) por volta de 23h14, em frente a uma lanchonete no bairro Montanhão, de São Bernardo do Campo

Chacina aconteceu na noite de segunda-feira (16) em São Bernardo do Campo Edu Silva / Estadão Conteúdo / 17.04.2018 Quatro homens foram executados a tiros na noite da última segunda-feira (16), no bairro Montanhão, em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo. De acordo com informações do repórter Alvaro Zanotti, da Record TV, moradores contaram que a lanchonete tinha fechado há poucos minutos na rua Edson de Queiroz, quando os quatro ficaram conversando sentados na calçada. Logo em seguida, às 23h14, duas motos pararam e os caronas desceram armados. Após uma breve discussão, as vítimas foram rendidas e ajoelhadas. Posteriormente, foram executados com tiros na cabeça. Segundo o boletim de ocorrência, Diego da Silva Macedo, o "Barrão", de 22 anos, trabalhava na lanchonete e o aniversário dele foi ontem (16). Ele celebrava a data com os amigos, Rafael André Borges, 25, Edival Alves da Lima Júnior, 23, que já foi preso por roubo, e Cássio de Almeida Santos, de 23 anos. Assim que ouviram os tiros, os vizinhos acionaram a polícia, mas, quando os agentes do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) chegaram, os jovens já estavam sem vida. Alguns deles participaram de grupos de vendas e trocas de peças de motos em redes sociais. Os moradores da região acreditam que o crime pode estar ligado ao roubo de motos, mas o caso será investigado pela polícia. O boletim de ocorrência informa que não foram localizados com as vítimas nenhum aparelho celular e apenas uma delas, o Barrão, estava com sua carteira. Entretanto, "não foi possível apurar se os celulares e carteiras foram roubadas ou se as vítimas não os portavam". Por meio de nota, a SSP (Secretaria de Segurança Pública), "testemunhas estão sendo ouvidas e diligências estão em andamento para identificar e prender os autores do crime". O boletim de ocorrência foi registrado no 1º Distrito Policial de São Bernardo do Campo.

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França assume governo de SP com objetivo de ficar no cargo em 2019
Data: 06/04/2018

Filiado ao PSB desde 1988, o vice-governador de São Paulo foi vereador, duas vezes prefeito de São Vicente e duas vezes deputado federal

O vice-governador de São Paulo, Márcio França (PSB), toma posse neste sábado (7) à frente do Estado com a oficialização da candidatura de Geraldo Alckmin à Presidência. Determinado na busca pela reeleição, ele tenta se tornar o primeiro nome de fora do PSDB a comandar o Estado desde 1994. França, que ainda busca pelo apoio tucano para concorrer ao pleito, garante que aprendeu com seu antecessor que "governar é fazer as escolhas certas". “É preciso fazer a escolha das pessoas certas para o lugar certo”, afirmou ele há algumas semanas. Nascido na cidade de Santos, litoral de São Paulo, em 1963, o vice-governador é filiado ao PSB (Partido Socialista Brasileiro) desde 1988. Antes de assumir o comando do cargo no executivo, França foi vereador, duas vezes prefeito de São Vicente e duas vezes deputado federal. Advogado por formação, ele iniciou sua carreira no movimento estudantil durante o curso de direito da Universidade Católica de Santos. Durante a formação, ele foi presidente do Diretório Acadêmico e da Junta Governativa do Diretório Central dos Estudantes da instituição. França é casado com a professora Lúcia França, tem dois filhos, um deles o deputado estadual Caio França, e dois netos. Luta pela reeleição Para as eleições deste ano, tentará ser eleito e se firmar no cargo de governador. Para isso, França pode ter que se aventurar em uma candidatura sem o apoio do PSDB, partido de Alckmin, que está no cargo já há 24 anos. Diante da situação, o presidente do PSDB-SP, Pedro Tobias, se manifestou contrário ao apoio à candidatura de França e ameaçou expulsar prefeitos e lideranças locais que apoiarem o atual vice-governador na disputa interna do partido. Tucanos históricos, com o Barros Munhoz, duas vezes presidente da Assembleia Legislativa e líder dos governos José Serra e Geraldo Alckmin, e o vereador Mário Covas Neto já mudaram de sigla em apoio a França. O vice-governador afirma que sua coligação para a disputa ao cargo de governador já teria 13 partidos: PSB, Avante, Solidariedade, Podemos, PV, PPS, PR, PHS, PSC, PROS, PPL, PRP e PMB. Distribuição de cargos À frente do governo de São Paulo com a saída de Alckmin para a disputa da presidência, Márcio França comandará as 25 secretarias estaduais até dezembro. A equipe, que começou a ser montada em fevereiro, tende a abrir as portas para siglas ignoradas pela gestão do PSDB, como PR e PROS. Entre os cargos, o PR deve ser convidado a comandar a pasta de Logística e Transportes, responsável por algumas das principais obras do Estado, como o Rodoanel e a nova Tamoios. O PROS, por sua vez, garante que o apoio a França não leva em conta a participação no governo como contrapartida. Na Secretaria de Emprego e Relações do Trabalho, comandada por José Luiz Ribeiro, do Solidariedade, o orçamento deve engordar a pedido do presidente do partido, o deputado Paulinho da Força. Apesar de já ter encaminhado alguns nomes, França deve realizar as substituições nas pastas gradativamente, conforme os atuais integrantes deixem seus cargos para disputar as eleições ou ocupar uma vaga na equipe de campanha de Geraldo Alckmin.

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Homem esfaqueia enfermeira até a morte e é preso assistindo TV
Data: 02/04/2018

De acordo com os policiais, o suspeito confessou o crime e foi preso na noite de domingo (1°). A ocorrência foi registrada no 10º DP de Osasco

Um homem matou a esposa com golpes de faca em Osasco, na região metropolitana de São Paulo, na noite do último domingo (1°). O suspeito foi preso enquanto assistia televisão e confessou o crime aos policiais. Segundo informações da Record TV, o casal estava em casa, localizada no bairro Helena Maria, por volta de 20h30, jantando, quando começou a discussão — uma vez que o homem, de 30 anos, desconfiava que estava sendo traído. A vítima, a enfermeira Rosimiram da Silva, de 39 anos, confessou que de fato estava tendo relação extraconjugal. Em seguida, o homem a esfaqueou até a morte. Duas horas depois, o homem mandou mensagem para a filha da esposa, que mora em Guaratinguetá, interior de São Paulo, contando o que tinha acontecido. A filha da vítima, então, acionou a polícia até o endereço da mãe. Quando os policiais chegaram ao local, o suspeito estava na sala assistindo televisão. Ele confessou o crime e se entregou. Os vizinhos da casa contaram que as brigas eram quase diárias. O suspeito já foi preso por não pagar pensão alimentícia uma vez, além de queixas contra ele por agressão. A ocorrência foi registrada no 10º distrito policial de Osasco

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Mulher tem braço amputado ao ser atropelada por embarcação
Data: 02/04/2018

O modal foi autuado pela Marinha do Brasil e a Capitania dos Portos de São Paulo está investigando o caso

Uma mulher teve o braço amputado ao ser atropelada por uma embarcação na Praia da Enseada, no Guarujá, cidade do litoral de São Paulo, neste domingo, dia 1º. A vítima foi encaminhada para o Hospital Santo Amaro, onde passou por cirurgia, e o seu estado de saúde é estável. De acordo com informações do Grupamento de Bombeiros Marítimo, ela e o marido estavam praticando "stand up paddle" quando uma lancha, que rebocava uma boia estilo banana boat, passou por cima deles. O homem não foi atingido. Identificada como Thais Souza Machado, de 26, moradora de Campinas, a jovem foi socorrida por um jet ski particular que estava próximo ao local e depois encaminhada ao hospital pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). O GBMar forneceu os primeiros socorros e trabalhou na tentativa de busca do membro amputado pela embarcação, porém não obteve sucesso. Segundo o órgão, a área é demarcada como saída e entrada de embarcações, porém tem livre acesso aos banhistas. De acordo com a assessoria do Hospital Santo Amaro, a paciente permanece internada e, na manhã desta segunda-feira (2), o seu boletim médico apontou estado de saúde estável. A embarcação foi autuada pela Marinha do Brasil. A Capitania dos Portos de São Paulo está investigando o caso. Até a publicação desta matéria, o órgão não havia se pronunciado sobre o assunto.

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Mulher tem braço amputado ao ser atropelada por embarcação
Data: 02/04/2018

O modal foi autuado pela Marinha do Brasil e a Capitania dos Portos de São Paulo está investigando o caso

Uma mulher teve o braço amputado ao ser atropelada por uma embarcação na Praia da Enseada, no Guarujá, cidade do litoral de São Paulo, neste domingo, dia 1º. A vítima foi encaminhada para o Hospital Santo Amaro, onde passou por cirurgia, e o seu estado de saúde é estável. De acordo com informações do Grupamento de Bombeiros Marítimo, ela e o marido estavam praticando "stand up paddle" quando uma lancha, que rebocava uma boia estilo banana boat, passou por cima deles. O homem não foi atingido. Identificada como Thais Souza Machado, de 26, moradora de Campinas, a jovem foi socorrida por um jet ski particular que estava próximo ao local e depois encaminhada ao hospital pelo SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência). O GBMar forneceu os primeiros socorros e trabalhou na tentativa de busca do membro amputado pela embarcação, porém não obteve sucesso. Segundo o órgão, a área é demarcada como saída e entrada de embarcações, porém tem livre acesso aos banhistas. De acordo com a assessoria do Hospital Santo Amaro, a paciente permanece internada e, na manhã desta segunda-feira (2), o seu boletim médico apontou estado de saúde estável. A embarcação foi autuada pela Marinha do Brasil. A Capitania dos Portos de São Paulo está investigando o caso. Até a publicação desta matéria, o órgão não havia se pronunciado sobre o assunto.

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Operação do Bope deixa um morto na Rocinha nesta segunda (26)
Data: 26/03/2018

Clima volta a ficar tenso na comunidade após morte de oito pessoas no final de semana; ação da PM tem tiroteio intenso e apreensão de um fuzil

Após a morte de oito pessoas no último sábado (24), tiros voltaram a ser registrados na favela da Rocinha, zona sul do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (26). Ao menos uma pessoa morreu, segundo a Polícia Militar, durante confronto. Os agentes também apreenderam munições e um fuzil. Segundo os moradores, o confronto é intenso e ocorre no ponto conhecido como 199. Nesta manhã, agentes do Bope (Batalhão de Operações Especiais) fazem uma operação na comunidade. Na manhã de sábado, oito pessoas foram mortas na Rocinha. A Polícia Militar informou que as vítimas eram suspeitas e foram alvejadas durante confronto com o Batalhão de Choque, porém as circunstancias das mortes ainda são investigadas pela DH (Divisão de Homicídios). Também no sábado, os moradores da Rocinha se despediram de Antonio Ferreira da Silva, de 70 anos, conhecido na comunidade como Marechal. O idoso foi morto na última quarta-feira (21), junto com o policial militar Felipe Santos de Mesquita, de 28 anos. Na ocasião, criminosos atacaram a base da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora), de acordo com informações da PM. Guerra do tráfico Desde setembro de 2017, a Rocinha é alvo de operações constantes em razão de uma guerra entre traficantes pelo controle da venda de drogas na comunidade. Segundo o Disque Denúncia, um dos lideres da Rocinha é o traficante Leandro Pereira da Rocha, conhecido como "Bambú", de 28 anos. Ele responde por diversos crimes como, tráfico de drogas, associação para a produção e tráfico, dano qualificado, resistência, homicídio qualificado, roubo majorado e crimes do sistema nacional de armas. Além disso, constam três mandados de prisão contra Leandro. Mais de 100 presos Em pouco mais de seis meses após o reforço na segurança, ao menos 52 pessoas morreram na Rocinha. Segundo o balanço da Polícia Militar, a maior parte das vítimas (48) seriam criminosos. Houve ainda a morte de dois policiais militares, um morador e uma turista espanhola. Foram registrados ainda a prisão de 105 pessoas e apreensão de 22 menores. Entre 18 de setembro e a manhã desta segunda, mais de 110 armas foram apreendidas. Entre elas três submetralhadoras, seis espingardas, 39 fuzis e 65 pistolas, além de 71 granadas e mais de duas toneladas de drogas.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/operacao-do-bope-deixa-um-morto-na-rocinha-nesta-segunda-26-26032018

'Parecia que eu era ladrão': clientes se unem e compram mercadoria de ambulante que seria apreendida
Data: 23/03/2018

Os agentes anunciaram que o ambulante não tinha autorização e dezenas de pessoas se uniram para inibir a ação dos fiscais e policiais.

Policiais militares, guardas civis e fiscais da prefeitura cercam um homem de avental branco que carregava uma caixa de isopor cheia de sucos e salgados em Montes Claros (MG). Os agentes anunciaram que o ambulante estava vendendo produtos sem autorização em uma praça no centro da cidade e que tudo seria apreendido. Inconformadas com a situação, dezenas de pessoas se uniram para inibir a ação dos fiscais e policiais. O grupo passou a segui-los, insistindo para que não punissem o ambulante, aos gritos de "deixem ele trabalhar". A cena foi registrada na tarde da última quarta-feira e viralizou nas redes sociais. Ao ver que os fiscais estavam prestes a carregar toda a mercadoria, um homem de camiseta vermelha os ignora e estende a mão com uma nota de R$ 2. Ele diz que vai comprar uma garrafa de suco, sem se importar com a presença dos policiais. A ação desencadeia uma reação em cadeia nas pessoas ao redor, que também passaram a tirar notas do bolso e entregar para o ambulante. Chorando, Leonardo Ferreira Soares, de 44 anos, juntava as notas amassadas em suas mãos e, em poucos minutos, todo o material que seria apreendido foi distribuído entre as pessoas. "Juntou umas 30 pessoas em volta de mim. Algumas só queriam me ajudar. Teve gente que me deu nota de R$ 10 e nem pegou nada. Eu fiquei chorando de emoção e também passei a distribuir os sucos e salgados para quem não tinha me dado nada", disse Soares em entrevista à BBC Brasil. Um dos vídeos publicados no Facebook sobre o caso já foi compartilhado mais de 125 mil vezes e visto mais de 3 milhões. Uma das imagens que circulam na internet foi feita pela atendente Andreia Aparecida Santos quando voltava do trabalho. "Sempre vejo ele ali com suas vendas. Foi muito triste e revoltante ver uma coisa dessas. Eu só não comprei nada porque estava sem dinheiro, senão teria ajudado também", disse à BBC Brasil. Durante a ação, os guardas municipais tentaram levar não só a caixa de isopor e bandejas cheias de salgados fritos, mas também o carrinho de ferro que o vendedor usa para transportar os produtos. Com uma das pernas quebrada em dois lugares (tíbia e tornozelo), o ambulante diz caminhar uma hora de sua casa até a praça todos os dias. "O que fizeram comigo foi desumano. Parecia que eu era um ladrão. Eu fiquei só chorando. Eu não ia brigar com eles, não sou de briga. O que mais me incomoda é que para tirar o lixo da praça, não aparece ninguém, mas para tirar um trabalhador veio uma multidão", disse Soares. Procurada, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Montes Claros informou por telefone que a operação foi legítima, com a intenção de coibir a venda "desenfreada de produtos irregulares". "A ação foi feita em conjunto com a Polícia Militar, Receita Federal e Estadual. Não teve nada de irregular", disse um assessor. A reportagem perguntou por e-mail à prefeitura qual a frequência e quantidade de produtos apreendidos na região, mas não recebeu nenhuma resposta. Soares conta que vende os produtos há quatro anos no mesmo ponto e que esta foi a primeira vez que tentaram levar as mercadorias. "Todo dia acordo cedo para fritar tudo e distribuir em padarias e pequenos comércios. Por volta das 13h, eu saio de casa com o carrinho lotado. Ando uma hora e meia com pelo menos 60 kg para economizar a passagem de ônibus e eles querem tomar tudo. Por que tratam um trabalhador assim?", disse o vendedor ambulante. Sem gás de cozinha e dívida de R$ 20 mil Desempregado há quatro anos, Leonardo Soares diz que o trabalho como ambulante foi a única alternativa que encontrou para conseguir sustentar ele e a esposa e pagar o aluguel de R$ 350 da casa onde vivem. Ele disse que sua intenção era conseguir pelo menos R$ 100 para comprar o gás de cozinha para sua casa, que tinha acabado. "Eu trabalhava como vendedor na zona sul de São Paulo e me mudei para cá depois que me desentendi com meu irmão. Até tentei montar uma lanchonete em Montes Claros, mas não deu certo e ainda fiquei com uma dívida de quase R$ 20 mil, que não consegui pagar até hoje", conta ele. Soares conta que vende sucos de acerola, laranja, umbu e siriguela, além de pastéis e bolinhos de mandioca recheados de carne, frango e bacalhau. Na casa dele, porém, não é sempre que tem carne. "Eu já comi arroz puro porque não tinha mais nada. Numa situação dessas e ainda queriam apreender até meu carrinho, meu instrumento de trabalho. Minha vontade era apenas trabalhar para poder ter água e luz na minha casa. Se eu tivesse um emprego registrado, seria muito melhor do que ter de passar por isso", afirmou. Soares conta que até mesmo o ex-prefeito comprava seus sucos, comprava e ainda distribuía. Mas afirma que as ameaças dos fiscais municipais são constantes. "Eles sempre dizem que vão pegar minhas mercadorias. Esse é um dos motivos que me fazem pensar se eu volto a trabalhar. Hoje, eu sentei na cama e fiquei chorando porque não sei o que fazer. Tenho medo de voltar lá e passar esse constrangimento de novo", diz Soares. "Eu não trabalho como ambulante por opção. Eu trabalho porque não tenho o que fazer. Com certeza, trocaria por qualquer outro emprego".

Link Notícia: https://noticias.r7.com/cidades/parecia-que-eu-era-ladrao-clientes-se-unem-e-compram-mercadoria-de-ambulante-que-seria-apreendida-22032018

Ameaças aterrorizam quem denuncia violência policial em Acari
Data: 15/03/2018

Parte das denúncias veio da vereadora Marielle Franco, morta nesta quarta. Moradores dizem que violência do 41º Batalhão aumentou com intervenção

Desde que o governo federal anunciou a intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, há um mês, as incursões do 41º Batalhão da Polícia Militar, considerado o mais letal do estado, tornaram-se mais constantes e violentas, segundo ativistas e moradores de Acari, na região norte do Rio. As mesmas vozes contam que quem ousa denunciar a truculência dos policiais passa a sofrer ameaças. Uma das pessoas que denunciou a violência da PM em Acari foi a vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada a tiros nesta quarta-feira (14), no Estácio, região central, embora ela não tinha sido ameaçada, segundo os seus companheiros do PSOL. “Precisamos gritar para que todos saibam o está acontecendo em Acari nesse momento. O 41° Batalhão da Polícia Militar do Rio de Janeiro está aterrorizando e violentando moradores de Acari”, escreveu a vereadora em postagem no último domingo (10). No dia seguinte, um domingo, a Ponte esteve na comunidade, localizada a 25 quilômetros do centro da capital. A viagem de metrô com uma baldeação dura mais de uma hora. Ao chegar, uma passarela de pedestres está bloqueada. Bem embaixo, um carro das Forças Armadas e quatro oficiais fazem guarda. No último domingo (11), a famosa feira de Acari acontecia. Um dia típico de verão, e o calor de 36 graus, abafado, era o prenúncio da chuva que cairia à tarde. Tudo em uma aparente normalidade. No sábado, porém, os moradores viveram momentos de terror que, segundo eles, antes eram exceção e agora têm virado regra. A comunidade foi despertada por volta das 6h com muitos tiros e a chegada de três caveirões, veículos blindados usados pela PM em incursões nas favelas. “Era muito tiro, muito tiro mesmo. Eles estavam quebrando portões, entrando em casas sem mandado, fotografaram moradores e identidades, em alguns lugares quebraram móveis. Eles andavam pelas ruas da comunidade, e isso eu posso falar com propriedade porque aconteceu na minha rua, gritando que só iriam embora quando matassem três, quatro, por aí”, relata Buba Aguiar, moradora e integrante do coletivo Fala Akari. Para Buba, depois do anúncio da intervenção, a sensação é que as operações da PM aumentaram em número e violência. “Os policiais estão se sentindo muito mais a vontade. Sempre se sentiram, mas agora estão muito mais para fazer o que estão fazendo. É sábado, domingo, não tem dia nem hora”, desabafa. O ato de fotografar rosto e identidades de moradores com o celular foi vista no final de fevereiro, em operação dos militares na Vila Kennedy, Vila Aliança e Coreia. Quem coordenou a operação foi o Comando Militar do Leste, justamente de onde veio o interventor General Walter Braga de Souza Netto, que, com a intervenção, passou a comandar a pasta da segurança pública do estado carioca. “A gente não aguenta mais a atuação desse batalhão [41º BPM, de Irajá, que atua na região]. A situação de Acari está insuportável, mas a gente fica com um questionamento que é o seguinte: a gente vai pedir o fim desse batalhão? Se os policiais vão ser redistribuídos e vão acabar com a vida das pessoas em outros locais?”, pondera. De acordo com o aplicativo Fogo Cruzado, que mapeia tiroteios no RJ de forma colaborativa, em 7 dias, foram registrados 5 tiroteios em Acari. Eram desse batalhão os 4 policiais militares acusados de participar da chacina em Costa Barros, quando mais de 100 tiros foram disparados e 5 jovens foram mortos. E eram do mesmo 41º os participantes de uma operação da PM que resultou na morte da estudante Maria Eduarda Alves da Conceição, de 13 anos, dentro da escola, em março do ano passado. Amedrontados, moradores desabafam apenas com a condição de anonimato. Muitos relatam que têm vivido sobressaltados e, a qualquer barulho de caminhão, já imaginam que é o caveirão chegando. “A gente não sabe o que vai acontecer daqui meia hora. Sinto que aumentaram, sim [as incursões da PM após o anúncio da intervenção federal]. Quase todos os dias acontece e são horários que tem criança indo pra escola, pra creche, trabalhador saindo para trabalhar. A gente não tem mais expectativa de vida”, desabafa um morador. À Ponte, Buba Aguiar relatou que, na semana anterior, havia sido ameaçada por dois policiais militares enquanto bebia num bar em Vista Alegre, também na zona norte. Segundo ela, o PM que estava no banco do carona a chamou pelo nome, perguntou o que ela fazia ali e disse: “Toma cuidado, hem, porque Vista Alegre é bem perigoso, às vezes saem uns tiroteios aqui”. “Isso é uma ameaça?”, perguntou Buba, segundo o seu relato. “Não, imagina, só estou te avisando porque a pista tá salgada, como vocês dizem”, teria respondido o policial. Jovens mortos Muito próximo de uma das entradas da comunidade, um grupo de fiéis saía da missa. No muro amarelo, em letras vermelhas, o nome da igreja: Nossa Senhora de Nazaré e Santos Martires Ugandenses. Conta a história do catolicismo, que no final do século XIX, 45 homens negros foram mortos pelo rei Mwanga II por serem cristãos. As mortes aconteceram com requintes de crueldade, tendo alguns deles sido queimados vivos. Quase que como uma macabra analogia, não muito longe da igreja que presta homenagem aos santos africanos, na segunda-feira da semana anterior (5), dois moradores da comunidade foram mortos, segundo testemunhas, por policiais do 41º Batalhão. “Reginaldo e Eduardo, jovens, negros, lindos e cheio de vidas. Um deles muito amigo meu e com quem eu tinha passado parte da tarde do domingo. Eles estavam saindo para trabalhar. Os corpos foram deixados perto do rio Acari”, relata, sem conter as lágrimas, Buba. “Não é guerra às drogas. É guerra aos negros pobres. Negros e pobres. Porque o negro não é pobre pelo fato de simplesmente ser pobre. Ele é pobre pelo fato de ser negro”, pontua. De acordo com os dados mais recentes do ISP (Instituto da Segurança Pública), de 2016, os 463 mortos em decorrência de intervenção policial têm majoritariamente esse perfil: 96,54% são homens, 62,2% têm entre 17 e 24 anos e 75% são negros ou pardos. Outro lado A Ponte procurou, por e-mail, a Polícia Militar do Rio de Janeiro para comentar a atuação do 41º Batalhão da PM, mas até o momento não se pronunciou.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/ameacas-aterrorizam-quem-denuncia-violencia-policial-em-acari-15032018

A noite em que o R7 caiu no 'pancadão' do Grajaú, em São Paulo
Data: 06/03/2018

A reportagem esteve no baile funk da 'Favela da ZR' (zona sul da capital), interrompido com violência pela Polícia Militar numa noite de sexta

As ruas que costumam receber milhares de jovens nas noites de sextas-feiras e sábados, no bairro conhecido como Favela da ZR, região do Grajaú (zona sul de São Paulo), foram tomadas pela violência de policiais militares da Força Tática do 50° BPM/M (Batalhão de Polícia Militar Metropolitana), na última sexta-feira (2). O R7 foi ao baile funk para conversar com moradores, comerciantes e com jovens que participam da festa para saber o que o evento — que tem se tornado um dos mais frequentados pela juventude da região — representa para quem vive no local. A repressão policial, no entanto, impediu que as entrevistas fossem realizadas. Pelo menos três ruas da favela tiveram vítimas de golpes de cassetete, spray de pimenta e outros tipos de violência praticados pelos policiais militares. Centenas de jovens conseguiram correr e escapar, mas quem se recusou ou não conseguiu fugir apanhou. A ação contou com cerca de 10 policiais em três carros da Polícia Militar. A reportagem conseguiu identificar dois veículos e enviou o registro para a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo) e para a assessoria de comunicação da polícia. A violência dos PMs não foi exclusivamente contra os jovens que participavam do pancadão. O dono de um dos bares da rua também foi vítima de agressão. O homem, que preferiu não falar com o R7, foi jogado por um PM para dentro do estabelecimento com a seguinte ordem: “Fecha essa b... logo, c...”. O sócio do comerciante, que foi agredido, tem 51 anos e mora na favela há mais de duas décadas. Ele disse estar acostumado com esse tipo de situação. Para ele, os policiais são “folgados e abusam demais”, mas os participantes do baile funk “não respeitam e, às vezes, passam dos limites”. A reportagem usou o estabelecimento como refúgio para escapar dos golpes indiscriminados dos policiais militares contra quem estivesse na rua. No entanto, um PM ainda tentou impedir o uso do comércio como abrigo durante a segunda ação da Força Tática na favela: "'Rapa' fora daí, meu. Vai, c...", gritou o PM. A Polícia Militar esteve na favela duas vezes. Na primeira, entre 1h e 1h30, realizou buscas de placas de veículos que estavam no local e abordagens pessoais, sem nenhum registro de violência física. A ação repressiva aconteceu na segunda ida, entre 2h10 e 4h30. Veículos que estavam no local, alguns vendendo bebidas e outros tocando músicas, foram danificados na ação. “Isso não acontece sempre, não. É só quando mudam os policiais e eles querem mostrar serviço”, disse um estudante de 16 anos que participava do pancadão. Violência policial repetida O R7 já havia noticiado uma agressão da Polícia Militar dentro da Favela da ZR durante a manhã de 21 de janeiro deste ano. Na ocasião, a agressão de pelo menos quatro policiais militares contra um homem foi registrada em um vídeo feito por morador. O vídeo registra um PM jogando um objeto, aparentemente um capacete, dentro do córrego de onde a vítima foi retirada antes das agressões. Sobre esta ocorrência, à época, a SSP-SP disse que a Polícia Militar instaurou procedimento para apurar a conduta dos policiais militares envolvidos na ação, com base nas imagens enviadas pela reportagem. Sem retorno da polícia Sobre os fatos da última sexta-feira, o R7 pediu o posicionamento da SSP-SP, além de ter questionado sobre o motivo das agressões e se houve algum preso e materiais apreendidos na ação. O pedido foi feito por e-mail, às 15h18 desta segunda-feira (5), e até, a publicação desta reportagem, não houve retorno. Os questionamentos também foram feitos à assessoria de comunicação da Polícia Militar menos de uma hora e meia depois, às 16h43. O R7 também perguntou se o procedimento adotado na Favela da ZR, presenciado pela reportagem, é o padrão para terminar bailes funks. A assessoria não respondeu. Assim que a SSP-SP e a PM responderam, o posicionamento será acrescentado nesta reportagem.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/sao-paulo/a-noite-em-que-o-r7-caiu-no-pancadao-do-grajau-em-sao-paulo-06032018

Sete suspeitos de integrar milícia são presos na Baixada Fluminense
Data: 06/03/2018

Com eles, foram apreendidos fuzis, pistolas, uma granada, munições, mais de R$ 3 mil, 10 celulares, além de dois carros roubados que foram recuperados

Agentes da Corregedoria Interna da Polícia Militar prenderam, nesta segunda-feira (5), sete suspeitos de integrar uma milícia que atua em Campo Grande e em Santa Cruz, na zona oeste do Rio, e na Baixada Fluminense. Segundo a PM, um dos suspeitos se identificou como fuzileiro naval. As prisões ocorreram em um galpão de uma empresa de gás localizado na estrada Gonçalves Dias, no bairro da Posse, em Nova Iguaçu. Com eles, foram apreendidos dois fuzis, sete pistolas, uma granada, munições, mais de R$ 3 mil, dez celulares, cadernos de anotações com a contabilidade da milícia, além de dois carros roubados que foram recuperados.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/sete-suspeitos-de-integrar-milicia-sao-presos-na-baixada-fluminense-05032018

Assaltantes fortemente armados explodem carro-forte na BR-040
Data: 06/03/2018

Armados com fuzis, os criminosos ainda explodiram uma granada para parar o veículo

Enquanto seguia pela BR-040, um carro-forte foi surpreendido por criminosos fortemente armados na tarde desta segunda-feira (5). O veículo, que se deslocava no sentido Paracatu/MG e Cristalina/GO, foi atingido por disparos de fuzil vindos de uma Toyota Hilux SW4, no momento em que passava por uma parte íngreme da rodovia, na km 142. Os assaltantes, encapuzados, ainda explodiram uma granada para parar o carro-forte, que ficou completamente danificado. Realizando o transporte de valores, haviam quatro funcionários, que passam bem, apenas o motorista foi ferido levemente no rosto por estilhaços de vidro. Durante a ação, os vigilantes foram rendidos e tiveram duas carabinas .12, quatro revólveres e coletes à prova de balas levados pelos criminosos. Além das armas, os assaltantes também levaram três malotes de dinheiro, de valor ainda não conhecido, porém, os vigilantes disseram que não se tratava de um grande valor. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), além da Toyota, uma Renault Duster deu apoio aos criminosos, fechando a rodovia para que nenhum veículo interrompesse a ação. Após o crime, os homens abandonaram a Toyota no km 149, depois da Base da Via 040 e fugiram na Duster. A SW4, com placas de Cristalina/GO, tem ocorrência de roubo/furto na mesma cidade na data do último sábado (3). A placa estava com caracteres alterados e pintados. A Delegacia de Polícia Civil de Cristalina/GO investiga o caso. Até às 20h, ninguém havia sido preso.

Link Notícia: http://www.jornaldebrasilia.com.br/cidades/assaltantes-fortemente-armados-explodem-carro-forte-na-br-040/

Skatista é morto por segurança de posto de gasolina
Data: 06/03/2018

O jovem estava separando a briga entre o segurança e um amigo, quando o homem sacou uma arma e matou o garoto

Um jovem skatista foi morto com dois tiros por um segurança de um posto de gasolina, na avenida Regente Feijó, na Vila Formosa, zona leste de São Paulo, no noite do sábado passado (3). Segundo Gabriel Frizarim, amigo da vítima, Marcos Tonioli Suco, 17, os dois estavam andando de skate com outros amigos no posto de gasolina. Até que o segurança, Francisco Paulo, que estaria embriagado durante o serviço, foi reclamar com os jovens e mandou eles irem embora do local. Um dos amigos foi discutir com o segurança e Tonioli tentou parar a discussão. Nesse momento, o segurança sacou um revólver e disparou dois tiros nas costas de Tonioli. De acordo com Frizarim, o jovem Tonioli foi socorrido por policias que chegaram ao posto pouco tempo depois dos tiros. Os oficiais levaram o garoto para o pronto socorro do Hospital da Vila Alpina, mas ele não resistiu e morreu. O suspeito fugiu e até o momento não foi localizado.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/sao-paulo/skatista-e-morto-por-seguranca-de-posto-de-gasolina-05032018

PF apreende 355 kg de droga em aeroporto em menos de 60 dias
Data: 01/03/2018

Na tarde de quarta (28) e madrugada de hoje (1°), quatro pessoas foram presas por tráfico de entorpecentes no Aeroporto Internacional de Guarulhos

A Polícia Federal prendeu cinco pessoas entre a tarde de quarta-feira (28) e a madrugada desta quinta-feira (1°), no Aeroporto Internacional de São Paulo. Destas, quatro por posse de drogas e um desembarcando com 52 aparelhos celulares não declarados. Somente em janeiro e fevereiro, o órgão apreendeu 355 kg de drogas somente com passageiros no aeroporto. Na tarde de ontem (28), um brasileiro desembarcou de voo procedente de Orlando, nos Estados unidos, e, ao passar pelo canal de inspeção “nada a declarar”, foi selecionado por servidores da Receita Federal para inspeção das bagagens e busca pessoal. Com o passageiro foram encontrados seis celulares novos e, ocultos dentro de uma CPU de computador, havia mais 46 aparelhos. Os policiais federais foram acionados e o suspeito, de 37 anos, foi preso pela tentativa de iludir o pagamento dos impostos devidos sobre os produtos que ocultava. O valor estimado dos produtos apreendidos é de 35 mil dólares. No final da noite, agentes abordaram duas passageiras, brasileiras de 32 e 25 anos, que aguardavam na sala de embarque para voo com destino a Frankfurt, na Alemanha. Nas bagagens foi detectada a existência de material suspeito. Dentro de fundos falsos encontrados nas malas das passageiras havia, somados os volumes, quase 16 Kg de cocaína. As mulheres, que confessaram saber o que transportavam, foram presos. Já na madrugada de hoje (1°), foram realizadas outras duas prisões por tráfico internacional de drogas. Com um homem, nacional da Palestina e 23 anos, policiais encontraram seis volumes contendo cocaína. A droga estava oculta nos puxadores das malas. O total apreendido somou mais de um quilo. O destino da droga era a cidade de Beirute, no Líbano. Uma passageira, que desembarcou de voo procedente da cidade de Casablanca, no Marrocos, foi abordada por servidores da Receita Federal que localizaram um volume contendo um pó suspeito nas estruturas de sua mala. Os policiais federais foram acionados e a suspeita, uma brasileira de 27 anos, foi presa após os peritos identificarem o pó como anfetamina, cujo volume total superou dois kg. A PF no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, registra um volume apreendido de 355 Kg de drogas nos dois primeiros meses do ano somente com passageiros, sendo que 43 % deste volume foi apreendido com pessoas do sexo feminino. Em 2017, nesse mesmo período, o volume apreendido com passageiros totalizou 152 Kg. Os presos serão encaminhados aos presídios estaduais onde permanecerão à disposição da Justiça

Link Notícia: https://noticias.r7.com/sao-paulo/fotos/pf-apreende-355-kg-de-droga-em-aeroporto-em-menos-de-60-dias-01032018#!

Os Piratas do Amazônia: os ribeirinhos
Data: 01/03/2018

Exclusivo! Câmera Record revela detalhes inéditos sobre o caso e investiga como agem as quadrilhas que impõem medo aos ribeirinhos

O último episódio da websérie Os Piratas da Amazônia revela as principais vítimas dos piratas da Amazônia: os moradores de comunidades ribeirinhas. Famílias destruídas pela violência dos criminosos. E que, na ausência do Estado, precisam se defender por conta própria. Só no Pará, foram 104 ataques de piratas em 2017, segundo a polícia. Já o número de assaltos nos trechos Manaus-Belém e Manaus-Porto Velho quadruplicou de 50, em 2015, para mais de 200, em 2016, segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Aquaviários do Amazonas. A Sintraqua estima que, por ano, o prejuízo com os roubos seja superior a R$ 100 milhões. Mas os mais afetados são os ribeirinhos, assustados com o terror imposto pelos piratas, que sequestram e matam inocentes. Em depoimento emocionado, viúva destaca o grau de violência usado na morte do marido. "Nem cachorro você mata como mataram o meu marido". E mais: você vai saber como um homem se defende dos piratas: "Eu peguei a espingarda, fiz a pontaria e atirei". É imperdível! É exclusivo! E você só vê aqui, no Câmera Record, nesta quinta, logo depois do Jornal da Record "Os Piratas da Amazônia".

Link Notícia: https://noticias.r7.com/brasil/os-piratas-do-amazonia-os-ribeirinhos-01032018

Suspeito de chefiar quadrilha envolvida em mais de 50 homicídios é preso
Data: 27/02/2018

Cássio passava por empresário para despistar a polícia

Um homem suspeito de chefiar uma quadrilha de tráfico de drogas envolvida em mais de 50 homicídios no estado da Bahia foi preso em Sergipe. Cássio dos Santos Oliveira, conhecido como “Cassinho”, de 30 anos, estava com 10 mandados de prisão em aberto. As informações são da Polícia Civil. Cássio foi localizado na sexta-feira (23), em uma casa onde residia, no bairro Alecrim, na cidade de Estância (SE). A polícia disse ter chegado até o suspeito depois de identificar uma loja de confecções pertencente à companheira dele, na mesma cidade. Ele se passava por empresário para despistar a polícia. A quadrilha, que segundo a polícia era chefiada pelo suspeito, atuava em Vila de Abrantes, Catu de Abrantes, Jauá e Arembepe, na região metropolitana de Salvador. No momento da prisão, foi encontrado com Cássio um revólver calibre 38, com munição. A arma, conforme a polícia, será submetida a comparação balística para verificar se foi utilizada em algum dos crimes investigados. Após ser interrogado, o suspeito foi trazido para Salvador e encaminhado ao sistema prisional.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/bahia/suspeito-de-chefiar-quadrilha-envolvida-em-mais-de-50-homicidios-e-preso-27022018

Usuários da Trensurb reclamam de falta de manutenção nas estações Esteio e São Luís
Data: 27/02/2018

Queixas estão ligadas a problemas de iluminação e nas estrutura dos terminais

Usuários da estação de trem Esteio e da São Luís, em Canoas, reclamam da falta de iluminação nas passarelas que dão acesso às bilheterias e da ausência de manutenção nas estruturas de espera de ônibus. O estudante de Jornalismo e morador de Esteio Rodrigo Jankoski comenta que está perigoso transitar à noite pela passarela, também usada como acesso ao bairro Novo Esteio. Notícias >> Cidades27/02/201808:26 Atualização: 08:33 Usuários da Trensurb reclamam de falta de manutenção nas estações Esteio e São Luís Queixas estão ligadas a problemas de iluminação e nas estrutura dos terminais A Trensurb informou que tramita um pregão eletrônico para contratação serviços de engenharia | Foto: Fernanda Bassôa / Especial / CP A Trensurb informou que tramita um pregão eletrônico para contratação serviços de engenharia | Foto: Fernanda Bassôa / Especial / CP 0Comentários Fernanda Bassôa Usuários da estação de trem Esteio e da São Luís, em Canoas, reclamam da falta de iluminação nas passarelas que dão acesso às bilheterias e da ausência de manutenção nas estruturas de espera de ônibus. O estudante de Jornalismo e morador de Esteio Rodrigo Jankoski comenta que está perigoso transitar à noite pela passarela, também usada como acesso ao bairro Novo Esteio. PUBLICIDADE inRead invented by Teads Moradora de Canoas, Mari Lúcia Larroza, que usa o trem diariamente, afirma que a estrutura que sustenta o terminal dos ônibus está deteriorada, enferrujada e corroída. Segundo ela, a iluminação e o telhado também estão precários. “Já fiz solicitações e reclamações para a empresa metroviária, mas até agora nada foi feito”, relata. A Trensurb informa que atualmente está sem contrato de manutenção para atender a essas demandas, mas que no momento tramita um processo de pregão eletrônico para contratação de prestação de serviços de engenharia para manutenção predial nas edificações componentes da planta metroviária. Isso abrange as instalações elétricas de baixa tensão, instalações hidrossanitárias, pneumáticas e de combate a incêndio, além de manutenção de infraestrutura e sinalização visual. Segundo a empresa, se o processo tiver êxito, a previsão de assinatura do contrato é até o fim de março.

Link Notícia: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/Cidades/2018/2/643426/Usuarios-da-Trensurb-reclamam-de-falta-de-manutencao-nas-estacoes-Esteio-e-Sao-Luis

Todo o Distrito Federal terá coleta seletiva até o fim do ano, promete GDF
Data: 27/02/2018

Governo recebeu aval do Tribunal de Contas na semana passada para continuar licitação da coleta seletiva. Prazo está mais de um ano atrasado em relação ao previsto pelo SLU

Toda a área urbana do Distrito Federal terá coleta seletiva até o fim do ano. Pelo menos é o que espera o governador Rodrigo Rollemberg. Ele celebrou, em evento com lideranças de cooperativas na manhã de segunda-feira (26/2), o aval recebido do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) para dar continuidade ao processo licitatório, aberto em abril de 2017. O procedimento escolherá uma empresa terceirizada responsável pelo serviço. Apesar da comemoração, a nova data está um ano e dois meses atrasada em relação às expectativas do Serviço de Limpeza Urbana (SLU). À época do início do certame, o órgão esperava que, até outubro daquele ano, a reciclagem cobriria 100% do DF. O orçamento inicial do projeto chegava a R$ 1,44 milhão. Com o reinício da licitação, espera-se que o DF retome, enfim, a adequação à Política Nacional de Resíduos Sólidos. Uma das metas da lei federal, aprovada em 2010, é o enfoque à reciclagem. O fechamento do Lixão da Estrutural, em 20 de janeiro, está no rol de medidas estipuladas pela legislação. Catadores começam coleta seletiva em oito regiões Na segunda-feira, Rollemberg se encontrou com presidentes de sete cooperativas que iniciam, nesta semana, os trabalhos de coleta seletiva em oito novas regiões: Itapoã, Lago Sul, Paranoá, Sobradinho, Riacho Fundo I e II, São Sebastião e Varjão. Além delas, Lago Norte e Cruzeiro Velho, que já eram atendidas pelo serviço, vão ter a área de cobertura ampliada. Cada associação recebeu investimento de R$ 32 mil do Executivo local. Essas cidades se somam a Samambaia, Brazlândia, Santa Maria, Candangolândia e Núcleo Bandeirantes, onde as cooperativas faziam a coleta. Em outras 12, o serviço é feito por funcionários contratados por empresas terceirizadas. A diferença no caso das cooperativas é que, nelas, os próprios catadores recolhem o lixo reciclável. Alguns deles já trabalhavam para as cooperativas contratadas pelo GDF. Outros atuavam no Lixão da Estrutural. Chefe do SLU pede 'mudança de cultura' Rollemberg garantiu, à época da desativação do antigo Aterro do Jóquei, que os trabalhadores teriam aumento na renda. No entanto, segundo apurou o Correio em reportagem publicada em 18/2, alguns catadores não ganhavam mais do que R$ 19 por dia nos galpões oferecidos pelo Governo. Segundo tabela definida pelo GDF e pelo SLU, eles recebem mensalmente R$ 300 por material triado, além de R$ 360 de auxílio e do lucro com a venda dos recicláveis. Os funcionários da reciclagem esperavam obter, por mês, mais de R$ 1 mil, ligeiramente acima dos R$ 954 estipulados pelo Governo Federal como salário mínimo em 2018. Em resposta, a diretora-presidente do SLU, Kátia Campos, reforçou que os catadores vão receber pagamentos que compensem a saída deles do Lixão da Estrutural. Ela atribui os valores baixos pagos até agora a uma "mudança de cultura" pela qual tanto os trabalhadores quanto os moradores têm de passar. "Os catadores têm deixado de reciclar alguns itens que eles não sabiam que eram recicláveis, como rolo vazio de papel higiênico e caixa de sabão em pó”, apontou. Kátia acrescentou que os brasilienses devem "separar com carinho" o lixo antes do descarte, para evitar que rejeitos cheguem até os galpões e contaminem materiais úteis. Catadores esperam melhorias Lideranças de sete cooperativas contratadas se mostraram otimistas com a nova fase da coleta de lixo no DF. "A gente atuava nas ruas, catando material diretamente das lixeiras. Confundiam a gente com mendigo e com ladrão", contou a catadora Cristiane Pereira, 32 anos. Ela lidera a cooperativa Recicla Brasil, responsável pela coleta seletiva no Paranoá. Os problemas relatados pelos antigos trabalhadores do Lixão da Estrutural ainda não tiraram da catadora Ana Paula Rodrigues, 32 anos, da esperança de uma vida mais confortável. Ex-detenta, ela vive com seis filhos e o marido em uma casa no Varjão, mesma cidade onde ela vai catar recicláveis. "Antes desse contrato, meus ganhos não chegavam nem a um salário mínimo. Espero tirar mais do que isso, agora", disse. 6 maneiras de contribuir com a coleta Prefira produtos com maior durabilidade para diminuir a quantidade de lixo; Tire migalhas e o excesso de alimentos ou bebidas de dentro das embalagens; Desmonte caixas de papelão para que ocupem menos espaço; Não misture pilhas, baterias e lâmpadas fluorecentes. Elas devem ser devolvidas ao comércio para não contaminar o lixo reciclável; O mesmo deve ser feito com medicamentos e seringas com agulhas. Você deve entregá-las em farmácias ou postos de saúde; Ainda não há reciclagem de vidro no DF. Por isso, ao descartar esse tipo de material, embale-o para evitar que os trabalhadores se cortem.

Link Notícia: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/02/27/interna_cidadesdf,662475/todo-o-distrito-federal-tera-coleta-seletiva-ate-o-fim-do-ano.shtml

Falso atestado de óbito impede que homem seja atendido em hospital público
Data: 27/02/2018

Agente funerário descobre atestado de óbito em seu nome, feito há 4 anos, e equívoco impede que ele obtenha atendimento médico

Em busca de atendimento médico, o agente funerário Renilson Lobato, 39 anos, foi ao Hospital Regional do Jardim Ingá, em Luziânia (GO), em 9 de fevereiro. Lá, ele acabou surpreendido com a informação de que uma declaração de óbito estava registrada em seu nome, desde 2014. Por isso, ele não poderia consultar. O agente precisava fazer uma biópsia para descobrir a gravidade de quatro cistos que apareceram em diferentes lugares do seu corpo — nas costas, no peito, no braço e na cabeça. “Foi um susto. Fiquei indignado e incrédulo. Não imaginei que poderia acontecer comigo. Nunca fiz nada de errado”, desabafou o trabalhador. Ele necessitava fazer o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS) para conseguir atendimento na unidade. Porém, não conseguiu devido ao registro da sua morte, em 25 de agosto de 2014, que constava no Sistema Informatizado de Controle de Óbitos (Sisobi), responsável por coletar informações de falecimentos dos cartórios de registro civil de brasileiros. Renilson registrou boletim de ocorrência na quarta-feira passada. Sem condições financeiras para contratar advogado, ele solicitou assistência jurídica na Defensoria Pública da União. Com o auxílio de um defensor público, o agente funerário pretende descobrir a cidade e o cartório em que o atestado de óbito falso foi emitido para reverter a situação. Como não pode pagar pelo tratamento de saúde em hospital particular e preocupado com a saúde, ele aguarda solução para o equívoco o mais rápido possível. “Como cidadão, eu tenho esse direito. O que vai acontecer se eu precisar de uma consulta de emergência? Eu não sei a gravidade desses cistos e, enquanto a situação não for resolvida, não posso consultar na rede pública. Sinto uma coceira insuportável”, queixou-se. As informações do Sisobi relativas a Renilson apareceram também no cadastro nacional de usuários do SUS, com a mensagem: “Cadastro inativado automaticamente a partir do sistema Sisobi do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social)”. O instituto informou que utiliza documentos do Sistema Nacional de Informações de Registro Civil (Sirc), que organiza dados de nascimento, casamento, óbito e natimortos. Benefícios Por meio de nota, o INSS esclareceu que, quando ocorre algum problema, o interessado deve procurar o cartório onde a declaração de morte foi registrada para que seja restaurado ou retificado o registro civil. Ainda de acordo com o instituto, nenhuma informação de falecimento, requerimento de benefícios ou quaisquer alterações no nome de Renilson foram identificados pela autarquia. Para o professor da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB) João Costa Neto, é difícil atribuir culpa ao cartório quando um atestado de óbito é feito de forma indevida. “O processo de registro de falecimentos não é complexo justamente para facilitar a vida dos cidadãos. As informações precisam ser simplificadas. A partir do momento em que uma pessoa apresenta todos os documentos necessários, o cartório dá prosseguimento ao processo da forma adequada”, explicou Costa Neto. Mas o professor ressalta que o cartório pode ser punido. “Se for comprovada negligência ou descuido, o cartório pode responder alguma ação civil. Além disso, obviamente, se a pessoa prejudicada souber quem fez a falsificação, pode ajuizar um processo contra o criminoso”, comentou. Para ele, o principal problema relacionado ao crime é a ineficiência nas investigações. “Infelizmente, com tantos assassinatos, roubos e estupros acontecendo, os crimes não violentos acabam ficando em segundo plano. Isso merece uma atenção maior, porque os criminosos acabam aplicando golpes por muito tempo”, reclamou. Resolver o problema na Justiça, contudo, não coloca um fim na questão. “Isso gera grandes dores de cabeça. A pessoa tem que sair avisando, em todos os lugares, que não morreu. Mesmo com a anulação da certidão de óbito, isso não vai poupar os constrangimentos”, disse Costa Neto. Renilson relatou que está passando por isso, ainda mais por ser agente funerário. Mesmo não levando a sério as provocações, ele se sente incomodado. “Onde eu passo, alguém faz piada. Eu levo na brincadeira, mas ninguém quer passar por uma situação como essa. Eu preciso de um documento para provar que estou vivo”, reclamou.

Link Notícia: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/02/27/interna_cidadesdf,662438/falso-atestado-de-obito-impede-que-homem-seja-atendido-em-hospital.shtml

Estações de trem amanhecem fechadas devido ao roubo de cabos
Data: 05/02/2018

Embora a situação tenha sido normalizada no começo da manhã, a empresa ressaltou que milhares de pessoas são prejudicadas por casos como esse

Trens da SuperVia tiveram seu funcionamento interrompido por cerca de uma hora e cerca de 2 mil passageiros foram prejudicados nesta segunda-feira (5) devido a um furto de 100 metros de cabos ocorrido durante a madrugada, nas proximidades da estação Campos Elísios. A circulação no ramal Saracuruna funcionou somente do trecho Central-Gramacho, deixando de realizar o trajeto Gramacho-Saracuruna e também nas extensões Vila Inhomirim e Guapimirim. Por volta de 6h10, a situação foi normalizada, com os transportes funcionando em seus trajetos normais, que têm início as 5h04. Em nota, a SuperVia ressaltou que repudia casos como este, que prejudicam milhares de passageiros que dependem do sistema ferroviário em seus deslocamentos. Além disso, afirmou que os passageiros foram avisados a todo momento através dos sistemas de áudio das estações. Gastos milionários devido ao furto Em 2017, de acordo com a SuperVia, foram registrados 450 ocorrências envolvendo furtos ou tentativa de furtos desses materiais. Por esse reincidência do crime, a empresa gasta cerca de R$6 milhões por ano com reparos e reposições dos cabos furtados.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/estacoes-de-trem-amanhecem-fechadas-devido-ao-roubo-de-cabos-05022018

Foragido por homicídio é preso no bairro América Com informações da SSP
Data: 23/10/2017

A Polícia Militar realizou nesse sábado (21), no bairro América, a apreensão de um adolescente de 17 anos

A Polícia Militar realizou nesse sábado (21), no bairro América, a apreensão de um adolescente de 17 anos e a prisão de Maycon Yuri Conceição Santos, em cumprimento à mandado de prisão, porte ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas. O suspeito tinha mandado de prisão por homicídio qualificado. Os suspeitos foram interceptados pelos policiais após uma colisão causada pelo veículo em que eles estavam. Os homens ainda tentaram fugir, mas foram detidos. Na cintura de Maycon foi encontrada uma pistola calibre 380 com 10 munições. Após diligências, os policiais lograram êxito na localização de residências utilizadas pelos infratores, culminando nas apreensões de 1 colete balístico, 1 balança de precisão, 21 trouxas de maconha, 12 trouxas de cocaína, 50 pedras de crack, 500 cápsulas para acondicionamento de cocaína e R$ 731,00, além de outros objetos. O caso foi encaminhado à Delegacia Plantonista Norte.

Link Notícia: https://a8se.com/sergipe/noticia/2017/10/127256-foragido-por-homicidio-e-preso-no-bairro-america.html

Acusado de matar DJ em festa no DF fica em silêncio durante audiência na Justiça
Data: 18/10/2017

Esta seria a primeira manifestação 'pública' de Lucas Albo sobre a morte de Yago Siik; crime aconteceu em julho, no Conic. Se juiz aceitar denúncia do MP, réu vai a júri popular.

De algemas, roupas brancas e cabeça baixa, Lucas Albo de Oliveira - acusado de matar o DJ Yago Linhares Siik, de 23 anos, após uma festa no Conic –, permaneceu em silêncio durante a audiência desta terça-feira (17) na Justiça do Distrito Federal. Esta seria a primeira vez que o acusado daria sua versão sobre a morte do jovem, em julho deste ano. Como não se pronunciou, Albo foi levado de volta ao Complexo Penitenciário da Papuda, onde está preso desde o último dia 7 de julho. A morte do DJ foi registrada pelas câmeras de segurança do Conic. (veja vídeo abaixo) Esta foi a última audiência de instrução – como é chamada a fase de oitiva do réu e testemunhas. Na próxima etapa, ainda sem data marcada, o juiz responsável pelo caso dirá se recebe ou não a denúncia feita pelo Ministério Público do DF, que aponta Albo como autor do homicídio. Se a ação for recebida, Lucas Albo se torna réu e vai a júri popular. O que diz o MP De acordo com a denúncia do Ministério Público, apresentada no dia 20 de julho, o réu "agiu por motivo torpe, usou recurso que impossibilitou a defesa da vítima e expôs as pessoas ao perigo". Lucas Albo também foi denunciado por portar arma de fogo sem autorização e por ter ameaçado e agredido a ex-namorada. Segundo o promotor do Tribunal do Júri, Marcello Oliveira, "tudo que está escrito na denúncia foi confirmado e reconfirmado pelas testemunhas ouvidas”. O representante do Ministério Público conversou com o G1 sobre o caso. De acordo com o MP, a motivação do crime e a dinâmica do crime "estão bem esclarecidas". "O réu tinha ciúmes da vítima e da, então, namorada dele. Ele foi à festa armado e abateu a vítima na porta. Podemos dizer que ele foi de caso pensado.” O que diz a defesa No início do mês, a Justiça ouviu testemunhas de defesa e de acusação do caso. Uma das primeiras pessoas a ser ouvida foi a amiga e diarista do suspeito, Thaís Moura. A mulher disse conhecer a namorada de Lucas Albo, que, segundo o inquérito, foi agredida na noite do crime. A testemunha de defesa negou ter presenciado outras agressões entre o casal e disse “nunca ter visto arma de fogo na residência”. O pai do acusado também depôs em juízo. Ele pediu perdão à família de Yago pelo “sofrimento causado” e diz “respeitar a dor dos pais”. O pai de Lucas Albo afirmou também "sofrer com a prisão do filho, já que os familiares têm passado por dificuldades”. Relembre o caso Siik, que se apresentava como DJ em Brasília, foi baleado ao sair de uma festa no Conic, em Brasília, em julho deste ano. De acordo com a polícia, foram dois tiros, dados em frente ao Teatro Dulcina de Moraes. Na época, parentes e amigos disseram que ele defendeu uma amiga da agressão do namorado antes de ser assassinado. O inquérito da Polícia Civil diz que Lucas Albo se desentendeu com a namorada durante uma festa no Conic. O réu teria passando a xingar e agredir a jovem quando Yago tentou defender a garota que era sua amiga. Testemunhas disseram que o DJ foi então agredido e ameaçado pelo estudante. Mensagens trocadas por telefone registraram as ameaças. Lucas teria saído da festa e ido até a casa da família pegar uma arma, depois voltou ao local onde ficou a espera de Yago. Ao sair, o DJ foi morto com dois tiros disparados pelo acusado.

Link Notícia: https://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/acusado-de-matar-dj-em-festa-no-df-fica-em-silencio-durante-audiencia-na-justica.ghtml

Preso suspeito de estupros em SP mostrava fotos com famosos e carros de luxo para atrair mulheres, diz vítima
Data: 18/10/2017

Adson Santos nega ter abusado e roubado 21 mulheres em SP desde 2012 e pede tratamento: 'Acusações são falsas. Quero me curar'.

ítimas que reconheceram o empresário Adson Muniz dos Santos, preso desde a semana passada suspeito de cometer uma série de estupros e roubos a mulheres em São Paulo, disseram ao G1 que ele mostrava fotos dele nas redes sociais ao lado de políticos, famosos, celebridades e ostentando uma vida de luxo, com carros importados e viagens pelo mundo, como uma 'isca' para se aproximar de quem abordava. Entre os disfarces para ganhar a confiança das vítimas, ele fingia ser produtor de TV. O homem de 34 anos nega ter cometido os crimes. "Essas acusações, a maioria delas, são falsas”, se defendeu na segunda-feira (16). A declaração foi dada aos jornalistas na frente da delegacia onde Adson foi levado algemado (veja vídeo acima). Segundo a Polícia Civil, 21 mulheres o acusam de ter sido abusadas sexualmente e roubadas por ele desde 2012. Ele também responde por estelionato e falsidade ideológica. No seu perfil no Instagram, o preso aparece em fotos, por exemplo, ao lado do prefeito do Rio, Marcelo Crivella, e do jornalista Celso Russomanno, ambos do Partido Republicano Brasileiro (PRB), sigla pela qual Adson conseguiu ser suplente de vereador por Jussiape, na Bahia, nas eleições de 2016. Instagram Até esta terça-feira (17), a conta continuava ativa com 100 publicações e 956 seguidores. Já a página dele no Facebook foi apagada. Nas fotografias, Adson também surge perto de outros políticos e jogadores de futebol. Algumas vítimas abordadas por ele contaram ao G1 que, quando não era correspondido, Adson as ameaçava com uma arma de brinquedo, mostrando um distintivo, dizendo ser policial federal. Em outras ocasiões, chegava até mesmo a dizer que era amigo do preso Marcola, Marcos Willians Herbas Camacho, uma das lideranças da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) para intimidar as mulheres. "Ele falou: 'eu sou o Adson Muniz e sou famoso, olhe minhas fotos na internet'", contou uma empresária de 50 anos que o reconheceu como o homem de terno que a abordou na terça-feira (10) perto de uma academia no Itaim Bibi, bairro de alto padrão de São Paulo. Como não deu bola, ela disse que ele a atacou gritando: 'Eu também sou amigo do Marcola'. Me puxou pelo braço, me deu um beijo na bochecha e comecei a andar rápido.” No dia 6 de outubro nos Jardins, área nobre da capital, a câmera de segurança de um estacionamento gravou a abordagem de Adson a uma motorista, que foi obrigada a fazer sexo oral e dar dinheiro ao estuprador. m outra filmagem do dia 2 de outubro, Adson aparece ao lado de uma mulher em um hotel. Ele a convenceu a fazer testes para a TV, dizendo ser influente junto a famosos. Lá, ela disse que o agressor usou uma arma para obrigá-la a tirar a roupa e a estuprou. Adson foi preso na quarta-feira (11) passada em um hotel após as vítimas divulgarem a foto dele na web. Com ele foram apreendidas uma pistola falsa e crachá com brasão da Justiça Federal e outro da TV Globo. Desde então, a 1ª Delegacia de Defesa da Mulher (DDM), no Centro, recebe diversos telefonemas e visitas de mulheres que dizem ser vítimas dele. Mais vítimas Nesta terça-feira, mais cinco mulheres devem ir à DDM para reconhecer Adson por meio de um sistema que não permite que ele as veja. Mesmo reconhecendo ser o homem que aparece nas imagens obtidas pela polícia, Adson negou ter estuprado as mulheres. “Isso não”, disse enquanto era levado para a carceragem do 77º Distrito Policial (DP), na Santa Cecília, região central, onde cumpre a prisão temporária de 30 dias. A delegada Cristine Nascimento, da 1ª DDM, deverá indiciá-lo por diversos crimes e pedir à Justiça a decretação da prisão preventiva dele, para que fique detido até seu eventual julgamento. "Ele não pode ficar solto", falou ela à imprensa. "É um predador sexual". “Meu objetivo hoje é só acabar esse pesadelo e me tratar”, afirmou Adson aos jornalistas durante uma das idas e vindas entre as delegacias, sugerindo que sofre de algum transtorno mental. “Eu também não sei o que está passando pela minha cabeça. Eu preciso de um tratamento, quero me curar”. Nascido em Livramento de Nossa Senhora, o baiano Adson não tinha passagens criminais até então. Com o ensino médio completo e solteiro, ele pretendia ser presidente do Brasil um dia, segundo seu Instagram. Nele, o homem aparece ao lado de um carro importado e os dizeres: 'Adson Presidente: o Brasil em primeiro lugar!' “! Rumo a vitória !! Depois a presidência!! Com Deus e o povo tudo é possível !!!”, escreveu Adson em uma foto dele em meio à multidão em 4 de setembro do ano passado, quando concorria a uma vaga na Câmara Municipal de Vereadores de Jussiape. Ele já havia sido vereador da cidade em 2014, quando também saiu frustrado ao não conseguir se eleger deputado federal. Fã das ideias de Donald Trump, Adson chamou de 'amigo' o futuro presidente dos Estados Unidos em 22 de agosto de 2015. “!!!boa sorte amigo!!! A América vai ser nossa!!! Estamos juntos amigo!!!!”. Viagens a Mônaco e a final da NBA, hospedagens em hotéis de luxo, são outras fotos postadas por Adson. O G1 não conseguiu localizar o advogado de Adson. Leia abaixo a nota oficial do PRB sobre a desfiliação de Adson: São Paulo, 16 de outubro de 2017 O Partido Republicano Brasileiro (PRB) desaprova e lamenta as ações criminosas cometidas por Adson Muniz Santos, acusado de uma série de estupros em São Paulo. Desde que tomou conhecimento do caso, o PRB São Paulo decidiu pela sua desfiliação do partido no dia 10 de outubro de 2017. Desde então, Adson Muniz não é mais filiado ao PRB, conforme consta no sistema FiliaWeb do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Segundo o presidente estadual do PRB em São Paulo, Sergio Fontellas, diante das graves acusações, o PRB não poderia ter tomado outra atitude que não fosse a de optar pelo desligamento. PRB – Partido Republicano Brasileiro

Link Notícia: https://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/preso-por-estupros-em-sp-mostrava-fotos-com-famosos-e-carros-de-luxo-para-atrair-mulheres-diz-vitima.ghtml

Cidade mais populosa do DF, Ceilândia sofre com violência e insegurança
Data: 09/10/2017

Moradores relatam rotina de insegurança nas ruas, principalmente em áreas mais carentes

“Não tenho vontade de sair na rua. O medo está me vencendo.” Assim, Teo Carvalho, 26 anos, resume a insegurança na maior região administrativa do Distrito Federal. Esfaqueado, agredido e assaltado, o jovem não suporta mais a violência em Ceilândia. Morador da Quadra 18 da Expansão do Setor O, ele diz que o risco está perto de casa. “Fui assaltado há dois meses, com a minha sobrinha, quando saí no portão. Levaram os celulares, fui arrastado pelo chão e ainda nos ameaçaram”, conta. Além de roubos como o sofrido por Teo, a cidade acumula histórias de latrocínio, tentativas de homicídio e estupros. Todos esses crimes registraram alta na comparação de dados divulgados pela Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social de janeiro a julho de 2016 e 2017 (veja quadro). O Correio esteve durante dois dias nas ruas de Ceilândia, nos dois batalhões da Polícia Militar e nas quatro delegacias de polícia responsáveis pela segurança local. A cada abordagem da reportagem, um olhar desconfiado, evidenciando o medo da população. No último dia 24, Teo e o marido, Ed Carvalho, 30, foram esfaqueados em uma parada de ônibus, após uma tentativa de assalto a uma adolescente. “Fomos defender a menina, mas eles (bandidos) se voltaram contra nós”, revela. Debilitado, ele levou duas facadas no peito, e o companheiro, uma nas costas. Dias antes, no Setor Habitacional Sol Nascente — considerada a maior favela da América Latina, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — o cunhado dele sofreu um espancamento após três criminosos tentarem levar a motocicleta. A violência também levou o ex-cobrador de ônibus Teo a mudar de emprego. Foi agredido por assaltantes no coletivo que cumpria uma linha circular de Ceilândia, mesmo entregando o dinheiro e o celular. “Em três anos, fui assaltado 17 vezes. Em todas, apontaram uma arma de fogo para a minha cabeça. Não aguentei”, desabafa. Hoje, ele trabalha como caixa em um restaurante do Setor de Indústrias Gráficas (SIG). Rendido e roubado há menos de um mês, o comerciante Rodrigo Pedrosa, 23, é outra vítima. Sofreu um assalto quando se preparava para fechar a lanchonete, no P Sul. Uma mulher armada o atacou por volta das 19h. “Nós a vimos aqui um pouco antes. No fim do expediente, ela veio e nos assaltou. É uma sensação de revolta”, afirma. Na ação, a criminosa levou celulares e dinheiro. Em outra loja, a menos de 200m do estabelecimento de Rodrigo, Joana (nome fictício), 55, teve quatro celulares levados por ladrões. O roubo mais recente aconteceu há cerca de um mês. A ação durou 30 minutos. “Além do dinheiro, foram mais de R$ 5 mil em prejuízo só em aparelhos de celular. A polícia sabe quem é, mas não faz nada”, lamenta. Agora, ela anda com um aparelho que nomeou como o “do ladrão”. Quando vou pegar o ônibus, eu escondo um e deixo esse daqui, caso venham me roubar”, explica. Marcas No P Norte, a situação é semelhante. Entre uma abordagem e outra do Correio, percebia-se a observação de pequenos grupos que se reuniam nas esquinas do bairro. Para andar pela cidade, é preciso atenção redobrada. Por 20 minutos, Rose (nome fictício), 57, pensou que morreria. Homens armados se fingiram de clientes no estabelecimento dela para roubar a caminhonete do filho, dias atrás. “Até hoje fecho os olhos e me lembro da arma na minha cabeça”, relata. Segundo ela, o trabalho não foi mais o mesmo. “Passei um tempo sem vir. O sentimento é de medo”, enfatiza. Os criminosos não conseguiram levar o veículo, mas deixaram marcas na vida de Rose. Ela contou à reportagem que, a partir do dia do crime, qualquer pessoa diferente que entra no comércio é motivo de pavor. “Eu fico desconfiada, nervosa. É uma sensação de morte”, descreve. Rocinha brasiliense As autoridades responsáveis pela segurança de Ceilândia também cuidam dos setores habitacionais Sol Nascente e Pôr do Sol, área considerada crítica e em espera de regularização. Assaltada três vezes em um mês, Jussara (nome fictício), que mora no primeiro condomínio, enfrenta problemas com a depressão e o medo. “Estou afastada do trabalho há três anos. Fui roubada e fiquei traumatizada”, relata a cobradora de ônibus. Segundo ela, os bandidos a reconheceram e a ameaçaram de morte. “Só fiz a ocorrência porque o motorista insistiu”, diz. A população do Sol Nascente teria se aproximado de 100 mil habitantes. A maior parte da cidade não tem saneamento básico, e poucas são as ruas asfaltadas e iluminadas. O crescimento desordenado dificulta o policiamento, fazendo com que a criminalidade avance. “Não temos como enfiar uma viatura lá dentro. O acesso é péssimo”, admite um PM. As forças policiais tentam combater a ação dos bandidos no local, mas esbarra no baixo efetivo. “Não falta delegacia, falta gente para estar nas ruas”, denuncia um policial civil. Segundo a Polícia Militar, o problema da reincidência criminal influencia, diretamente, o número de delitos. A corporação usa dados da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social (SSP-DF) para justificar a dificuldade: 37% dos presos em flagrante repetem o crime. No caso de adolescentes, o número salta para 70%. Questionada acerca do trabalho realizado na cidade, a comunicação da PM explica, em nota, que “a segurança pública abrange a atuação de diversos outros órgãos públicos e não apenas da PMDF. E que, diante disso, tem trabalhado de forma sistemática e ininterrupta em toda a região de Ceilândia”. Em nota, a SSP-DF reforçou que os índices de criminalidade têm apresentado queda em comparação ao ano passado. A pasta ressaltou ainda a importância de as vítimas sempre registrarem as ocorrências nas delegacias da Polícia Civil.

Link Notícia: http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2017/10/09/interna_cidadesdf,632326/cidade-mais-populosa-do-df-ceilandia-sofre-com-violencia-e-inseguranc.shtml

Áudios revelam pedido de socorro de médica assassinada em Vitória
Data: 09/10/2017

Áudios revelam pedido de socorro de médica assassinada em Vitória

um audio gravado pela medica milena gottardi dias antes de morrer revela o medo que ela sentia e as ameacas realizadas pelo ex marido ela morreu apos ser baleada na cabeca quando saia do hospital onde trabalhava em maruipe vitoria na noite do dia 14 de setembro na gravacao milena faz um pedido de socorro aos sogros alguem aguenta uma mulher aguenta isso nome da sogra olha pra mim e seu filho mas olha a maldade no coracao dele ele me queria a todo custo entendeu voces sabiam disso diz um trecho a conversa foi gravada dias antes da medica ser executada segundo investigacoes da policia o crime foi a mando do marido o policial hilario frasson 38 anos e do pai dele esperidiao carlos frasson 71 anos no audio ela relata que se sentia perseguida sabe o que ele fez ele colocou no meu computador de trabalho uma senha e rastreou todas as minhas conversas do whatsapp eu andava na rua e achava que estavam me seguindo diz outro trecho voces sabem o que eu fiz para conseguir um advogado me disfarcei tive que entrar no hospital e trocar de roupa porque eu sabia que tinha alguem me vigiando relatou milena sobre o que foi necessario fazer para conseguir um advogado que a auxiliasse no processo de separacao o advogado da familia renan salles falou sobre a gravacao para ele o historico de agressividade vivido por milena no casamento e cristalino e a prova robusta de agressividade do ex marido dela bem como o temor que ela sentia dele disse milena tambem relatou as ameacas que sofria eu tive que ir ao juiz para pedir para sair de casa para poupar as filhas nossas aqui as netas de voces porque ele falou aqui nessa mesa que para resolver esse problema tinha que dar um tiro na cabeca dele gritando e isso e isso gente uma mulher pode aguentar um negocio desse com um homem dentro de casa o ex marido e o ex sogro da medica estao presos tambem estao na cadeia valcir da silva e hermenegildo palauro filho que de acordo com a policia sao os intermediarios dionathas alves vieira o executor e bruno rodrigues broetto que deu apoio no crime tambem estao detidos eles dissera a policia que receberam r 2 mil para matarem milena veja a reportagem completa exibida no balanco geral

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Criminosos mascarados levam mais de R$ 15 mil de posto de combustíveis em Viana
Data: 09/10/2017

Criminosos mascarados levam mais de R$ 15 mil de posto de combustíveis em Viana

um posto de combustiveis localizado as margens da br 262 em marcilio de noronha viana foi assaltado por criminosos mascarados que invadiram o local e exigiram todo o dinheiro do cofre de acordo com o proprietario do estabelecimento mais de r 15 mil foram levados pelos assaltantes no local tambem existe uma loja de pecas e assessorios e uma lanchonete o posto e antigo na regiao e segundo o proprietario estava ha 10 anos sem sofrer um assalto trajetoria interrompida por volta das 8h30 desse domingo 08 o dono do posto preferiu nao dar entrevista mas contou que apos chegar ao local foi abordado por dois homens mascarados e armados a dupla obrigou o comerciante a leva los ate o local do cofre insistindo que havia dinheiro apos agredirem o proprietario e insistirem o cofre foi aberto e r 15 5 mil foram roubados no patio havia um terceiro comparsa que deu fuga aos outros em um carro prata a policia foi acionada e o carro utilizado pelos criminosos foi localizado pouco tempo depois as cameras de videomonitoramento do posto registraram a acao dos bandidos mas por questoes pessoais o comerciante preferiu nao liberar a divulgacao das imagens em conversa com o proprietario ele contou que acredita ter sido vigiado pelos criminosos segundo o comerciante ele ja pensa em fechar o estabelecimento para abrir outro tipo de comercio

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Dados fiscais de 2017 são apresentados pela Sefaz em audiência pública na Assembleia Legislativa
Data: 27/09/2017

Em audiência pública realizada na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa nessa terça-feira (26) a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) apresentou aos deputados uma avaliação do cumprimento das metas fiscais do exercício 2017, focando no comparati

Em audiência pública realizada na Sala das Comissões da Assembleia Legislativa nessa terça-feira (26) a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) apresentou aos deputados uma avaliação do cumprimento das metas fiscais do exercício 2017, focando no comparativo receita e despesa. O secretário Josué Modesto dos Passos Subrinho mostrou que o Estado encerrou os quatro primeiros meses do ano registrando um crescimento de 11,3% nas receitas primárias em relação ao mesmo período de 2016, enquanto que as despesas primárias também alcançaram patamar semelhante e registraram um percentual 10,5%, sendo que as despesas previdenciárias obtiveram um crescimento de 24,6% no período de apuração, resultado do crescimento no número de concessões de aposentadorias, pressionando o déficit previdenciário estadual. De acordo com Josué Modesto, no quadro demonstrativo da evolução do resultado da previdência – que compara especificamente a receita e a despesa desta rubrica – o Estado arrecadou R$ 329,4 milhões para o fundo previdenciário, para uma despesa de R$ 682,6 milhões para pagamento da folha de inativos e pensionistas entre janeiro e abril de 2017, registrando um déficit de R$ 353,2 milhões. A comparação dos resultados previdenciários de 2016 e 2017 (de janeiro a abril) aponta para uma variação de 64,8% este ano. O déficit previdenciário é o grande problema enfrentado pelo Estado. De acordo com o secretário, as despesas com a previdência estadual consumiram no primeiro quadrimestre deste ano mais de 29% das receitas, percentual superior aos valores investidos em Educação (11,84%), Segurança (11,68%) e Saúde (10,05%). FPE e ICMS “Embora as principais receitas estaduais – o Fundo de Participação dos Estados (FPE) e o Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) – tenham obtido uma performance um pouco superior ao mesmo período do ano passado, a referência do ano passado possui uma queda muito grande em relação a anos anteriores. Ou seja, os números do ano passado foram ainda piores que 2015, o que não aponta para ganhos reais na arrecadação”, mostrou Josué Modesto. Dificuldades Nas projeções da Secretaria do Tesouro Nacional, o FPE deve registrar uma redução de 4,82% até o final do ano, assim como a verba oriunda do Fundeb, que tem uma perspectiva de redução de 5,06%. “São dificuldades extras que o Estado deve enfrentar, além das que já estão postas, como a retração da economia e a queda nas vendas no comércio”, complementou Josué Modesto. Gestão Fiscal Um dos pontos destacados no relatório foi a qualidade da gestão fiscal do Estado. Embora o desempenho da economia como um todo venha prejudicando o alcance de melhores resultados na performance de Sergipe nos últimos anos, a política de ajuste fiscal implementada pelo governador Jackson Barreto obteve o reconhecimento da Secretaria do Tesouro Nacional, elevando o conceito do Estado de Sergipe no cumprimento das políticas de gestão fiscal. "A Coordenação-Geral das Relações e Análise Financeira dos Estados e Municípios, da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), elevou a nota sobre a saúde fiscal de Sergipe, alterando de “Situação Fiscal Fraca” (C+), de elevado risco de crédito, para “Situação Fiscal Boa” (B-), com risco de crédito médio. Essa reclassificação significa que o Governo de Sergipe está no caminho correto para superar a crise financeira com desempenho positivo nas medidas de redução de gastos da máquina pública e controle das despesas para o equilíbrio financeiro, destacou Josué Modesto. Sobre o Ranking da Competitividade dos Estados 2017, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), Tendências Consultoria e a Economist Intelligence Group, a avaliação dos indicadores de autonomia fiscal, capacidade de investimento, resultado nominal, resultado fiscal, solvência fiscal e sucesso da execução orçamentária do Estado de Sergipe tiveram destaque com a melhoria de desempenho. Josué Modesto informou que os indicadores referentes aos resultados nominal e primário saltaram nove posições e tiveram destaque no ranking: o resultado nominal saiu do 22º lugar para o 8º, enquanto que o primário estava no 21º em 2016 e agora está no 7º nacional. “Tivemos ainda o indicador de sucesso da execução orçamentária, que saiu do 5º lugar em 2016 para o 3º este ano e a capacidade de investimento, de 18º para 14º, o que confere ao Estado uma boa solidez fiscal”, destacou. Fonte: ASN

Link Notícia: https://a8se.com/sergipe/noticia/2017/09/125711-dados-fiscais-de-2017-sao-apresentados-pela-sefaz-em-audiencia-publica-na-assembleia-legislativa.html

Mulher baleada no Setor Bueno continua internada em estado regular
Data: 22/09/2017

De acordo com nota enviada pelo Hugo, ela passou por cirurgia ontem, está orientada, consciente, respira de forma espontânea e ainda não tem previsão de alta

Aleudiane Coimbra de Sousa, a mulher de 28 anos atingida por disparos de arma de fogo na última quinta-feira (21), no Setor Bueno, em Goiânia, continua internada em estado regular no Hospital de Urgências de Goiânia (Hugo). De acordo com nota enviada pela assessoria de imprensa da unidade, ela passou por cirurgia ontem, está orientada, consciente, respira de forma espontânea e ainda não tem previsão de alta. A Polícia Militar confirmou que continua em busca do homem que alvejou Aleudiane, no entanto, a corporação ainda não sabe sua identidade. No âmbito da Polícia Civil, ainda não está definido se o caso será apurado pelo 4º DP, devido à região onde o crime aconteceu, ou se será encaminhado à Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher de Goiânia (Deam), dada a sua natureza, que indica tentativa de feminicídio. Aleudiane foi baleada por um homem na tarde desta quinta-feira (21) na Avenida T-62. De acordo com a Polícia Militar, ela levou três tiros. Um vídeo do momento do crime, registrado por uma câmera de segurança, mostra que a vítima discutiu com seu algoz por alguns minutos antes de ser alvejada. Após atirar contra a mulher, o autor dos disparos fugiu do local e ainda não foi preso.

Link Notícia: http://www.emaisgoias.com.br/mulher-baleada-no-setor-bueno-continua-internada-em-estado-regular/

Escola realiza projeto que destaca a valorização  da educação e a ativista Malala Yousafzai
Data: 20/09/2017

egundo a Secretaria Municipal de Educação, a atividade objetivou provocar nos estudantes o interesse pela valorização da Educação tendo como exemplo Malala.

A Escola Municipal Valparaíso 1/D realizou na segunda-feira, 18 de setembro, projeto de História em homenagem a ativista Malala Yousafzai. A ação coordenada pela Diretora Luciana Moreira e Professora Rosenilde Santana Guimarães teve como tema “Malala, Uma Inspiração Para a Educação”. O trabalho que foi desenvolvido por alunos do 9º Ano destacou a vida da paquistanesa de 20 anos, que é conhecida mundialmente por lutar pela igualdade e direitos de estudo. Ela é a pessoa mais nova da história a receber um prêmio Nobel da Paz. Segundo a Secretaria Municipal de Educação, a atividade objetivou provocar nos estudantes o interesse pela valorização da Educação tendo como exemplo Malala. A jovem se tornou conhecida no mundo após ser baleada na cabeça por talibãs ao sair da escola. Ela revolucionou o Paquistão e sempre defendeu que a sociedade deve compreender que a educação é a base na formação de todo cidadão. De acordo com a secretária Rudilene Farias, o projeto também teve como meta incentivar os docentes para a leitura do livro Eu Sou Malala. “O trabalho mostra aos alunos que a democracia, igualdade, respeito, estão presentes na escola e que o aluno com a ajuda de um educador pode mudar a sua vida e a do seu próximo”, concluiu.

Link Notícia: http://www.valparaisodegoias.go.gov.br/noticia/1248-escola-realiza-projeto-que-destaca-a-valorizacao-da-educacao-e-a-ativista-malala-yousafzai.html