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Notícias da Economia

Minério de ferro dispara quase 7% na China
Data: 19/04/2018

O minério de ferro para entrega no porto de Qingdao, na China , subiu quase 4 por cento, para 68,45 dólares por tonelada.

MANILA (Reuters) - Os contratos futuros de minério de ferro na China subiramquase 7 por cento nesta quinta-feira, atingindo o seu mais alto nível em quase um mês, em meio a expectativas relacionadas a um movimento de Pequim para reduzir o volume de dinheiro que a maioria dos bancos comerciais e estrangeiros deve manter como reservas para pagar financiamentos. Isso poderia ajudar a impulsionar a demanda por aço. Mas alguns operadores também dizem que a atividade comercial especulativa pode estar por trás do aumento dos preços, com a oferta da matéria-prima do aço permanecendo elevada. Junto com o minério de ferro, outras commodities negociadas na China também tiveram alta, incluindo borracha, níquel, alumínio e zinco. O minério de ferro mais negociado na bolsa de Dalian fechou em alta de 6,5 por cento, a 475 iuanes (76 dólares) a tonelada, atingindo durante a sessão máxima de 476 iuanes, mais alto valor desde 23 de março. O anúncio do Banco Central da China sobre o corte na taxa do compulsório de bancos foi feito na terça-feira. O vergalhão de aço na bolsa Xangai subiu 2 por cento, a 3.516 iuanes por tonelada. Os estoques de minério de ferro nos principais portos da China ficaram em 160,1 milhões de toneladas em 13 de abril, não muito abaixo de um recorde 161,68 milhões de toneladas registrado ao final de março, segundo dados da consultoria SteelHome mostrou. O minério de ferro para entrega no porto de Qingdao, na China , subiu quase 4 por cento, para 68,45 dólares por tonelada. (Por Manolo Serapio Jr)

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Confiança da indústria cai em abril, diz prévia da FGV
Data: 19/04/2018

Índice de Confiança da Indústria apurado na prévia da sondagem de abril teve um recuo de 0,7 ponto em relação ao resultado fechado de março

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) apurado na prévia da sondagem de abril teve um recuo de 0,7 ponto em relação ao resultado fechado de março, para 101,1 pontos, informou nesta quinta-feira (19) a FGV (Fundação Getulio Vargas). Sob a métrica de médias móveis trimestrais, o ICI mantém a tendência de alta iniciada no segundo semestre do ano passado, com um avanço previsto de 0,5 ponto em abril. Após duas altas consecutivas, o IE (Índice de Expectativas) caiu 1,6 ponto em abril, para 101,2 pontos. Já o ISA (Índice da Situação Atual) permaneceu relativamente estável, com ligeira alta de 0,1 ponto, para 100,7 pontos. O Nuci (Nível de Utilização da Capacidade Instalada) da indústria indicou uma estabilidade na prévia de abril ante o fechamento de março, permanecendo em 76,1%, o maior patamar desde maio de 2015, quando estava em 76,6%. A prévia dos resultados da Sondagem da Indústria abrange a consulta a 794 empresas entre os dias 2 e 18 de abril. O resultado final da pesquisa será divulgado no próximo dia 26.

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Optantes pelo Simples Nacional podem aderir ao Parcelamento Especial de débitos
Data: 19/04/2018

Optantes pelo Simples Nacional podem aderir ao Parcelamento Especial de débitos

A Lei Complementar nº 162/2018 instituiu o Programa Especial de Regularização Tributária das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pert-SN), permitindo o parcelamento de débitos tributários. As empresas interessadas no parcelamento especial dos débitos devem acessar, até o dia 9 de julho de 2018, o portal eletrônico da Receita Federal do Brasil ou do Simples Nacional para solicitar a adesão ao Pert-SN. Os interessados no parcelamento especial pagarão, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da dívida consolidada, sem redução, em até cinco parcelas mensais e sucessivas, pagando o saldo devedor através das seguintes opções: a) liquidado integralmente, em parcela única, com redução de 90% (noventa por cento) dos juros de mora, 70% (setenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; b) parcelado em até cento e quarenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 80% (oitenta por cento) dos juros de mora, 50% (cinquenta por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios; c) parcelado em até cento e setenta e cinco parcelas mensais e sucessivas, com redução de 50% (cinquenta por cento) dos juros de mora, 25% (vinte e cinco por cento) das multas de mora, de ofício ou isoladas e 100% (cem por cento) dos encargos legais, inclusive honorários advocatícios. O valor mínimo das prestações é de R$ 300,00 (trezentos reais), exceto no caso dos Microempreendedores Individuais (MEIs), cujo valor será definido pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN). Fonte: CONTADORES.CNT.BR

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FMI: Brasil vai crescer mais em 2018 e 2019, mas longe da média global
Data: 17/04/2018

Fundo Monetário Internacional prevê alta de 2,3% e 2,5% da economia brasileira neste ano e no próximo ano, bem abaixo dos 3,9% no mundo

A economia do Brasil terá um crescimento maior que o esperado neste e no próximo ano, na visão do FMI (Fundo Monetário Internacional), puxado pela recuperação do consumo privado e dos investimentos, mas a performance do país ainda estará muito aquém da média global e das economias emergentes. O PIB (Produto Interno Bruto, soma de todas as riquezas produzidas por um país) do Brasil crescerá 2,3% e 2,5% em 2018 e 2019, respectivamente. Ambas as projeções são 0,4% superiores à previsão de janeiro, mostrou o documento "Perspectiva Econômica Global" do fundo, divulgado nesta terça-feira (17). "Após profunda recessão em 2015-16, a economia do Brasil voltou a crescer em 2017 (1%) e espera-se que melhore para 2,3% em 2018 e 2,5% em 2019, impulsionado por consumo privado e investimento mais fortes", trouxe o FMI em relatório. A projeção da entidade, apesar de bem melhor do que no início do ano, é mais tímida se comparada com as contas feitas por economistas no país. Pesquisa Focus do Banco Central, que coleta todas as semanas projeções do mercado, mostra que a expectativa é de crescimento de 2,76% e 3% em 2018 e 2019, respectivamente. Os números deste ano, no entanto, vêm perdendo força nos últimos meses, com dados econômicos mais fracos. Na segunda (16), por exemplo, foi divulgado que o IBC-BR (Índice de Atividade Econômica do BC), espécie de sinalizador do PIB, apresentou expansão de apenas 0,09% em fevereiro na comparação com o mês anterior, abaixo das expectativas em pesquisa Reuters com economistas. O FMI manteve a projeção de crescimento global de 3,9% tanto para este ano quanto para o próximo, ao mesmo tempo em que vê as economias emergentes e em desenvolvimento crescendo 4,9% e 5,1%, respectivamente. "Embora a alta taxa de crescimento reflita principalmente a continuidade do forte desempenho na Ásia emergente, a captação projetada mostra melhores perspectivas para exportadores de commodity depois de três anos atividade econômica muito fraca", explicou o FMI. Para a América Latina e Caribe, a expansão calculada é de 2% neste ano e de 2,8% em 2019 — 0,1 e 0,2 ponto percentual a mais do que no levantamento anterior. "A recuperação gradual do crescimento continua na América Latina e Caribe, uma região gravemente afetada pela queda nos preços das commodities em 2014–16", trouxe a entidade. O fundo também chamou a atenção para a cena política incerta, que poderá acabar em nova agenda, "inclusive no contexto das próximas eleições ou suas conseqüências imediatas em vários países (como o Brasil, a Colômbia, a Itália e o México)".

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Casa própria: nova taxa de juros gera economia de ao menos 6,5%
Data: 17/04/2018

Imóvel de R$ 450 mil fica R$ 77 mil mais barato ao final de 360 meses de financiamento, segundo levantamento exclusivo da Anefac para o R7

A redução dos juros para financiamento da casa própria com recursos da poupança, na Caixa Econômica Federal, gera economia significativa no preço final do imóvel, entre 6,5% e 7% do valor total gasto. Para especialistas, as novas regras devem aquecer o mercado imobiliário e garantir que milhares de reais fiquem no bolso dos consumidores. A pedido do R7, a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) realizou três simulações para o financiamento contratado pelo SBPE (Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo), segundo as novas taxas anunciadas pelo banco estatal na segunda-feira (16). As taxas passaram de 10,25% para 9% ao ano, no caso de imóveis dentro do SFH (Sistema Financeiro de Habitação), e de 11,25% para 10% para imóveis financiados com recursos do SFI (Sistema de Financiamento Imobiliário). Para aquisição de imóvel novo no valor de R$ 450 mil, com a redução dos juros, a economia é de R$ 77.774,79 no financiamento — o valor final gasto caiu de R$ 1.113.189,62 para R$ 1.035.414,83, ou 6,98% a menos. Já no financiamento de um apartamento de R$ 1.500.000, a economia é de R$ 257.100,22, ou 6,56% do valor final gasto (de R$ 3.916.098,74 para R$ 3.658.998,52). Para a realização dos cálculos, foi utilizado o Sistema de Amortização SAC (Sistema de Amortização Constante). Para o financiamento de imóveis de até R$ 950 mil, foi usado o SFH e, acima deste valor, o SFI. O prazo de financiamento usado como base é de 360 meses (30 anos). Mercado aquecido “Essa movimentação era esperada pelo setor imobiliário, a redução da taxa pode parecer pequena, mas a longo prazo faz diferença no bolso do consumidor”, diz Flavio Amary, presidente do Secovi-SP. — E é muito positiva para o mercado, que volta a aquecer e crescer de forma sustentável não só em São Paulo, mas em todo o país. Além de aquecer o mercado imobiliário, a medida ajuda a Caixa a volta a crescer, na avaliação do professor Alberto Ajzental, da Escola de Economia da Fundação Getúlio Vargas. — A Caixa perdeu posição, a redução das taxas é um movimento no sentido de recuperar a liderança do setor. Em abril do ano passado, a Caixa fechou o financiamento para as linhas de crédito mais baratas e só retomou em janeiro deste ano. Também passou 17 meses sem mexer nas taxas de juros. Era o único banco a trabalhar com dois dígitos e, com as mudanças, volta a ser mais competitivo. Além da redução das taxas de juros, o banco anunciou que elevou de 50% para 70% o teto de financiamento de imóveis usados, retornando ao antigo patamar que vigorou até setembro de 2017. Os recursos disponíveis para o crédito imobiliário é de R$ 82,1 bilhões. Quando o teto para financiamento do imóvel usado aumenta, automaticamente, mais pessoas são incluídas no mercado imobiliário, pois a quantia de dinheiro que o adquirente precisará para dar a entrada será menor. “Também é importante observar que, com a recessão, a alta do desemprego e mesmo a insegurança quanto à estabilidade de emprego tornaram as pessoas mais cautelosas quanto às dívidas. Muitas evitaram entrar em financiamentos”, avalia Miguel José Ribeiro de Oliveira, Diretor de Economia da Anefac. — Com a economia se recuperando e a redução das taxas de juros, há um estímulo maior às vendas e começamos a entrar em um círculo virtuoso: pessoas voltam a comprar, aumenta a geração de empregos e assim por diante. Ajzental concorda. Ele diz que os consumidores e os bancos se tornaram mais cautelosos com a crise, mas que esse cenário já começa a ser revertido. — O saldo da poupança cresceu, havia dinheiro para ser emprestado, mas as pessoas evitaram as dívidas, e os bancos também se tornaram mais seletivos quanto à concessão de crédito. A compra de um imóvel é a mais importante na vida de uma pessoa. Ela terá uma dívida que compromete 20% de sua renda por 25 anos de sua vida. É uma decisão que precisa ser bem analisada.

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Quatro maiores bancos detêm 78% do mercado de crédito e 76% dos depósitos, informa Banco Central
Data: 17/04/2018

Operações de crédito estão concentradas em Itaú, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, diz Relatório de Estabilidade Financeira do BC referente ao segundo semestre de 2017.

taú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, os quatro maiores conglomerados bancários do país, fecharam o ano de 2017 com 78,5% do mercado de crédito e com 76,35% dos depósitos de correntistas, informou o Banco Central nesta terça-feira (17) por meio do Relatório de Estabilidade Financeira do segundo semestre do ano passado. Os números ficaram praticamente estáveis em relação aos registrados em junho de 2017, quando essas instituições financeiras detinham 78,65% de todas as operações de crédito e 76,74% dos depósitos bancários. Em 2007, as quatro maiores instituições financeiras possuíam 54,6% das operações de crédito e 59,34% dos depósitos, indicador que mostra que a concentração bancária era muito menor no país há dez anos. Os dados foram divulgados em um momento de questionamento da concentração de mercado e do impacto disso nos juros bancários, que continuam em patamar elevado em relação ao resto do mundo, mesmo em um cenário de redução da taxa básica da economia, fixada pelo Banco Central. Atualmente, a taxa está na mínima histórica de 6,5% ao ano. Lucro dos bancos No ano passado, o lucro dos maiores bancos do país voltou a crescer, após ter recuado quase 20% em 2016. Somados, os ganhos das quatro maiores instituições financeiras com ações listadas na Bovespa – Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander – alcançaram R$ 57,63 bilhões no ano passado ante R$ 50,29 bilhões em 2016, o que corresponde a uma alta de 14,6%. O lucro da Caixa Econômica Federal disparou 202,6%, para R$ 12,5 bilhões. No relatório de estabilidade financeira, o Banco Central avaliou que a rentabilidade dos bancos foi "fortemente beneficiada pela queda das despesas de provisão para fazer frente às eventuais perdas" e acrescentou que o "nível de provisionamento da carteira de crédito permanece adequado ao seu perfil de risco". Sistema bancário No relatório divulgado nesta terça-feira sobre as instituições financeiras, o Banco Central também avaliou que o sistema bancário "dispõe de capital robusto, em nível e qualidade, para suportar os riscos assumidos e a retomada da concessão de crédito". "O risco de liquidez [falta de recursos para honrar compromissos] continua a apresentar pouca preocupação para o sistema bancário, e a perspectiva é de manutenção do baixo risco para o primeiro semestre de 2018", acrescentou a instituição. De acordo com o BC, resultados de testes de estresse de capital (simulações de riscos para os bancos) atestam aumento da resiliência (capacidade de se recobrar) do sistema bancário "que se mostra capaz de absorver as perdas estimadas em todos os cenários simulados". "A redução do risco de crédito, a melhora da rentabilidade e dos níveis de capitalização foram importantes para esse avanço", avaliou a instituição. Juros bancários Recentemente, em audiência pública no Senado Federal, o presidente do BC, Ilan Godlfajn, declarou que o ritmo de queda dos juros bancários não está adequado. "Queremos que a redução seja mais rápida, para que tenhamos logo crédito mais barato para famílias e empresas. Esse é um assunto da maior importância para nós, e o Banco Central tem se empenhado na implementação de ações para baixar o custo do crédito", declarou ele. Na ocasião, ele avaliou que o objetivo do BC é atacar, "de forma estrutural, não voluntariosa", todas as causas que tornam o custo de crédito alto no Brasil. Segundo ele, essas causas são: o alto custo operacional e regulatório; falta de boas garantias; necessidade de mais informação no sistema; subsídios cruzados; altos compulsórios; insuficiente estímulo à concorrência. O spread bancário (diferença entre a taxa de captação dos bancos e quanto cobram dos clientes) é alto quando é feita a comparação com o resto do mundo. Dentro do "spread", está o lucro dos bancos, a taxa de inadimplência, os impostos cobrados e depósitos compulsórios (valores que os bancos têm de deixar depositados no BC), entre outros. Medidas para baixar juros Para tentar baixar mais rapidamente as taxas bancárias, o BC anunciou, em abril do ano passado, uma mudança na regra do cartão de crédito, a fim de tentar forçar os bancos a reduzirem os juros do cartão. As taxas do cartão de fato caíram, mas a nova regra não impediu o aumento da inadimplência. Recentemente, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) anunciou uma nova regra que vai fazer com que os bancos ofereçam opções mais vantajosas de crédito para quem utilizar mais que 15% do limite do cheque especial por 30 dias, para dívidas acima de R$ 200. A regra entra em vigor em 1º de julho. Levantamento do G1 revela que os maiores bancos do país são justamente aqueles que concentram taxas mais altas nessa modalidade de crédito. Além disso, o BC reduziu em março, de 40% para 25% a alíquota de recolhimento compulsório pelos bancos nos depósitos à vista, e da poupança de 21% para 20%, na modalidade rural, e de 24,5% para 20%, nas demais modalidades. De acordo com o Banco Central, o novo patamar de recolhimento nos depósitos na poupança voltou ao nível anterior à crise de 2008. Com isso, injetou R$ 25,7 bilhões no sistema financeiro.

Link Notícia: https://g1.globo.com/economia/noticia/quatro-maiores-bancos-detinham-78-do-mercado-de-credito-do-pais-no-fim-de-2017.ghtml

Mineradora nega contaminação ambiental no Pará
Data: 10/04/2018

Alunorte admitiu o despejo de resíduos não autorizados nas águas de Bacarena nos dias 17 e 18 de fevereiro

A produtora de alumínio Norsk Hydro negou nesta segunda-feira (9) que sua refinaria de alumina Alunorte - a maior do mundo -, em Barcarena, no Pará, tenha contaminado as águas locais. O anúncio provocou reação do Ministério Público estadual, para quem é irresponsável qualquer tentativa de ocultar fatos denunciados. Citando um estudo interno e um relatório encomendado pela consultoria ambiental SGW Services, a Hydro disse que não foi encontrada nenhuma evidência de transbordamento de seus depósitos de bauxita ou de qualquer impacto ambiental significativo ou duradouro. Mineradora admite derrame de resíduos não autorizados no Pará As informações contradizem relatórios publicados pelo IEC (Instituto Evandro Chagas), que foi acionado pelos ministérios públicos estadual e federal, após denúncias de moradores locais durante fortes chuvas em meados de fevereiro. O instituto, vinculado ao Ministério da Saúde, apontou contaminação na região pela empresa. Após as denúncias da população local e das análises do IEC, a empresa terminou por admitir o despejo de efluentes no meio ambiente, em Barcarena, por acidente e também de forma intencional, por canais não licenciados, o que, segundo a Hydro, é "completamente inaceitável". Hydro vai começar a parar metade da Alunorte em meados de abril, dizem fontes A companhia reiterou, porém, que melhoraria o tratamento de água da planta. "Ambos os relatórios confirmam nossas declarações anteriores de que não houve transbordamento das áreas de depósito de resíduos de bauxita, bem como nenhuma indicação ou evidência de contaminação para comunidades locais próximas da Alunorte como resultado das fortes chuvas em fevereiro", disse o CEO da Hydro, Svein Richard Brandtzaeg, em nota. No mês passado, a empresa já havia informado que iria investir cerca de R$ 200 milhões para melhorias no sistema de tratamento de água da empresa. Além disso, informou nesta segunda-feira que irá aportar R$ 100 milhões nas comunidades locais, em uma iniciativa chamada Barcarena Sustentável. A Alunorte está atualmente operando com cerca de 50% da capacidade sob uma ordem judicial. A empresa avalia que os dois relatórios ambientais a ajudarão a obter permissão para retomar a produção total da fábrica, disse Brandtzaeg à Reuters, anteriormente. "Isso coloca os fatos sobre a mesa e nos dá uma base para resolver a situação", disse ele, acrescentando que a empresa está em "um diálogo construtivo" com as autoridades locais. A Alunorte, localizada no estado do Pará, conta com cerca de 2 mil funcionários e uma capacidade de produção de 6,3 milhões de toneladas, transformando bauxita em alumina, a qual vira posteriormente alumínio nas fundições. Na semana passada, a Alunorte acionou o Ministério Público do Pará na Justiça, pedindo que as conclusões do IEC fossem desconsideradas. Em nota, o Ministério Público do Pará afirmou nesta segunda-feira (9) que o despejo de efluentes sem tratamento no rio Pará pela Hydro é rotineiro e "gera impactos bastante graves, como provam laudos científicos e uma vasta quantidade de registros periciais e de depoimentos coletados". "Qualquer tentativa de ocultar esse fato é um violento ataque aos direitos das famílias que tiveram a saúde e os meios de subsistência profundamente prejudicados, e também é mais uma demonstração de irresponsabilidade e falta de transparência empresarial", disse o MP. As ações da Hydro chegaram a subir mais de 6%, superando o índice de referência de Oslo, estendendo ganhos desde antes da declaração da empresa ser publicada. A empresa também está se beneficiando de sanções impostas à rival Rusal, da Rússia, disseram operadores. O principal proprietário da Hydro, o Estado norueguês, com uma participação de 34,26 por cento, disse que teve uma reunião com a diretoria nesta segunda-feira e que continua a monitorar o caso de perto. Hydro troca responsável por Bauxita & Alumina na refinaria Alunorte Embate sobre resultados A diretora da SGW Andrea Aluani reforçou nesta segunda-feira as críticas da Hydro sobre o relatório do instituto. "Nós discordamos (do IEC) em virtude de uma série de erros e ausências de controle de qualidade dos laudos", disse Andrea, reiterando que o órgão não tem acreditação do Inmetro para algumas das conclusões. Em entrevista após o anúncio da empresa, o químico pesquisador em Saúde Pública da Seção de Meio Ambiente do IEC, Marcelo Lima, disse estar tranquilo diante das acusações, reiterando o rigor científico e protocolos que, segundo ele, atendem aos padrões de qualidade internacionais. "Nós já mostramos que esse material (efluentes da empresa) não pode ser lançado diretamente no rio, porque ele contém substancias tóxicas", frisou. Em nota, o IEC declarou que desconsiderar as análises realizadas pelo instituto é desconsiderar o que aconteceu em Barcarena e seus impactos na saúde ambiental e da população. "Hoje nenhuma empresa conseguirá fazer as análises dos impactos ocorridos nos dias 17 e 18 de fevereiro de 2018 nas águas de Barcarena, porque a dinâmica hidrográfica e pluvial na região é intensa e o cenário está em constante modificação", afirmou. Quanto à certificação pelo Inmetro, o IEC afirmou que iniciou seu programa de certificação junto ao órgão por etapas no ano de 2017.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/mineradora-nega-contaminacao-ambiental-no-para-09042018

Dólar salta a R$ 3,42 e atinge maior nível desde o fim de 2016
Data: 10/04/2018

Alta de 1,6% da moeda norte-americana foi guiada por preocupação em torno das eleições deste ano com a possível ausência de Lula

O dólar subiu mais de 1,5% nesta segunda-feira (9) e voltou ao patamar de R$ 3,42, maior nível em quase um ano e meio, com os investidores cada vez mais temerosos com a cena eleitoral neste ano e com o exterior, diante de eventual guerra comercial entre Estados Unidos e China. O movimento aconteceu apesar da volta do BC (Banco Central) ao mercado cambial, com novo leilão de swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólar, para rolagem dos contratos que vencem em maio. Nesta sessão, a moeda norte-americana avançou 1,6%, a R$ 3,4219 na venda, maior nível desde 5 de dezembro de 2016, quando fechou a R$ 3,4294. Neste pregão, chegou à máxima de R$ 3,4237. Esse foi a sexta sessão de alta da moeda-norte-americana, acumulando valorização de 3,69%, com o mercado pouco a pouco precificando maiores aversões ao risco. O futuro tinha alta de cerca de 1,5% no final da tarde. "Ninguém sabe como as pessoas vão reagir ao pós-Lula, mas minha percepção é de que o desconforto e necessidade de mudanças vão prevalecer. E isso não é necessariamente bom para o mercado", afirmou o diretor de tesouraria de um banco estrangeiro. O cenário político continuava sendo fonte de preocupações para os mercados, após a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no final de semana. O petista, visto por investidores como menos comprometido com o controle das contas públicas, lidera as pesquisas de intenção de voto para as eleições presidenciais deste ano e, mesmo sem concorrer, pode exercer influência no pleito como forte cabo eleitoral, o que não agrada os mercados financeiros. Analistas consultados logo após a prisão ser decretada disseram que o PT deverá, ao menos publicamente, insistir na candidatura à Presidência de Lula, mesmo com ele preso, pois esta é a estratégia que mais maximiza a transferência de votos para outro petista ou para um candidato aliado. "Para os investidores, o evento [prisão´] importa pelo eventual impacto que terá no quadro eleitoral de agora até outubro", afirmou o gestor de derivativos de uma corretora fluminense. "Com o quadro eleitoral ainda em aberto, é natural que os mercados locais demandem mais prêmios de risco", emendou. Ambiente externo A cena externa também continuou assombrando os mercados, com temores de que uma guerra comercial possa começar e, assim, afetar o fluxo de capitais. A China intensificou seus ataques contra o governo dos Estados Unidos nesta segunda-feira devido a bilhões de dólares em ameaças de tarifas, dizendo que Washington seria o culpado pelos atritos e repetindo que é impossível negociar sob as "circunstâncias atuais". No exterior, o dólar tinha leve baixa frente a uma cesta de moedas com persistentes preocupações sobre potencial conflito comercial entre EUA e China, e operava misto ante divisas de países emergentes. Profissionais comentaram que fluxo de saída de recursos nesta sessão também ajudo a içar o dólar ante o real. Dessa forma, a volta do BC ao mercado teve influência limitada nos negócios. A autoridade monetária vendeu nesta sessão toda a oferta de até 3.400 swaps, ou US$ 170 milhões do total de US$ 2,565 bilhões que vence em maio. Se mantiver esse volume e vendê-lo integralmente, o BC rolará o estoque total que vence no próximo mês.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/dolar-salta-a-r-342-e-atinge-maior-nivel-desde-o-fim-de-2016-09042018

Receita abre consulta a lotes residuais do Imposto de Renda
Data: 09/04/2018

Mais de 78 mil contribuintes poderão sacar cerca de R$ 180 milhões, referentes a restituições dos últimos dez anos

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira (9) consulta a dez lotes residuais de restituição do Imposto de Renda, referentes aos anos de 2008 a 2017. O montante total a ser restituído é de R$ 180 milhões e será creditado na contas de 78,5 mil contribuintes no próximo dia 16. A maior parte dos valores corresponde aos anos de 2017 e 2018. A consulta poderá ser feita no serviço e-CAC ou pelo telefone 146. A restituição ficará disponível para saque na conta do contribuinte durante um ano. Se o dinheiro não for resgatado nesse prazo, terá que ser solicitado novamente mediante preenchimento de um formulário. Quem tiver valores a receber e o crédito não ocorrer deve entrar em contato com o Banco do Brasil — telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) — para agendar a transferência.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/receita-abre-consulta-a-lotes-residuais-do-imposto-de-renda-09042018

IR: contribuinte fora do Brasil pode enviar declaração depois do prazo?
Data: 05/04/2018

Prazo para entrega do documento termina no dia 30 de abril deste ano. Quem não respeitar a data está sujeito à multa

Os contribuintes que estiverem fora do Brasil durante o prazo de entrega da declaração do Imposto de Renda não têm prorrogação do prazo. Segundo a Receita Federal, "a pessoa física que se encontra no exterior deve apresentar sua declaração até 30 de abril de 2018". — Recomenda-se que o contribuinte apresente sua declaração no prazo legal, no local onde se encontrar, indicando, no campo próprio, seu domicílio fiscal permanente. Como enviar a declaração A entrega da declaração do Imposto de Renda é feito por meio do sistema da Receita Federal. Como o envio acontece online, as pessoas que estão fora do Brasil também precisam respeitar o prazo. Os contribuintes precisam baixar o programa de preenchimento da declaração, disponível no site da Receita Federal. Os contribuintes que não enviarem a declaração dentro do prazo estão sujeitos à multa. O valor mínimo é de R$ 165,74 e o máximo pode chegar a até 20% do imposto devido.

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Governo faz últimos ajustes com TCU para leilão de distribuidoras da Eletrobras
Data: 03/04/2018

O governo está otimista com relação à aprovação do edital pelo TCU em prazo para realização do leilão em 21 de maio.

SÃO PAULO (Reuters) - O governo federal está dialogando com o Tribunal de Contas da União (TCU) para fazer os últimos ajustes antes da publicação do edital do leilão de seis distribuidoras da Eletrobras, afirmaram autoridades nesta terça-feira. Com o leilão das seis distribuidoras, que operam no Norte Nordeste, marcado para 21 de maio, o governo tem pouco mais de um mês para publicar o edital, que deve sair ao menos 15 dias antes do leilão. "O TCU é um elemento que a gente está conversando e estão sendo feitas as últimas acomodações no texto do edital", afirmou o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, a jornalistas em São Paulo. A venda das distribuidoras deverá preceder a privatização da própria Eletrobras, cujo processo está sendo discutido no Congresso Nacional. "No TCU é mais um conjunto de reuniões com os ministros para dar tranquilidade a eles em relação ao processo. Em relação ao mérito dos questionamentos, nós entendemos que temos bons argumentos para apresentar", explicou. O governo está otimista com relação à aprovação do edital pelo TCU em prazo para realização do leilão em 21 de maio. "O Tribunal de Contas é natural, o processo é, por muitas vezes difícil, não sejamos ingênuos, mas a gente está aprendendo a conviver com o TCU, então a gente não espera ganhar um relatório negativo", disse o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Augusto Barroso, no mesmo evento.

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Anglo paralisa produção de minério de ferro por 90 dias após vazamento
Data: 03/04/2018

suspensão das atividades de transporte de minérios pelo empreendimento Minas-Rio até que seja concluída auditoria ambiental independente no local.

Reuters) - A mineradora Anglo American informou nesta terça-feira que as atividades de produção e escoamento de minério de ferro no sistema Minas-Rio ficarão paralisadas por cerca de 90 dias, após um novo vazamento em um mineroduto em Minas Gerais. A empresa estimou até o momento em 60 milhões de reais o custo total das ações de reparação e recuperação operacionais, econômicas e socioambientais decorrentes dos incidentes com o mineroduto em Santo Antônio do Grama (MG). O montante não considera prejuízos decorrentes da paralisação das exportações, segundo a assessoria de imprensa da Anglo. Considerando que o sistema deveria exportar pelo menos 13 milhões de toneladas ao ano, a empresa deixaria de embarcar em 90 dias pouco mais de 3 milhões de toneladas. A título de comparação, esse volume geralmente representa cerca de 10 por cento das exportações totais do Brasil em um mês. Os embarques do país são dominados pelas vendas da Vale, maior produtora global de minério de ferro. A Anglo afirmou que precisará desses cerca de 90 dias para concluir a inspeção do mineroduto, que está com as operações suspensas por determinação do órgão ambiental federal Ibama após dois vazamentos em menos de um mês. Com as operações paralisadas, a empresa afirmou que vai dar férias coletivas para parte do pessoal que trabalha na mina, usina e planta de filtragem por 30 dias, a se iniciar em 17 de abril. Para o período subsequente, a Anglo afirmou que vai conversar com o sindicato e autoridades "para definir as alternativas que sejam mais adequadas para seus empregados". A Anglo interrompeu suas operações depois que um vazamento foi encontrado em 29 de março no mineroduto que transporta sua produção de minério de ferro de Minas Gerais até o Rio de Janeiro, em ponto 400 metros à frente do anterior. A empresa já havia interrompido suas operações anteriormente, entre 12 e 27 de março, devido ao rompimento do mineroduto em Santo Antônio do Grama, que causou o despejo de 300 toneladas de uma polpa formada por uma mistura de minério de ferro com água em um córrego na região. O minério da Anglo é transportado da mina e da usina de beneficiamento, em Conceição do Mato Dentro e Alvorada de Minas (MG), até o Porto do Açu, em São João da Barra (RJ), ao longo do mineroduto de 529 quilômetros, que atravessa 33 municípios mineiros e fluminenses. O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) ajuizou, na segunda-feira, um pedido de tutela de urgência para que a Justiça determine a suspensão das atividades de transporte de minérios pelo empreendimento Minas-Rio até que seja concluída auditoria ambiental independente no local. O MPMG destacou ainda que, em 16 de março, a Justiça deferiu pedido liminar determinando o bloqueio de 10 milhões de reais da mineradora, com o objetivo de garantir a reparação e indenização dos danos sociais e ambientais causados.

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B2W vai oferecer área sem custo a vendedores do marketplace em centro de distribuição até fim do ano
Data: 03/04/2018

Outro lançamento anunciado para os vendedores no evento desta terça-feira é um sistema de alternância na seleção do vendedor que vai aparecer como melhor opção para o cliente no momento da compra.

SÃO PAULO (Reuters) - A B2W anuncia nesta terça-feira que vai disponibilizar, sem custo até o fim do ano, 105 mil metros quadrados no centro de distribuição de Itapevi (SP) para os vendedores ligados à sua plataforma de marketplace, em mais um passo para aumentar o número de empresas conectadas à sua plataforma e a seu serviço de logística. A medida, inicialmente restrita ao espaço no centro de distribuição de Itapevi, pode ser ampliada para outros locais de estoque da companhia, disse à Reuters o diretor financeiro e de relações com investidores da B2W, Fábio Abrate. "A gente está olhando essa iniciativa como um começo. Temos 11 centros de distribuição espalhados em cinco Estados", disse o executivo, acrescentando que a implantação nos demais locais ainda está em fase de estudo. Sem mencionar os custos normalmente praticados pela empresa, o executivo afirmou que o mercado cobra em média 5 reais por nota fiscal emitida. "Eu tenho capacidade, nessa metragem, de emitir 100 mil pedidos por dia", disse Abrate. O objetivo da empresa é que a representatividade do marketplace no volume dos negócios (GMV) suba dos 35 por cento no ano passado para mais de 50 por cento em 2018 e vem trabalhando junto aos vendedores para alcançar esse número. A empresa aproveitou a realização da terceira edição do seu Seller Day, nesta terça-feira, para fazer o anúncio. O encontro em São Paulo tem a participação de cerca de 1.500 pessoas, entre vendedores, fornecedores e parceiros estratégicos, número que vem crescendo a cada edição. Em 2016, no primeiro evento, foram reunidas cerca de 300 pessoas, passando para 1.000 no ano passado. Em agosto deste ano a empresa vai realizar mais um evento para os vendedores, que terá o foco voltado para a Black Friday, e a expectativa é reunir cerca de 3 mil pessoas. Ao final do ano passado, a B2W tinha quase 10 mil vendedores conectados à sua plataforma de marketplace e, com crescimento de cerca de 2 mil por trimestre, a empresa espera chegar ao final deste ano com aproximadamente 20 mil vendedores conectados à sua base. Os eventos de Seller Day, segundo Abrate, são voltados para os vendedores de porte médio e grande, uma vez que para os pequenos há outros canais de comunicação. "Acaba sendo mais voltado para o médio e para o grande... Esse está crescendo, está começando a encontrar algumas dificuldades e está querendo entender como a B2W pode ajudar a vender mais", disse o executivo, acrescentando que o número de participantes no evento vem crescendo não somente pelo aumento dos vendedores conectados, mas também devido à expansão das empresas já atuantes. "O próprio seller vem amadurecendo na plataforma. Um seller que era pequeno seis meses atrás já pode ser médio agora e grande lá na frente", disse. Além de aproximar o vendedor, a B2W quer ainda aumentar a adesão dessas empresas ao seu serviço de logística, o B2W Entrega. Atualmente, praticamente todas as vendas diretas da B2W são entregues por meio de logística própria e a adesão do marketplace ao B2W Entrega chegou a 50 por cento no final do ano passado, após ser lançado a esse público em março. O aumento da importância do serviço de logística levou a empresa a anunciar, no início de março, a criação em parceria com sua controladora Lojas Americanas de uma companhia que ficará encarregada pela gestão dos ativos de logística das duas empresas. Para atrair mais vendedores ao seu serviço de logística, além do espaço em seu centro de distribuição em Itapevi, a B2W está lançando para os vendedores conectados à sua plataforma e que já usam o B2W Entrega o acesso ao serviço Prime, serviço de assinatura para clientes que dá direito a frete grátis e entregas rápidas, disponível em cerca de 2.500 municípios do país. Outro lançamento anunciado para os vendedores no evento desta terça-feira é um sistema de alternância na seleção do vendedor que vai aparecer como melhor opção para o cliente no momento da compra. O algoritmo considera em uma série de variáveis, como preço, prazo e nível de serviço. No entanto, quando dois vendedores estão em patamares muito próximos, o sistema ainda não tinha uma margem e mantinha sempre o mesmo vendedor à frente. "A novidade em relação ao 'Buy Box' é que ele vai passar a ser randômico. Se dois sellers estão quase em igualdade de condição, pela regra antiga, um seria sempre escolhido. Agora vai ter um desvio e vai alternar se ficar dentro de uma margem", disse o executivo.

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Crédito para financiamento de imóveis cai pela metade
Data: 02/04/2018

Queda aconteceu em comparação com pico em 2014, antes da crise econômica, quando esses recursos atingiram patamar recorde

O volume de crédito destinado ao financiamento de imóveis com dinheiro da poupança caiu pela metade no último ano, na comparação com 2014, antes da crise econômica e quando esses recursos atingiram patamar recorde. O montante acumulado para financiar a compra e a construção da casa própria em 2017 foi de R$ 83 bilhões, ante os R$ 168 bilhões de três anos antes, segundo dados do Banco Central, em valores reais, já considerado o IPCA (índice oficial de inflação). Os números de 2017 representam a terceira queda seguida do volume de financiamento. O economista Armando Castelar, coordenador de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia, da FGV (Fundação Getúlio Vargas), afirma que queda é surpreendente. — Com a queda recente dos juros, seria razoável que começasse a ter uma recuperação do crédito imobiliário em 2017, em relação a 2016. É surpreendente que tenha continuado caindo. O consumidor só deve recuperar aos poucos a disposição para comprar um imóvel, e a tendência, segundo analistas ouvidos pelo jornal O Estado de S. Paulo, é que os bancos fiquem menos retraídos para emprestar em 2018 do que estavam no ano passado. Parte importante da explicação para o recuo do crédito imobiliário está na situação da Caixa Econômica, o banco da habitação. Sem capital para cumprir regras internacionais de proteção, o banco estatal reduziu os financiamentos e aumentou os juros. José Carlos Martins, da Cbin (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) afirma que não há ritmo para continuar no ritmo pré-crise. — Ela tem 70% do mercado, mas não tem capital para continuar no ritmo pré-crise. Para Miguel Oliveira, da Anefac (associação de executivos de finanças), as dificuldades pelas quais a Caixa tem passado devem limitar a oferta de juros menores para o consumidor. Segundo a Abecip (Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança), o banco estatal foi ultrapassado pelos concorrentes na concessão de crédito com recursos da poupança. Em nota, a Caixa diz que estuda diminuir a taxa de juros do financiamento. Lenta recuperação O desemprego, ainda em dois dígitos, é apontado como um dos fatores que mais atrapalham a alta do crédito. A desaceleração do financiamento acompanhou a alta do desemprego, que subiu da casa dos 6% para mais de 13%. Nos anos recentes, quem estava empregado tinha receio de embarcar em uma dívida que pode se estender por mais de 30 anos. Quem perdeu o emprego não conseguia mais financiar. O veterinário Erick Almeida, de 32 anos, teve de morar com a mãe por mais tempo. Ele havia começado a pagar um imóvel na planta, até perder o trabalho, em março do ano passado. — Depois de dois meses procurando uma outra vaga, desisti do imóvel. Sabia que quando o edifício ficasse pronto e o financiamento fosse repassado para o banco, não me aceitariam. Também pesou a perda de recursos da caderneta de poupança, que havia ficado menos atrativa para o investidor com a alta dos juros no fim do governo Dilma Rousseff, diz Martins, da Cbic. Para analistas, porém, a tendência é que muitas famílias que não conseguiam contratar um financiamento agora sejam atraídas pelos juros básicos em seu nível mais baixo.

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Material utilizado na Europa e nos EUA permite o dobro de durabilidade no Asfalto Novo
Data: 26/03/2018

Banco de dados do asfalto criado durante o programa irá orientar as manutenções nos próximos anos, gerando economia para capital

O monitoramento constante feito por técnicos da Secretaria Municipal de Serviços e Obras, somado ao uso de misturas asfálticas utilizadas na Europa e nos Estados Unidos, permite que a durabilidade do recape feito no programa Asfalto Novo em vias em todas as regiões de São Paulo chegue a oito anos. Em licitações anteriores, a exigência era de quatro anos. O programa Asfalto Novo começou no ano passado e investe R$ 550 milhões para recapear mais de 400 km de ruas e avenidas. Deste total, R$ 310 milhões são do dinheiro arrecadado com multas de trânsito. É a primeira vez que este recurso é investido na melhoria da qualidade do asfalto da cidade. Antes do programa, as intervenções de recape contavam com soluções simples de fresagem em três centímetros de profundidade, seguida da aplicação da massa asfáltica. A ação era finalizada com a drenagem, que pode provocar defeitos como trincas generalizadas e afundamentos. Segundo o secretário municipal de Serviços e Obras, Marcos Penido, hoje as intervenções ocorrem inversamente. “A água é o maior inimigo do pavimento. Antes de iniciar o trabalho da fresagem, da retirada da capa atual que está prejudicada, nós verificamos a qualidade do pavimento, se há necessidade de reparo profundo, se tem algum ponto de fragilidade. Verifica-se a guia e a sarjeta inteira, e a entrada da boca de lobo para checar se há algum ponto de acumulo de água e reparamos antes de iniciar a ação”, disse. A análise prévia, feita em conjunto com a Secretaria Municipal de Prefeituras Regionais, também permite que haja um planejamento sobre a espessura, os pontos de reparo e a qualidade do material que será utilizado de acordo com a necessidade da via, gerando economia porque não é aplicada uma mesma solução para todas as ruas. Os estudos possibilitaram ainda a utilização de materiais diferenciados dos aplicados em anos anteriores, como revestimentos (capa asfáltica) com mistura asfáltica tipo SMA com polímero e fibra. Essa mistura é amplamente utilizada na Europa, em países como a Alemanha, Suécia e Inglaterra, e apresenta vantagens como alta resistência à deformação permanente e à fadiga, maior vida útil e resistência a derrapagens. Outra novidade é o revestimento de mistura asfáltica tipo “Gap Graded”, criada para se trabalhar com o asfalto-borracha. Pesquisas realizadas nos EUA e no Brasil mostraram que essa mistura promove uma melhoria significativa ao revestimento, evitando problemas de deformação permanente e trincamento, além de proporcionar maior aderência entre o pneu e pavimento. Também estão sendo realizadas avaliações de drenagem em guias, sarjetas, sarjetões e bocas de lobo. A falta de conservação do sistema de drenagem subsuperficial é um dos principais fatores de deterioração precoce dos pavimentos. “Vamos aprimorar o gerenciamento para termos um banco de dados com todas as informações sobre as ações que estão sendo feitas agora para termos um raio-x de todas as ruas da cidade e, no futuro, programar as intervenções. A ideia é ter um trabalho sistemático de operação e manutenção da cidade”, finaliza o secretário.

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Dívida pública sobe 1,53% e chega a R$ 3,582 trilhões em fevereiro
Data: 26/03/2018

Tesouro afirma que aumento da dívida aconteceu por causa da emissão líquida de títulos e à apropriação positiva de juros

A DFP (Dívida Pública Federal) — que inclui o endividamento interno e externo do Brasil — teve aumento de 1,53% e passou de R$ 3,528 trilhões em janeiro para R$ 3,582 trilhões em fevereiro, segundo informou hoje (26), em Brasília, a Secretaria do Tesouro Nacional, do Ministério da Fazenda. Essa aumento da dívida, de acordo com o Tesouro, ocorreu por conta da emissão líquida de títulos, no valor de R$ 28,51 bilhões, e à apropriação positiva de juros, no valor de R$ 25,55 bilhões. A DPMFi (Dívida Pública Mobiliária Federal interna) — que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais – teve o estoque ampliado em 1,50%, ao passar de R$ 3,405 trilhões para R$ 3,456 trilhões, devido à emissão líquida, no valor de R$ 28,91 bilhões, e pela apropriação positiva de juros, no valor de R$ 22,41 bilhões. O estoque da DPFe (Dívida Pública Federal Externa), captada do mercado internacional, teve aumento de 2,23% sobre o estoque apurado em janeiro, encerrando o mês de fevereiro em R$ 125,59 bilhões (US$ 38,70 bilhões), sendo R$ 112,92 bilhões (US$ 34,80 bilhões) referentes à dívida mobiliária e R$ 12,66 bilhões (US$ 3,90 bilhões), à dívida contratual. De acordo com o PAF (Plano Anual de Financiamento), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,78 trilhões e R$ 3,98 trilhões. Causas da variação do endividamento A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos. Em janeiro, os maiores detentores da dívida pública eram os Fundos de Investimento, com 27,35% da dívida. Os Fundos de Previdência ficaram em segundo lugar, com uma participação relativa de 24,43%. O grupo Previdência apresentou variação negativa em seu estoque, passando de R$ 850,54 bilhões para R$ 844,44 bilhões, entre janeiro e fevereiro. Em seguida, estão as instituições financeiras com 21,96%, grupo que elevou o estoque em R$ 34,17 bilhões, chegando a R$ 759,23 bilhões. Os investidores estrangeiros concentraram 12,39% da dívida; o governo, 4,40%; as seguradoras, 3,88%; e outros, 5,59%.

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Confira as startups que oferecem vagas para diferentes áreas
Data: 26/03/2018

Onze empresas têm oportunidades na área da tecnologia da informação, vendas, design e até mesmo para estágios

O empreendedorismo e, em especial, as startups vivem um bom momento. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (ABStartups), existem atualmente 4.200 startups no país. Esse número se reflete também em oportunidades de trabalho e não apenas para quem lida com tecnologia. Uma boa notícia em um país onde 12,7 milhões de pessoas estão desempregadas, de acordo com o IBGE. Confira abaixo as vagas em aberto: Samba Tech: eleita pela FastCompany como uma das companhias mais inovadoras da América Latina, a Samba Tech ajuda pessoas e empresas a se comunicarem melhor por meio dos vídeos. A empresa cuida do processo de ponta a ponta, desde o momento em que o vídeo sai da câmera até ser distribuído para qualquer dispositivo conectado à internet. Está com mais de 10 vagas abertas, em diversas áreas, como Design, Vendas e TI. As oportunidades, que são para São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG), podem ser conferidas no próprio site da empresa, em “Trabalhe Conosco”. Liv Up: Criada em 2016, é uma startup de alimentação saudável que aposta na tecnologia de ultracongelamento e traz para o mercado um mix de refeições. A empresa tem crescido exponencialmente há dois anos e possui vagas para Full-stack Developer, Back-end Developer, Front-end Developer, Estágio full-slack Developer, UI/UX Designer, Estágio Front-end Developer, Estágio em UI/UX, estágio experiência do cliente, estágio eventos e parcerias, estágio em produção de conteúdo visual, finanças, estágio em Analytics (Data Engineering e Business Intelligence). Para se candidatar, acesse o site. BizCapital: Fundada em 2016, a fintech tem como objetivo tornar o crédito mais acessível e atender micro e pequenas empresas que estão fora do radar dos grandes bancos. Possui um sistema único com uma máquina de avaliação, desenvolvida em parceria com a área de Inteligência Artificial da PUC-Rio, que é capaz de analisar e ranquear cada pedido em poucos segundos, graças à integração com mais de mil fontes de variáveis possíveis e disponíveis online. Atualmente, têm vagas para desenvolvedores back-end e front-end, no Rio de Janeiro. Para se candidatar, acesse o site: http://nossotime.bizcap.com.br Konduto: Primeira empresa do mundo a monitorar todo o comportamento de navegação e compra de um usuário em uma loja virtual ou aplicativo mobile e, com uso de filtros de inteligência artificial, calcular em menos de um segundo a probabilidade de fraude em uma transação online. Desde a sua criação, a companhia aumentou o número de funcionários passando de 11 para 30 pessoas. Possui três vagas em aberto para engenheiro de dados, desenvolvedor de front-end e analista de prevenção à fraude. Evnts: Fundada em 2016, é uma plataforma tecnológica de reserva de hotéis para eventos e grupos. Possui quatro vagas abertas para estágio em atendimento, estágio em qualidade, analista de Customer Success (Organizadores) e desenvolvedor Jr Front. Supermercado Now: plataforma de supermercado online que surgiu para facilitar a compra de bens básicos e recorrentes, com comodidade e rapidez. Por meio de shoppers treinados para realizar as compras, a startup oferece um serviço de entrega em até duas horas ou em um horário agendado pelo consumidor e a possibilidade de pagamento via cartão de crédito no próprio site. Nos últimos três meses dobrou o time, contratando para tecnologia, marketing, operações e financeiro. Seguindo seu plano de negócios, pretende abrir mais vagas no segundo semestre e, atualmente, está com vagas em aberto para área de tecnologia. Veester: plataforma de criação, venda e distribuição de produtos personalizados em todo o Brasil. Sua atuação segue o modelo de on demand commerce, onde o próprio vendedor promove campanhas para seus produtos e quando uma venda é realizada, a plataforma gerencia todas as etapas, desde a criação até a entrega do produto. A plataforma possui sellers em todos os continentes e sua área de tecnologia está sendo ampliada, portanto, a startup está com vagas abertas neste setor. Propz: oferece um sistema de inteligência artificial e big data para o varejo e serviços financeiros e é pioneira na aplicação dessas tecnologias que entendem, predizem e reagem ao comportamento de consumo em tempo real e de forma automatizada. Possui vagas abertas para cientista de dados, engenheiro de dados, auxiliar administrativo, analista de BI, consultor de CRM, desenvolvedor Java, analista de sistemas e executivo de contas em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Campinas. Tracksale: Empresa que tem como objetivo melhorar a experiência de compra do consumidor, possui uma solução que utiliza a metodologia Net Promoter Score (NPS) e outros indicadores que medem a experiência do cliente. Oferece vagas para os cargos de Inside Sales, Videomaker e estagiário de inteligência de mercado, na cidade de Belo Horizonte. Para se cadastrar, basta acessar o site: http://jobs.tracksale.co/ Livance: solução de consultório flexível para os profissionais da área, é um coworking dedicado a médicos e profissionais de saúde do Brasil e está reinventando o consultório de forma prática e inteligente. A empresa está com uma vaga em aberto para Desenvolver Full Stack com aptidões para lidar tanto com a parte de front end quanto de back end. Convenia: software na nuvem de Gestão de Pessoas para PMEs, plataforma de automação para o setor de RH que ajuda, de forma automatizada, a gestão das rotinas da área de Recursos Humanos, como processos de admissão, desligamento, férias, benefícios, folha de pagamentos, entre outras, a plataforma é capaz de reduzir tempo, aumentar a eficiência e o engajamento dos funcionários, está com três vagas em aberto: Desenvolvedor(a) Front-end Pleno Vue.js, Desenvolvedor(a) Front-end Júnior e Analista de Mídia Digital Freelancer para São Paulo, capital. Para acessar as vagas, basta acessar o site: https://trampos.co/oportunidades e buscar pela empresa no campus de busca.

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Eletrobras abre plano de demissão consensual nesta segunda-feira
Data: 26/03/2018

Trabalhadores que queiram aderir ao plano serão desligados da empresa em oito grupo, no período de 30 de maio a 14 de dezembro deste ano

A Eletrobras lançou nesta segunda-feira (26) o Plano de Demissão Consensual. Os trabalhadores que quiserem se demitir da empresa têm até o dia 27 de abril deste ano para aderirem ao plano. As demissões vão acontecer em oito turmas, de 30 de maio até 14 de dezembro. ?? Para ingressar no plano, os trabalhadores precisam de, no mínimo, 10 anos de vínculo empregatício com a companhia ou anistiados e reintegrados à empresa por meio da Comissão Especial Interministerial de Anistia – Lei nº 8.878/1994 (neste caso não há exigência de tempo mínimo de empresa). A Eletrobras diz que a meta é desligar três mil funcionários em todas as empresas, economizando cerca de R$ 80 milhões ao ano. As demissões acontecem por causa da crescente automação adotada nas empresas Eletrobras, na utilização de um sistema de gestão empresarial unificado nas companhias e também da criação de um Centro de Serviços Compartilhados. Além disso, a redução de quadro de pessoal busca um alinhamento dos custos da Eletrobras às tarifas, evitando prejuízos operacionais no futuro. O plano está sendo implementado nas empresas Eletrobras Cepel, CGTEE, Chesf, Eletronuclear, Eletronorte, Amazonas GT, Eletrosul e Furnas, além da própria holding. Ele foi aprovado pela Sest (Secretaria de Coordenação e Governança das Empresas Estatais).

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Jovem engenheiro cria negócio para ajudar pessoas do Jardim Pantanal
Data: 23/03/2018

Matheus Cardoso, de 23 anos, é um empreendedor que se dedica a reformar casas populares na zona leste de São Paulo

As ruas alagadas do Jardim Pantanal, bairro às margens do Tietê, marcaram a vida de Matheus Cardoso. O jovem cresceu convivendo com as dificuldades de uma comunidade que cresceu em área de transbordo do rio. Estudou engenharia e transformou a vontade de ajudar seus vizinhos em um negócio social ao criar a Moradigna. A empresa reforma casas de pessoas de baixa renda a um custo baixo. “Minha história é muito parecida com a de outros brasileiros”, diz Cardoso. “Meus pais vieram da Bahia para São Paulo no fim dos anos 1980 em busca de uma vida melhor e foram parar em uma comunidade que estava se formando na época, o Jardim Pantanal, na zona leste de São Paulo. Como tantas outras que surgem na cidade, era uma área inadequada e sem estrutura”. As enchentes faziam parte do calendário do bairro. “Convivíamos por meses com a água nas ruas e dentro das casas. Meu pai ia trabalhar de chinelo, com a calça dobrada e uma garrafa de água nas mãos. Quando chegava em um lugar seco, lavava os pés e colocava o sapato. Na volta para casa a situação se repetia". O bairro também sofria com condições precárias de saneamento. Cardoso conta que a família chegou a perder uma casa tentando construir andares sobre as lajes para fugir das enchentes. “Chegou a um ponto insustentável. Meus pais tiveram de demolir tudo e fomos morar em uma casa bem menor". O pai estudou até o segundo grau e trabalha com logística de obras, o que inspirou o filho, ainda menino, a trabalhar no ramo da construção civil. A mãe completou o ensino fundamental e após o divórcio passou a trabalhar como empregada doméstica para melhorar a renda da família. Estudar era uma necessidade. “Meus pais sempre nos incentivaram a estudar. Era a janela de oportunidade, o caminho para sair do Jardim Pantanal. E isso valeu para mim e para os meus irmãos. Minha irmã mais velha é professora na rede pública e o caçula estuda engenharia aeroespacial na Universidade Federal do ABC". Inspirado na profissão do pai, animado com o bom momento que vivia a construção civil, o jovem Matheus decidiu cursar o técnico em edificações na ETEC Tereza Nunes em Arthur Alvim e o ensino médio na ETEC Aprígio Gonzaga na Penha, ambos na zona leste. “Consegui ingressar em engenharia no Mackenzie com uma bolsa do Prouni, os dois primeiros anos eram período integral, mas no sétimo semestre eu precisei trabalhar e a rotina foi bem pesada”. Matheus saía de casa no Jardim Pantanal às 3h30 da madrugada para conseguir chegar na Vila Olímpia no horário comercial usando transporte público. “Eu saía do trabalho e seguia para a faculdade em Higienópolis e só aí voltava para casa. Muitas vezes, só conseguia ir para a cama depois de uma hora da manhã, praticamente não dormia”. E foi percorrendo a cidade e observando as diferenças que Matheus decidiu que precisava fazer algo pelo Jardim Pantanal. “Eu saía de um lugar de alta vulnerabilidade para trabalhar e estudar em lugares onde o metro quadrado é caríssimo. Só percebi a desigualdade social quando eu me deparei com as diferenças. Por que não transformar o Jardim Pantanal?”. Essa foi a semente para o projeto do Moradigna. Moradigna Ainda cursando a faculdade de engenharia, Matheus participou do projeto de incubadoras do Mackenzie. “Queria usar a minha profissão para ajudar as pessoas e mudar a realidade da minha comunidade”. Nesse processo, descobriu que poderia criar um negócio social. Com o esboço de um projeto desenhado, participou do processo de Aceleração e Capacitação do Yunus Negócios Sociais. “Esses foram os grandes impulsos que recebi, ao mesmo tempo que investia nos meus sonhos, eu precisava trabalhar para ajudar minha mãe". A Moradigna surgiu não como um negócio inovador, a ideia é relativamente simples: reformar casas insalubres, que sofrem com umidade e mofo, com planejamento. “Nossa proposta é a de resolver problemas. Sabemos que uma reforma não planejada tem um custo 40% maior no final. No caso de pessoas de baixa renda, esse número é ainda maior porque são pessoas com instrução menor". O primeiro projeto de reforma foi a própria casa. “Eu precisava começar de alguma forma, mas meu capital inicial era zero. Então, peguei o cartão de crédito da minha irmã sem ela saber, comprei o material necessário e reformei a casa da minha mãe". Passo nada ortodoxo, mas que deu certo. Vizinhos o contrataram para novas obras e o projeto foi ganhando forma de um negócio. “Decidi largar meu emprego na Promon Engenharia para ser um empreendedor social. Não foi fácil! Eu tinha realizado o sonho da minha mãe: me formei e trabalhava com carteira assinada. Ninguém entendeu a minha decisão no início”. Depois do impacto, mão na massa. A Moradigna passou do projeto para a empresa em 2015. Um negócio que realiza reformas em casas na zona leste de São Paulo, Guarulhos e Itaquaquecetuba. A mão de obra contratada é local para fomentar a economia do bairro. Também conta com parceiros como grandes empresas do setor de construção civil, um jeito de conseguir preços mais baixos na compra dos materiais. O custo médio das reformas do Moradigna é de R$ 5 mil, que podem ser parcelados via financeiras. “Começamos com 15 reformas no primeiro ano e hoje já realizamos mais de 400 obras. Eu entendo que a casa de uma pessoa é a sua segunda pele, o local onde deve se sentir bem e é fundamental que viva com dignidade. Consegui reunir em um só lugar meu sonho e meu trabalho".

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Mudanças no MEI chegam para melhor
Data: 23/03/2018

Mudanças no MEI chegam para melhor

As recentes mudanças no MEI (Microempreendedor Individual) trouxeram e vão continuar trazendo diversos benefícios, uma vez que as novas regras que foram estabelecidas no ano de 2016 por meio da Lei Complementar entraram em vigor agora com a aprovação do Comitê Gestor do Simples Nacional. Para saber os impactos que isto irá causar nos seus negócios, é preciso analisar cada caso e avaliar pontos, como os exemplos a seguir: 1) Exclusão e inclusão da lista de enquadramento como MEI Foram excluídos da lista do MEI: personal trainer; arquivista de documentos; contador; e técnico contábil. Passaram a ser autorizados como MEI: apicultor; cerqueiro; lLocador de bicicletas; locador de materiais e equipamentos esportivos; locador de motocicletas, sem condutor; locador de videogames; viverista; prestador de serviços de colheita; prestador de serviços de poda; prestador de serviços de preparação de terrenos; prestador de serviços de roçagem, destocamento, lavração, gradagem e sulcamento; e prestador de serviços de semeadura. O grande benefício trazido por esse aumento de atividades que podem ser incluídos no MEI é a formalização da prestação de serviço por todas essas pessoas. Isso porque, em muitos casos, esses prestadores de serviços acabam por trabalhar na informalidade, o que acarretava prejuízo para eles e para quem os estava contratando. Possibilitando a sua formalização como MEI, toda a atividade de prestação de serviços será regulada e formalizada. 2) INCLUSÃO DO TERMO "INDEPENDENTE" EM TODAS AS OCUPAÇÕES Todos devem ser independentes, pois o Comitê Gestor determinou o acréscimo do termo "independente" em todas as ocupações do MEI, o que significa que a ocupação deve ser exercida pelo titular do empreendimento, que não deve estar subordinado ao contratante e nem possuir relação de habitualidade com o mesmo. 3) EXIGÊNCIA DE CERTIFICADO DIGITAL PARA CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES Ainda fora determinado que a microempresa e a empresa de pequeno porte que tiver empregado necessitarão de certificado digital para cumprir com as obrigações da Guia de Recolhimento do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e Informações à Previdência Social (GFIP) ou do eSocial. 4) AUMENTO DO LIMITE DE FATURAMENTO DO MEI Outra alteração é o aumento do limite do faturamento de R$ 60 mil para R$ 81 mil. Com isso, os empreendedores que faturaram em 2017 entre R$ 60 mil e R$ 72 mil poderão optar pelo pagamento de uma multa sobre o excedente e permanecer enquadrados no mesmo regime tributário. Isso é muito bom para o Microempreendedor, pois ele não se restringirá a continuar prestando serviços, como o limite de faturamento foi aumentado, e ainda terá o incentivo de procurar mais negócios sem o medo de ser desenquadrado da condição de MEI por estourar esse limite. O novo limite traz mais conforto especialmente para os microempreendimentos que têm tendência a crescer. E tal como ocorreu nesta mudança, com a inclusão de 13 novas atividades, a tendência é que com o passar do tempo mais atividades possam ser incluídas e, com isso, o aumento de empresas que se formalizem. Antes os empresários enquadrados no MEI ficavam restritos ao faturamento e até mesmo deixavam de pegar serviço ou postergavam a emissão de nota fiscal para não serem desenquadrados do MEI, e com isso terem a carga tributária majorada. Apenas não vê com bons olhos por parte da Receita Federal, que estima que a entrada de novas empresas na modalidade, com o faturamento majorado para R$ 81 mil acarretará em queda na arrecadação. Isso porque, antes, essas 13 novas atividades não podiam ser MEI, e aqueles que faturavam mais de R$ 60 mil também não. Como o MEI é uma forma de tributação menor, isso não foi tão bem recebido pela Receita Federal por importar na diminuição da arrecadação dos tributos. Porém, aos olhos dos contribuintes, não há que se falar em qualquer perda, mas apenas em ganhos. Artigo de: Andréa Giugliani, da Giugliani Advogados Fonte: Agência Estilo Press Portal Contábeis

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Polícia Civil de SP abre concurso de delegado com salário de R$ 9.507,77
Data: 23/03/2018

Candidatos podem se inscrever para oportunidade a partir do dia 4 de abril no site da Vunesp

A Polícia Civil do Estado de São Paulo publicou o edital do concurso público para delegados. O documento foi publicado no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (23). Os pré-requisitos para participar do concurso são ter ensino superior completo, estar em dia com o serviço militar, não ter antecedentes criminais, entre outros. Serão preenchidas 250 vagas em todo o Estado. A remuneração inicial é de R$ 9.507,77. Os interessados devem se inscrever a partir do dia 4 de abril no site da Vunesp. A inscrição custa R$ 84,81.

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Prévia do PIB registra recuo em janeiro de 2018
Data: 19/03/2018

Atividade econômica brasileira encolheu 0,56% no primeiro mês do ano, segundo o Banco Central

A prévia do PIB (Produto Interno Bruto) começou o ano de 2018 com o pé esquerdo. A economia teve contração de 0,56% em janeiro em comparação com dezembro de 2017. O dado foi divulgado na manhã desta segunda-feira (19) pelo Banco Central. Na comparação entre os meses de janeiro de 2018 e janeiro de 2017, houve aumento de 2,97% na série sem ajustes sazonais. Em relação ao acumulado do ano, o indicador registrou aumento de 2,97%. O IBC-Br é o indicador utilizado para avaliar o ritmo da economia brasileira ao longo dos meses. Divulgado pelo Banco Central, o indicador é conhecido como "prévia do PIB".

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Consumo de importados cresce 17% após 3 anos de queda, diz CNI
Data: 15/03/2018

A cada 100 produtos vendidos no Brasil no ano passado, 17 eram importados. Aumento das importações mostra valorização do real diante do dólar

Depois de três anos de queda, o consumo de produtos importados cresceu em 2017 no Brasil. De acordo com dados divulgados hoje (15) no estudo Coeficientes de Abertura Comercial, da Confederação Nacional da Indústria (CNI), de cada 100 produtos vendidos no Brasil no ano passado, 17 eram importados. Em 2013, 18,2% dos produtos vendidos no mercado interno eram estrangeiros. Desde então, esse percentual caiu, chegando a 16,4% em 2016. Em 2017, subiu para 17%. Os importados também voltaram a ganhar participação no total de insumos utilizados pela indústria. Em 2013, a participação desses produtos era de 26,1%. Em 2014 começou a cair, chegando a 22,5% em 2016. Em 2017, foi de 23,5%. Além do aumento de importados, a participação dos produtos exportados manteve-se praticamente constante, interrompendo uma sequência de altas que vinha desde 2015. O coeficiente de exportação da indústria de transformação passou de 15,7% em 2016 para 15,6% em 2017. O coeficiente mede a importância das vendas externas para o setor. Em 2017, a indústria de transformação registrou aumento de 3,6% do volume produzido, acompanhado de crescimento menor do volume exportado (2,3%). Com isso, o coeficiente recuou 0,1 ponto percentual, o que corresponde a uma redução de 1,2%. CNI sugere que Brasil reaja a plano dos EUA de sobretaxar aço importado Real é valorizado diante do dólar O aumento da participação dos importados no mercado nacional e a perda da importância das exportações na produção da indústria decorrem "da recuperação do consumo interno e da valorização do real diante do dólar", diz a economista da CNI, Samantha Cunha, em nota divulgada pela confederação. Segundo a CNI, o crescimento da demanda repercute nas importações e na produção para o mercado doméstico, aumentando sua importância relativa para a indústria. A apreciação do real estimula as importações e desestimula as exportações. Entre 2015 e 2017, o real valorizou 13,4% frente à cesta de moeda de seus principais parceiros comerciais. O estudo, disponível no site da CNI, apresenta os resultados de quatro coeficientes: o de exportação, que mede a participação das vendas externas no valor da produção da indústria de transformação; o de penetração de importações, que acompanha a participação dos produtos importados no consumo brasileiro; o de insumos industriais importados, que aponta a participação dos insumos industriais importados no total de insumos industriais adquiridos pela indústria de transformação; e o de exportações líquidas, que mostra a diferença entre as receitas obtidas com as exportações e as despesas com a importação de insumos industriais, ambas medidas em relação ao valor da produção.

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Brasil discute retaliação aos EUA após sobretaxa de aço e alumínio
Data: 14/03/2018

Governo brasileiro discute lista de itens que podem ser levados a uma negociação de país a país com os Estados Unidos nessa questão

O governo brasileiro discute, de forma preliminar, uma retaliação ao governo norte-americano sobre a decisão de os Estados Unidos aplicarem tarifas para importação de aço e alumínio. O governo de Donald Trump apresentou cinco exigências aos países que querem ser isentos das taxas para tais exportações. Para conseguir a isenção, a área técnica do governo de Michel Temer discute uma lista de itens que podem ser eventualmente levados a uma negociação de país a país com os Estados Unidos nessa questão. Entre eles, está a elevação das tarifas de importação do etanol de milho produzido lá, o adiamento da sanção do acordo de céus abertos e a parceria entre Embraer e Boeing. De acordo com uma fonte, “tudo” está em discussão. Porém, não existe decisão alguma sobre como esses itens serão usados na negociação, nem se serão de fato levados à mesa. Até porque, concretamente, ainda não começou a negociação entre os governos de Brasil e EUA sobre o tema. A estratégia brasileira é, primeiro, esperar os resultados dos entendimentos entre as empresas americanas que serão prejudicadas com a aplicação da sobretaxa ao aço importado e a administração de Donald Trump. Em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo publicada nesta terça-feira (13), o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, disse que o Brasil vai dar apoio a essas empresas. A negociação governo a governo é uma outra frente, que ainda não foi aberta. Nela, o ponto forte será a tese de que as indústrias siderúrgicas brasileira e americana são complementares. Por fim, o governo também passaria a monitorar o volume das exportações de aço para o mercado americano. Com base nisso, existe a possibilidade de que cotas sejam estabelecidas para cada exportador. O que passar desse volume seria sobretaxado. Governo brasileiro preocupado O MDIC (Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços) tomou conhecimento da sobretaxa ao aço e alumínio “com grande preocupação”. Em nota divulgada à imprensa, o MDIC declarou que “as medidas causarão graves prejuízos às exportações brasileiras e terão significativo impacto negativo nos fluxos bilaterais de Comércio.” Com isso, os Estados Unidos seriam “amplamente” favorecidos nas relações comerciais. (Confira a nota do MDIC ao final da matéria) Reação dos governos mundiais à sobretaxa do aço e alumínio O detalhamento com as cinco exigências para a isenção já foi apresentado a diplomatas japoneses, europeus e coreanos. Na avaliação de alguns negociadores, os critérios, no entanto, são mais políticos do que comerciais. E não ficou claro como os EUA vão controlar o cumprimento dessas exigências. A mais polêmica estabelece que os governos que querem evitar a taxação do aço precisam apoiar as disputas lideradas pelos Estados Unidos nos tribunais da OMC (Organização Mundial do Comércio). A exigência deve criar uma saia-justa para várias chancelarias que, nos últimos meses, ensaiaram levar o governo americano a julgamento na entidade. Também seria uma medida complicada para países que, por motivos comerciais, não têm interesse de atacar o governo chinês. Trump também quer que os governos sejam “parceiros” dos EUA em termos de segurança, condicionando aspectos comerciais a uma aliança no setor de Defesa. Não ficou claro para os negociadores o que isso significaria de fato. Uma das críticas é de que as exigências, além de políticas, são amplas e subjetivas. Mas os critérios estabelecidos pelo governo Trump também envolvem aspectos comerciais. Os americanos pedem um compromisso dos governos em um esforço mundial contra a produção em excesso no setor siderúrgico. Eles também querem garantias de que os países vão lutar contra o desvio de aço subsidiado de países de origem. A suspeita dos EUA é de que, embora oficialmente a China diga que exporta apenas 2% do aço ao mercado americano, um volume muito maior seja primeiro vendido a outros países e, dali reexportado para o território americano. Crítica Mesmo após o detalhamento, os diplomatas europeus insistem que os critérios não estão claros e que não é possível saber o peso de cada argumento, nem quem os monitoraria. No fim de semana, a comissária de Comércio da União Europeia, Cecilia Malmstrom, se reuniu com o representante de Comércio da Casa Branca, Robert Lighthizer. Ao sair do encontro, ela disse que Lighthizer não apresentou esclarecimentos suficientes. Longe da troca pública de acusações entre os governos, diplomatas de ambos os lados estão mantendo contatos nos bastidores para organizar um novo encontro ainda nesta semana. Desta vez, a reunião envolveria apenas os técnicos. Confira, na íntegra, a nota do MDIC “O governo brasileiro tomou conhecimento, hoje, com grande preocupação, da decisão do governo dos Estados Unidos, de aplicar sobretaxa de 25% às importações de aço e de 10% às importações de alumínio, sob alegada justificativa de segurança. As medidas causarão graves prejuízos às exportações brasileiras e terão significativo impacto negativo nos fluxos bilaterais de Comércio, amplamente favoráveis aos Estados Unidos nos últimos 10 anos, e nas relações comerciais e de investimentos entre os dois países. Desde o início das investigações do Departamento de Comércio dos EUA, no primeiro semestre de 2017, o governo brasileiro, em coordenação com o setor siderúrgico nacional, buscou, em sucessivas gestões, evitar a aplicação das medidas às exportações brasileiras, esclarecendo ao governo americano e a outros atores relevantes naquele país que os produtos do Brasil não causam ameaça aos interesses comerciais ou de segurança dos EUA. Ao contrário, as indústrias de ambos os países são integradas e se complementam. Cerca de 80% das exportações brasileiras de aço são de produtos semiacabados, utilizados como insumo pela indústria siderúrgica norte-americana. Ao mesmo tempo, o Brasil é o maior importador de carvão siderúrgico dos Estados Unidos (cerca de US$ 1 bilhão, em 2017), principalmente destinado à produção brasileira de aço exportado àquele país. As medidas norte-americanas minarão os esforços em curso no Foro Global do Aço, do qual os EUA fazem parte, com vistas a uma solução para a questão do excesso de capacidade no setor siderúrgico, verdadeira raiz dos problemas enfrentados pelo setor. As medidas restritivas às importações de aço e alumínio são incompatíveis com as obrigações dos EUA ao amparo da Organização Mundial de Comércio, e não se justificam, tampouco, pelas exceções de segurança do GATT 1994. Ao mesmo tempo em que manifesta preferência pela via do diálogo e da parceria, o Brasil reafirma que recorrerá a todas as ações necessárias, nos âmbitos bilateral e multilateral, para preservar seus direitos e interesses. Ministros Aloysio Nunes e Marcos Jorge”

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Indústria paulista cria 2 mil postos de trabalho em fevereiro
Data: 14/03/2018

Dados da Fiesp mostram que dentre os 22 setores acompanhados, 10 ficaram positivos no mês de fevereiro. Três ficaram estáveis e nove, negativos

A indústria paulista criou 2 mil postos de trabalho em fevereiro, na série sem ajuste sazonal, 0,10% a mais do que em janeiro. Esse foi o melhor resultado para o mês desde 2014, quando haviam sido criadas 7,5 mil novas vagas. Em janeiro do ano passado, houve corte de 3 mil vagas. Segundo os dados do Nível de Emprego do Estado de São Paulo, divulgados nesta quarta-feira (14) pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp e Ciesp), no acumulado do ano as vagas novas totalizam 12,5 mil, um aumento de 0,59%. Na série com ajuste sazonal, o índice ficou estável (-0,03%) no mês. "Esperamos aceleração desse saldo para os próximos meses estimulada pelo aumento da confiança empresarial e do consumo", disse o segundo vice-presidente da Fiesp, José Ricardo Roriz Coelho. Os dados mostram que, entre os 22 setores acompanhados, 10 ficaram positivos no mês de fevereiro; três, estáveis; e nove, negativos. Entre os positivos, os destaques são coque, derivado do petróleo e biocombustíveis, com geração de 1.030 postos de trabalho, seguido por confecção de artigos do vestuário e acessórios (1.019). Os negativos são produtos de borracha e de material plástico (-1.408) e produtos diversos (-622). Segundo a apuração mensal, a variação no mês ficou positiva no interior paulista (0,27%). Já na Grande São Paulo, houve queda (-0,35%). Entre as 36 diretorias regionais, houve variação nos resultados. Nas 21 que apresentaram alta, destacam-se Franca (2,80%), onde o resultado foi influenciado pelo setor de artefatos de couro e calçados (5,13%) e coque, petróleo e biocombustíveis (2,27%); Mogi das Cruzes (2,03%), cujo desempenho foi impulsionado por produtos de minerais não metálicos (1,62%) e máquinas e equipamentos (1,72%) e Araraquara (1,35%), em que o aumento foi puxado por produtos alimentícios (1,26%) e produtos de borracha e plástico (3,10%). Entre as 10 que registraram queda destacam-se Matão (-2,65%), com a influência de produtos alimentícios (-3,99%) e máquinas e equipamentos (- 2,74%); Jaú (-2%), puxada por artefato de couro e calçados (-10,10%) e coque, petróleo e biocombustíveis (-0,34%); e Santos (-1,53%), sob o impacto de produtos alimentícios (-2,56%), impressão e reprodução de gravações (-3,27%).

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Temer discute reação à sobretaxa ao aço e reúne-se com aliados
Data: 12/03/2018

Taxas impostas pelo governo norte-americano de Donald Trump às importações de aço são de 25%

O presidente Michel Temer recebe às 10h desta segunda-feira (12), no Palácio do Planalto, os ministros das Relações Exteriores, Aloysio Nunes Ferreira, e o interino da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima. No encontro, eles devem bater o martelo sobre a reação brasileira às sobretaxas impostas pelo governo norte-americano de Donald Trump às importações de aço (25%) e de alumínio (10%). A estratégia do governo, como disse Marcos Jorge ao Broadcast semana passada, é apresentar recursos em dois órgãos dos Estados Unidos contra a decisão de Trump. Ele afirmou ver chances de o Brasil não ser atingido pela medida. "Queremos que o Brasil seja excluído assim como o Canadá e o México", disse. Os recursos serão levados ao Departamento de Comércio norte-americano e ao Escritório de Representação Comercial dos EUA. Na parte da tarde, Temer participa da cerimônia de assinatura do termo de adesão ao Programa Internet para Todos e de liberação de recursos para municípios. O evento está marcado para as 15h. Depois, às 17h, o presidente recebe o diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), Roberto Azevedo. Às 18h, Temer tem reunião no Planalto com vice-líderes da base aliada no Congresso Nacional.

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Economistas no Focus passam a ver corte de 0,25 p.p. na Selic na próxima semana, a 6,5%
Data: 12/03/2018

Os especialistas consultados passaram a ver ainda crescimento do Produto Interno Bruto (PIB)

SÃO PAULO (Reuters) - Economistas de instituições financeiras passaram a ver novo corte de 0,25 ponto percentual na taxa básica de juros na reunião do Banco Central na próxima semana, diante da persistente fraqueza da inflação, de acordo com a pesquisa Focus do BC divulgada nesta segunda-feira. A expectativa agora é de que a Selic seja reduzida dos atuais 6,75 por cento para a nova mínima histórica de 6,5 por cento no encontro dos dias 20 e 21 de março do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. Para 2019, as projeções continuaram em 8 por cento. A inflação baixa ratifica essa expectativa, depois que o IPCA atingiu o menor nível em 18 anos para fevereiro a 0,32 por cento. Nos 12 meses até fevereiro, o IPCA acumulou avanço de 2,84 por cento, menor leitura para o período desde 1999. As apostas de novo corte este mês já haviam aumentado no mercado de juros futuros e se consolidaram após o presidente do BC, Ilan Goldfajn, reconhecer que a inflação lenta vem surpreendendo até a autoridade monetária. Para o Top-5, grupo dos que mais acertam as previsões, a Selic também deve ser reduzida em 0,25 ponto na próxima semana, mantendo a visão anterior. Entretanto, o grupo vê aumento na mesma proporção em dezembro, preservando a projeção de que ela ficará em 6,75 por cento ao fim de 2018. Para 2019, o Top-15 ainda aumentou a conta para a Selic a 9 por cento, sobre 8 por cento antes. No Focus, a expectativa para a inflação medida pelo IPCA neste ano foi reduzida pela sexta semana seguida, a 3,67 por cento, 0,03 ponto percentual a menos do que na semana anterior. Para o ano que vem a conta caiu a 4,20 por cento, de 4,24 por cento. Os especialistas consultados passaram a ver ainda crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano de 2,87 por cento, sobre 2,90 por cento antes. Em 2019, a expansão aceleraria a 3 por cento, sem alteração.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/economistas-no-focus-passam-a-ver-corte-de-025-pp-na-selic-na-proxima-semana-a-65-12032018

Foi bom começar 2018 com inflação abaixo da meta, diz Ilan
Data: 12/03/2018

o que a inflação caminha em direção à meta, dizendo que pode segurar a inflação mais baixa por mais tempo.

SÃO PAULO (Reuters) - O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, afirmou nesta segunda-feira que foi bom começar este ano com a inflação abaixo da meta, e não o contrário, porque a política monetária teria de reagir. Ilan, durante evento em São Paulo, disse também que a economia brasileira ainda está em processo de recuperação, apesar de ter repetido que de maneira consistente, e chamou como "cenário do bem" o que a inflação caminha em direção à meta, dizendo que pode segurar a inflação mais baixa por mais tempo. None (Reportagem de Taís Haupt) Copyright Thomson Reuters 2018

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/foi-bom-comecar-2018-com-inflacao-abaixo-da-meta-diz-ilan-12032018

Petrobras eleva preços de diesel e gasolina nas refinarias a partir de terça-feira
Data: 12/03/2018

Com os reajustes, a cotação do diesel, combustível mais consumido no país, irá a 1,7583 real por litro

A Petrobras elevará os preços do diesel em 1,6 por cento e os da gasolina em 1,7 por cento nas refinarias a partir de terça-feira, de acordo com comunicado no site da estatal. Com os reajustes, a cotação do diesel, combustível mais consumido no país, irá a 1,7583 real por litro, enquanto a da gasolina subirá para 1,5608 real por litro.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/petrobras-eleva-precos-de-diesel-e-gasolina-nas-refinarias-a-partir-de-terca-feira-12032018

Telefônica Brasil anuncia investimentos totais de R$26,5 bi no triênio 2018-2020
Data: 12/03/2018

O montante não inclui eventuais investimentos em licenças.

A Telefônica Brasil anunciou nesta segunda-feira que fará investimento estimado de 24 bilhões de reais no triênio 2018-2020, com foco principal na expansão e qualidade das redes móvel e fixa. A empresa, que opera sob a marca Vivo, também anunciou investimento adicional estimado de 2,5 bilhões de reais na expansão da rede de fibra óptica no período, disse em fato relevante. O montante não inclui eventuais investimentos em licenças. None (Por Raquel Stenzel) Copyright Thomson Reuters 2018

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/telefonica-brasil-anuncia-investimentos-totais-de-r265-bi-no-trienio-2018-2020-12032018

Tarifa da Cemig pode subir 25,8% em revisão tarifária, aponta Aneel
Data: 06/03/2018

A audiência pública sobre a proposta de revisão tarifária

SÃO PAULO (Reuters) - A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou nesta terça-feira realização de audiência pública sobre o processo de revisão das tarifas da Cemig-D, braço de distribuição da Cemig, com proposta preliminar que elevaria em média em 25,8 por cento as contas dos clientes da companhia. A audiência pública sobre a proposta de revisão tarifária ficará aberta para contribuições entre 7 de março e 21 de abril.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/tarifa-da-cemig-pode-subir-258-em-revisao-tarifaria-aponta-aneel-06032018

Governo autoriza Statoil a exercer atividade de exportação de petróleo
Data: 06/03/2018

Os parceiros da Statoil em Carcará incluem a Exxon Mobil e a Galp, de Portugal.

O governo federal deu aval para que a norueguesa Statoil exerça a atividade de exportação de petróleo, de acordo com autorização publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira. A autorização ocorre em um momento em que a petroleira se prepara para perfurar poços na importante descoberta de Carcará. Recentemente, um representante da companhia disse que a meta é iniciar a produção no local, que pode conter mais de 2 bilhões de barris de óleo equivalente, entre 2023 e 2024. Os parceiros da Statoil em Carcará incluem a Exxon Mobil e a Galp, de Portugal.

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Produção da indústria cai em janeiro após 4 meses de crescimento
Data: 06/03/2018

De acordo com o IBGE, produção industrial caiu 2,4% e foi o pior resultado desde fevereiro de 2016

A produção industrial no Brasil caiu 2,4% em janeiro deste ano frente a dezembro do ano passado, após quatro meses de resultados positivos seguidos, que acumularam ganho de 4,3%. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (6) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), este foi o pior resultado desde fevereiro de 2016, quando teve um recuo de 2,5%. Ainda de acordo com o IBGE, a queda na produção foi generalizada entre as quatro grandes categorias da indústria brasileira. No entanto, a principal influência negativa foi em decorrência da produção de veículos automotores, que caiu 7,6% de dezembro para janeiro. Outras áreas contribuíram para a queda da produção industrial: metalurgia (-4,1%), produtos de borracha e de material plástico (-5,4%), produtos alimentícios (-1,1%), perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (-2,4%), outros equipamentos de transporte (-12,1%), produtos de metal (-4,9%), produtos diversos (-11,2%), celulose, papel e produtos de papel (-3,3%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-1,6%).

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Agropecuária foi responsável por crescimento da economia em 2017
Data: 01/03/2018

Com safra recorde no campo, setor registrou melhor resultado desde 1996, quando IBGE começou a série histórica

A agropecuária cresceu 13% em 2017 e puxou para o terreno positivo os números do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O setor registrou o melhor resultado desde 1996, quando o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) iniciou a série histórica. Os dados do PIB divulgados nesta quinta-feira (1º) mostram que a economia do país cresceu 1% no ano passado. A supersafra do ano passado foi decisiva para a a economia brasileira, segundo o economista Claudio Considera, coordenador do Monitor do PIB-FGV (Fundação Getulio Vargas). — Houve uma safra muito boa de grãos e grande parte das nossas exportações tem a ver com exportações do setor agrícola. [...] Todo mundo estava achando há pouco tempo que a safra de 2018 não seria tão boa. Isso poderia mostrar o PIB da agropecuária decrescendo. Mas isso passou e a safra deverá ser tão boa ou melhor do que no ano anterior, que já foi um recorde. A colheita recorde no campo também ajudou internamente, porque baixou o preço dos alimentos, que pressionam a inflação, especialmente para os mais pobres. Gastando menos com alimentação, as famílias puderam retomar o consumo, ainda que de modo lento. O consumo das famílias cresceu 1% em 2017. O economista Claudio Considera acrescenta que esse movimento é fundamental para a retomada econômica. "Em torno de 60% do PIB vêm consumo das famílias", observa. Consumo das famílias O consumo das famílias cresceu 1% em 2017. O economista Claudio Considera acrescenta que esse movimento é fundamental para a retomada econômica. "Em torno de 60% do PIB vêm consumo das famílias", observa. Já o professor de economia da PUC-RJ (Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro) e do Ibmec-RJ Mauro Rochlin diz que além da redução da inflação, outros fatores contribuíram para que os brasileiros retomassem o consumo no ano passado. — Tivemos a liberação das contas inativas do FGTS, aumento da massa salarial e uma melhora no crédito, com redução dos juros.

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Aposentados que perderam prova de vida devem ir à agência do INSS
Data: 01/03/2018

Beneficiários devem solicitar a reativação dos pagamentos, recebendo também os valores retroativos do período que não recebeu

Os brasileiros que não realizaram a prova de vida do INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) até quarta-feira (28) vão começar a ser bloqueados. Segundo o INSS, é preciso ir até uma agência da instituição para regularizar a situação. Os aposentados e pensionistas devem pedir a reativação do pagamento e solicitar os valores suspensos. A lista de agências está disponível no site do INSS. As agências bancárias determinam qual a data da prova de vida de acordo com o que é mais benéfico para o funcionamento da instituição. O prazo de 28 de fevereiro convocava os brasileiros que não realizaram a prova de vida há mais de um ano. A comprovação continua acontecendo normalmente para os aposentados e pensionistas que estão respeitando as datas dos bancos. Algumas agências bancárias optam pela data do aniversário do beneficiário, outras utilizam a data de aniversário do benefício, e ainda há aquelas que convocam o beneficiário um mês antes do vencimento da última Comprovação de Vida realizada. Caso o beneficiário perca o prazo da prova de vida, ele tem até dois meses a partir da data do último aviso do INSS. É preciso ir até a agência bancária em que recebe o pagamento e realizar a prova. Depois disso, precisa recorrer à agência do INSS. O que é a prova de vida? A prova de vida é uma comprovação anual que garante que o beneficiário continue recebendo a aposentadoria. Ela é necessária para todos os brasileiros que recebem por conta corrente, conta poupança ou cartão magnético. O procedimento padrão exige que o beneficiário compareça na agência bancária em que recebe a aposentadoria e mostre um documento original com foto. Algumas instituições também podem pedir a confirmação por meio do cadastro biométrico. Em 2017, 112.729 mil benefícios foram suspensos por causa da ausência da prova de vida, gerando economia de R$ 1,2 bilhão. O presidente Michel Temer foi um dos beneficiários que perdeu a prova de vida e, por isso, teve a aposentadoria suspensa temporariamente. Temer é aposentado como procurador do Estado de São Paulo e recebe R$ 20 mil mensais. Ele já regularizou a situação.

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Os negócios criados pelo wellness, nova moda que agita o mercado da alimentação
Data: 01/03/2018

Busca pelo termo "wellness" (bem-estar, em português) no Instagram revela um número impressionante de 15.315.754 posts

A indústria da perda de peso tem uma nova estrela: o "wellness". Uma busca do termo, que significa "bem-estar" em português, no Instagram revela um número impressionante de 15.315.754 posts. O mercado do wellness está explodindo, mas há alguma ciência por trás dele? A verdade é que conceito inclui uma variedade de coisas, desde comer mais legumes e verduras até, no outro extremo, excluir certos grupos de alimentos e adotar um estilo de vida completamente diferente. Muitas pessoas na indústria não gostam de reduzir wellness a uma dieta, mas Louise Foxcroft, uma historiadora e escritora do livro Uma História da Dieta de Mais de 2000 anos, discorda. "Há diversas dietas para o público em geral, e o wellness é mais uma maneira holística de encarar um estilo de vida saudável. Quer eles digam que isso é uma dieta ou não, é uma dieta sim. É um regime para se viver e a ideia é que você seja magro, porque ser saudável é visto como ser magro, então não há como fugir disso." Oportunidades de negócios Não faltam empresas desenvolvendo produtos para atender à moda. Rebekah Hall, fundadora e CEO da empresa de bebidas Botanic Lab, trabalhou no setor bancário por dez anos antes de lançar sua própria empresa para capitalizar no então novo mercado. O Refuel, por exemplo, é um produto da empresa que consiste em um líquido preto que, de acordo com o rótulo, "é uma mistura hipertônica com doses medicinais de carvão, um pouco de erva bruta da cana-de-açúcar e um toque cítrico de yuzu cru". Será que as pessoas estão consumindo bebidas como essas porque parece uma maneira mais fácil de ser saudável do que sair de casa e fazer exercícios? "Todo mundo quer uma solução rápida. E se você pode dar a alguém algo que deixe de lado o trabalho e a confusão, isso é ótimo, e é parte do que fazemos", diz Hall. "Mas as bebidas também têm uma função real, são usadas por vários times de esportes no Reino Unido, como equipes de futebol da Premier Ligue que querem ajudar a energizar o corpo (dos atletas) depois do exercício, mas não necessariamente querem açúcar refinado e ingredientes processados." Mas o que acontecerá quando as pessoas se cansarem do wellness e começarem a seguir novas modas de saúde e fitness? "Há modas dentro do wellness", diz Hall. "Há um novo superalimento toda semana, mas eu acho que wellness, como um termo guarda-chuva, não irá embora. As pessoas querem longevidade, 'qual é o elixir da vida, como eu consigo viver mais tempo?', e a busca disso está dirigindo as escolhas que fazemos em termos de estilo de vida, bebida e comida." Um mercado diverso Em uma visita à Stylish Live, uma mostra de estilo de vida em Londres com 200 bancas, dezenas de palestrantes e cerca de 20 mil visitantes, mostra a impressionante variedade de escolhas para pessoas interessadas em produtos da onda wellness. Uma das participantes, a LA Brewery, fundada por Louise Avery, produz a bebida kombucha, que rapidamente está se tornando uma favorita nos círculos wellness. "A kombucha originalmente era bebida há 2000 anos na China, era uma tônica saudável. E eu desenvolvi uma kombucha que vendo como se fosse um refrigerante", diz ela. "No processo de fermentação temos que usar apenas ingredientes muito simples, como chá, açúcar, que é fermentado no processo, e eu então acrescento frutas frescas. No fim você tem essa bebida amarga, deliciosa e gasosa que é saudável, não há nada (ruim) ali, faz bem para você." Outras empresas alcançam o sucesso ao excluir certos ingredientes dos seus produtos. Jamie Keeble trabalha para a Heck Sausages, que vende frango e linguiças de porco sem glúten. Muitos dos seus clientes são celíacos, ou seja, sofrem de uma doença autoimune causada por uma reação ao glúten, mas outros, como o próprio Keeble, apenas escolheu cortá-la da dieta. "Eu não sou intolerante ao glúten, mas prefiro não ingeri-lo porque faz me sentir um pouco diferente. Todo mundo tem essa ideia de que o glúten é maligno, então naturalmente acha que é algo que deve ser evitado", diz ele. 'Clean eating' O wellness também é frequentemente associado a outro termo da moda, o clean eating (alimentação limpa), ideia de que você deve consumir alimentos que são minimamente processados. O que parece muito sensato - até que se torna obsessivo. Esse conceito e sua associação com a saúde tem seus críticos. A escritora e artista Daniella Isaacs tem feito uma apresentação polêmica em Londres, chamada "Hear me Raw", sobre sua experência com o regime do clean eating. Issacs foi uma grande fã dessa moda e foi atraída a ela porque deu "controle, estrutura e rotina" à sua vida, o que a levou a cortar glúten, leite, açúcar e carne de sua dieta. Mas ela acabou mudando de rumo, e hoje escreve sobre suas experiências. "É claro que há coisas maravilhosas no wellness. Mas quando ele se torna uma indústria dirigida pelo consumismo, não consegue nos dar as respostas que procuramos, as que verdadeiramente dão a você uma vida saudável." BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

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Por que a recuperação da economia não impulsiona os pré-candidatos do governo à Presidência?
Data: 01/03/2018

PIB cresceu 1% depois de dois anos de queda. Número foi divulgado na manhã desta quinta-feira (1) pelo IBGE

Depois de dois anos em queda, o Produto Interno Bruto (PIB) voltou a crescer no ano passado, com alta de 1%, conforme os dados divulgados nesta quinta-feira pelo IBGE. Quando vai bem, a economia costuma ser aliada do governo nas urnas e nas pesquisas de popularidade. No entanto, os dados que mostram que a atividade está em recuperação no Brasil não têm praticamente surtido efeito sobre a rejeição recorde do presidente Michel Temer, apontada pelas pesquisas, ou sido suficientes para melhorar sua posição - ou daqueles ligados à sua administração - nas sondagens de intenção de voto. Tanto Temer quanto seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), não têm mais do que 2% da preferência do eleitorado, de acordo com o último levantamento do instituto Datafolha, divulgado em 31 de janeiro. Para economistas e cientistas políticos ouvidos pela BBC Brasil, o quadro se explica por um conjunto de razões, que vão desde o fato de Temer não ter sido eleito diretamente, passando pelas denúncias de corrupção envolvendo seu partido e levando em conta até a composição do crescimento em 2017, muito concentrado no agronegócio, e o nível ainda alto de desemprego. A economia está melhor — mas para quem? Grosso modo, metade do crescimento da economia do ano passado veio da agropecuária, pontua Fernando Sampaio, sócio-diretor da LCA Consultores — ou seja, praticamente 0,5 ponto percentual do crescimento de 1% veio do setor. O agro responde por apenas 5% do PIB, diz Sampaio. Se contabilizada toda a cadeia - desde a logística de escoamento da produção até seu beneficiamento pela indústria alimentícia —, o peso sobe para 15%. Conforme os dados do IBGE, esse componente do PIB cresceu 13% no ano passado, o maior percentual desde o início da série histórica, que começa em 1998. Isso significa que parte importante do impacto positivo da "riqueza" gerada pela economia no período - criação de emprego, aumento de consumo — ficou mais concentrado no interior do que nas grandes capitais, por exemplo, onde a maioria da população vive. "Foi um ano de recuperação bastante assimétrica", ele pondera. O fator-chave para explicar a "sensação de crise" que ainda predomina para milhões de brasileiros, contudo, é o mercado de trabalho, acrescenta Marcel Balassiano, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Apesar de a taxa de desemprego ter recuado gradativamente entre março, quando atingiu 13,7%, e dezembro, quando chegou a 11,8%, seu nível continua elevado. Foram, em média, 12,3 milhões de desempregados, 12,7% da força de trabalho, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua referente a 2017. Em janeiro, conforme divulgado ontem pelo IBGE, a taxa cresceu para 12,2% - segundo economistas, o início do ano é um período em que tradicionalmente há uma procura maior por trabalho e, por isso, o desemprego geralmente aumenta. "A taxa de desemprego é a variável econômica que mais impacta na vida da população, mais até que a inflação", ressalta Balassiano. A economia chegou a gerar emprego no ano passado - vagas precárias, entretanto. Foram 263 mil novos postos, ainda de acordo com a Pnad Contínua, em meio a uma média de 90,6 milhões de brasileiros empregados. Desse total, apenas 34,2 milhões tinham carteira assinada, 950 mil menos do que em 2016. De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), uma outra pesquisa que acompanha o mercado de trabalho (e contabiliza apenas as contratações e demissões com carteira assinada), mostra quadro semelhante. Em 2017, foram fechados 20,3 mil postos, o terceiro ano consecutivo de saldo negativo. No biênio 2015-2016, o país cortou 3 milhões de empregos formais. "As pessoas se esquecem do tamanho do tombo", pontua Christopher Garman, diretor para América Latina da consultoria Eurasia Group. Quem está empregado, por sua vez, tem visto a renda aumentar, mas essa alta se deve muito mais à queda da inflação, que eleva o poder de compra, do que de fato a reajustes maiores nos salários - mais um fator que tem impacto sobre a "sensação térmica" do brasileiro em relação à economia. Em 2017, a inflação acumulada em 12 meses recuou de 5,35% para 2,95% entre janeiro e dezembro. Quem teve correção do salário pelo IPCA no início do ano, por exemplo, viu os rendimentos crescerem cerca de 5%, enquanto, no decorrer do ano, o aumento dos preços foi perdendo ritmo, aumentando em menor velocidade. Voto econômico x voto ideológico "Quão boa tem que estar a situação para as pessoas reconhecerem que ela está boa de fato?", pondera o cientista político Adriano Codato, professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR). No ano passado, ele lembra, o salário mínimo - com "valor simbólico importante" - teve a menor correção em 24 anos, passando de R$ 937 para R$ 954, a conta de luz aumentou, com reajuste no valor das bandeiras tarifárias, e a gasolina ficou mais cara. "A melhora da economia ainda não aparece na ponta. Os indicadores macroeconômicos não necessariamente se refletem na vida das pessoas." A correlação entre economia e preferências eleitorais é observada na grande maioria dos países, diz Codato, em maior ou menor grau. No Brasil, um país de renda média, muito desigual e com parcela significativa da população vulnerável, a maioria escolhe seus candidatos em função do momento em que vive, da percepção que tem do governo, ele afirma, referindo-se ao que a ciência política batizou de teoria do voto econômico. O chamado voto ideológico, acrescenta ele, que é coordenador do Observatório de Elites Políticas e Sociais do Brasil, fica restrito ao topo da pirâmide - funcionários públicos e classes mais altas - e aos jovens. "São votos de extremos em vários graus." Nas eleições presidenciais de 1998, exemplifica Codato, o PSDB venceu com folga no Nordeste e reelegeu Fernando Henrique Cardoso, que ainda colhia os frutos da implementação do Plano Real e de programas assistenciais. Quatro anos depois, contudo, após uma crise forte em 2002, o Nordeste votou no PT e elegeu Lula pela primeira vez. Eleitores irritados Além da recuperação lenta, o país atravessa em 2018 um momento histórico particular, diz Fiona Mackie, diretora regional para a América Latina da consultoria Economist Intelligence Unit (EIU). "O Brasil vive um verdadeiro terremoto político", ilustra a cientista política, para justificar por que a "regra" de que o pragmatismo costuma prevalecer entre os eleitores quando a economia vai bem - levando-os a optar por candidatos governistas ou de centro - pode não funcionar neste ano. A mistura de recessão com a multiplicação dos casos de corrupção que se tornaram públicos nos últimos anos despertaram nos brasileiros revolta contra a classe política. "Existe um grau de desencanto profundo com o establishment político", ressalta Garman, da Eurasia. Para ele, a situação é exacerbada por um outro fator: a frustração de uma nova classe média - forjada na primeira década dos anos 2000 - que não viu suas demandas por serviços públicos de melhor qualidade serem atendidas e que assistiu à recessão diminuir seu padrão de vida. "O que o eleitor quer não é a manutenção do status quo e nem a agenda econômica desse governo", diz o cientista político. "Temer é mal visto de forma geral, não é carismático, não foi eleito diretamente, assumiu com índice de aprovação já muito baixo. Há uma relação bem fundamentada (entre economia e eleições), mas essa recuperação não deve favorecer um candidato governista", reforça. Sinais melhores Ainda assim, os números do PIB referentes ao último trimestre do ano passado trazem sinais melhores. Ajudado pela queda da inflação e dos juros, o consumo das famílias ganhou fôlego e avançou 2,6% sobre o quatro trimestre de 2017 e 0,1% em relação ao trimestre imediatamente anterior — se firmando como potencial indutor do crescimento em 2018. A indústria teve seu melhor desempenho no ano, com alta de 0,5% em relação aos três meses imediatamente anteriores e de 2,7% sobre o mesmo período do ano passado, e os investimentos esboçaram reação - cresceram 2% na comparação com o terceiro trimestre e 3,8% sobre outubro-dezembro de 2016. O retrato da economia no fim do ano passado, diz Balassiano, do Ibre-FGV, reflete a composição da reação que se espera para este ano. Com um crescimento mais disseminado, a estimativa da instituição aponta crescimento de 2,9% para o PIB de 2018. "A perspectiva para este ano é de desafogo", diz Sampaio, da LCA, que projeta alta de 2,8% para o produto. Entre os fatores que favorecerão a economia nos próximos meses estão a inflação ainda comportada, os juros baixos - que devem cada vez mais aparecer nas taxas cobradas à pessoa física e estimular o consumo - e a perspectiva de que o governo possa investir um pouco mais, ajudado pelas surpresas positivas com a arrecadação. O desemprego, entretanto, que em geral reage de forma defasada ao crescimento, deve se manter alto. Depois de atingir 12,2% em janeiro, a taxa recuaria apenas para 10,9% no fim de 2018 e para 10,1% no fim de 2019, conforme as estimativas do Ibre-FGV. BBC Brasil - Todos os direitos reservados - É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito da BBC

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Aposentados e pensionistas têm até amanhã para fazer Prova de Vida
Data: 27/02/2018

Segurados do INSS devem comparecer à agência bancária onde recebem o pagamento mensal

Os aposentados e pensionistas que recebem salário com base no regime do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) têm somente até esta quarta-feira (28) para fazer a Prova de Vida. Ferramenta do INSS mostra quanto tempo falta para se aposentarQuem não fizer a comprovação de vida no prazo estabelecido poderá ter o pagamento do benefício interrompido. De acordo com o INSS, quase 32,6 milhões dos mais de 34 milhões de beneficiários realizaram a comprovação de vida até o o momento. Com isso, restam que cerca de 1,4 milhões de beneficiários compareçam aos bancos pagadores de seu benefício para realizar o procedimento. O INSS reforça que não é necessário comparecer a uma Agência da Previdência Social para realizar o recadastramento.O procedimento é uma atualização de dados cadastrais, com renovação de senha do cartão de pagamento do benefício, feita diretamente na agência bancária onde o segurado recebe seu pagamento mensal. O prazo inicial para o comparecimento das pessoas que ainda não fizeram a comprovação de vida em 2017 terminaria em 31 de dezembro de 2017. No entanto, devido ao grande número de beneficiários que ainda não realizaram o procedimento, o prazo foi estendido até 28 de fevereiro de 2018. O caso mais emblemático dos que perderam o prazo para realizar a "Prova de Vida" é o do presidente Michel Temer. A não realização do recadastramento obrigatório fez com que o presidente não recebesse seus benefícios nos meses de novembro e dezembro do ano passado.

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Quase 90% dos futuros médicos erram ao interpretar mamografia
Data: 27/02/2018

Um exame aplicado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp)

Um exame aplicado pelo Conselho Regional de Medicina de São Paulo (Cremesp) aos alunos recém-formados trouxe resultados alarmantes: 35,4% dos 2.636 participantes da prova não acertaram a nota mínima exigida. A instituição indica que muitos dos novos médicos não souberam interpretar exames corretamente para diagnosticar e tratar diretamente casos considerados básicos de problemas de saúde frequentes. Quase 9 em cada dez alunos (88%) erraram, por exemplo, ao interpretar o resultado de um exame de mamografia. Cerca de 78% dos recém-formados não acertaram no diagnóstico laboratorial de diabetes mellitus e 75% não conseguiram identificar a conduta correta para um paciente com hemorragia. 60% apresentaram pouco conhecimento sobre doenças parasitárias, como esquistossomose e leishmaniose, ignorando informações como formas de contaminação e veiculação e 54% não conseguiram avaliar o comportamento da frequência cardíaca e pressão arterial durante a gravidez. “Essa é uma prova de dificuldade média para fácil. Se o médico não sabe fazer um diagnóstico de diabete e câncer de mama, que estão na rotina, é muito complicado. Temos discutido com as escolas de Medicina, que vão receber o resultado”, explica Bráulio Luna Filho, primeiro secretário do Cremesp e coordenador do exame. O secretário destaca que o Cremesp vai propor um curso de reciclagem do conhecimento médico para proteger a população. “Um indivíduo que não sabe dessas coisas não exerce a Medicina em países como Estados Unidos, Canadá e Portugal”, conta. Prova De acordo com a entidade, o exame de 2017 foi o primeiro em dez anos a aprovar mais da metade dos recém-formados em escolas médicas do Estado de São Paulo. O exame foi aplicado em 22 de outubro de 2017 e abrangeu as áreas de clínica médica, clínica cirúrgica, pediatria, ginecologia, obstetrícia, saúde pública, epidemiologia, saúde mental, bioética e ciências básicas. Para ser aprovado, o candidato deveria acertar pelo menos 72 das 120 questões.

Link Notícia: https://br.financas.yahoo.com/noticias/quase-90-dos-futuros-medicos-erram-ao-interpretar-mamografia-204020596.html

IPVA em cota única sem desconto de placa final 0 vence hoje
Data: 27/02/2018

Motoristas podem consultar valor do imposto por meio do site da Secretaria da Fazenda do Governo de São Paulo

Os donos de carros com placa final 0 têm até esta terça-feira (27) para pagar o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) em cota única sem desconto. Esta também é a data de vencimento da segunda parcela do imposto para os motoristas que preferiram dividir o pagamento do imposto. Para realizar o pagamento do imposto, é preciso ir até uma agência bancária credenciada ou a uma casa lotérica. O motorista deve informar a placa do carro e o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo). Os motoristas podem consultar o valor a ser pago por meio do site da Secretaria da Fazenda do Governo do Estado de São Paulo, informando o Renavam e a placa do carro. Este ano, o governo de São Paulo não enviou as cobranças por correspondências e, por isso, os brasileiros precisam consultar o valor devido por meio do site oficial.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/ipva-em-cota-unica-sem-desconto-de-placa-final-0-vence-hoje-27022018

Taesa faz proposta por linhas de transmissão de energia da J&F, diz CEO
Data: 27/02/2018

transmissora de eletricidade Taesa, controlada pela colombiana Isa e pela mineira Cemig, está de olho em ativos

Por Luciano Costa SÃO PAULO (Reuters) - A transmissora de eletricidade Taesa, controlada pela colombiana Isa e pela mineira Cemig, está de olho em ativos do setor colocados à venda pela Âmbar, braço de energia da J&F, dona da empresa de alimentos JBS, disse à Reuters nesta segunda-feira o presidente da elétrica, Raul Lycurgo Leite.O interesse acontece em meio a um forte apetite da Taesa por novos negócios que deve levar a companhia a avaliar também a disputa pela compra de fatias em linhas de transmissão da eletricidade da Eletrobras e a participação em leilões de novos empreendimentos no setor. "Estamos participando dessa venda...a gente inclusive já fez nossa oferta não vinculante em relação a esses ativos (da Âmbar), mas a gente não sabe com qual velocidade isso vai efetivamente se descortinar", afirmou Leite. Ele disse que o interesse é pelos quatro ativos da Âmbar no segmento de transmissão. A elétrica da J&F chegou a fechar no ano passado um acordo de exclusividade com a canadense Brookfield que poderia envolver 1 bilhão de reais pelos empreendimentos, mas o negócio entre as empresas não foi adiante. Em relação aos ativos da Eletrobras, que a estatal disse na última semana que pretende oferecer em um leilão previsto para 7 de junho, a Taesa pretende se valer de sua posição de sócia da estatal em cinco dos empreendimentos de transmissão que serão vendidos, o que garante um direito de preferência. "Desde que houve o primeiro anúncio sobre os desinvestimentos da Eletrobras a gente já se manifestou e disse que iria efetivamente analisar e participar", disse o executivo. A movimentação da Taesa em busca de ativos vem em um momento de folga financeira da companhia, que fechou o ano passado com uma posição de caixa "robusta" e um nível de alavancagem considerado "confortável", segundo o diretor financeiro da companhia, Marcus Aucélio. "Isso mostra que a gente tem uma excelente posição no mercado para nosso crescimento, tanto em aquisições quanto em leilões", afirmou ele. Os ativos de transmissão de energia da Âmbar somam cerca de 1,2 mil quilômetros em linhas e mais subestações nos Estados de São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Piauí, Distrito Federal e Goiás, segundo informações do site da companhia.

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Receita realiza novo lote de cobrança de obrigações correntes de quem aderiu ao PERT
Data: 22/02/2018

Receita realiza novo lote de cobrança de obrigações correntes de quem aderiu ao PERT

Neste mês de fevereiro a Receita está cobrando um segundo lote de 915 contribuintes que devem mais R$ 1,5 bilhão em obrigações correntes. E um terceiro lote de cobrança já está programado para as próximas semanas. Os contribuintes estão sendo comunicados da cobrança por meio de carta enviada ao seu domicílio tributário eletrônico.A Receita Federal vem realizando lotes de cobrança de obrigações correntes vencidas após abril de 2017 dos contribuintes que aderiram ao PERT - Programa Especial de Regularização Tributária. No final de 2017, foi realizado o primeiro lote, que envolveu 405 contribuintes com um total de R$ 1,6 bilhão em dívidas. Destes, aproximadamente a metade já regularizou as pendências e serão mantidos no PERT. Para que o contribuinte possa usufruir dos benefícios do PERT - reduções de multas e juros, prazo de até 180 meses para pagamento da dívida e possibilidade de utilização de créditos diversos para quitar parte da dívida, dentre outros - é necessário que mantenha em dia as suas obrigações tributárias correntes vencidas após 30 de abril de 2017, conforme determina a Lei 13.496/17. A inadimplência por três meses consecutivos ou seis meses alternados implica a exclusão do devedor do PERT. Em março a Receita fará o cancelamento da adesão/exclusão de todos os contribuintes cobrados até lá e que não se regularizarem. A partir daí, esses contribuintes deixarão de contar com os benefícios do PERT.

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PIS: trabalhadores nascidos em março e abril podem sacar abono salarial
Data: 22/02/2018

PIS: trabalhadores nascidos em março e abril podem sacar abono salarial

Começa hoje (22) o pagamento do abono salarial do PIS (Programa de Integração Social) do calendário 2017/2018, ano-base 2016, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Segundo a Caixa Econômica Federal, os valores variam de R$ 80 a R$ 954 conforme o tempo de trabalho em 2016. Os titulares de conta individual na Caixa com saldo acima de R$ 1 e movimentação receberam o crédito automático na última terça-feira (20).Os pagamentos são feitos conforme o mês de nascimento do trabalhador e tiveram início em julho, com os nascidos naquele mês. Os recursos de todos os beneficiários ficam disponíveis até 29 de junho de 2018. Os últimos a sacar serão os nascidos em maio e junho, a partir de 15 de março. São liberados R$ 15,7 bilhões para 22,1 milhões de beneficiários em todo o calendário. Para os nascidos em março e abril, estão disponíveis R$ 2,664 bilhões para mais de 3,745 milhões de trabalhadores. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, nosite do banco ou pelo Atendimento CAIXA ao Cidadão: 0800 726 0207. A Caixa lembra que tem direito ao benefício o trabalhador inscrito no Programa de Integração Social (PIS) ou no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos. Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) , ano-base 2016. Quem tem o Cartão do Cidadão e senha cadastrada pode se dirigir a uma casa lotérica, a um ponto de atendimento Caixa Aqui ou aos terminais de autoatendimento da instituição. Caso não tenha o Cartão do Cidadão e não tenha recebido automaticamente em conta da Caixa, o valor pode ser retirado em qualquer agência do banco público, apresentando o documento de identificação. O trabalhador vinculado a empresa pública com inscrição no Pasep (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público) recebe o pagamento pelo Banco do Brasil.

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Pagamento do IPVA em cota única para placa final 7 vence hoje
Data: 22/02/2018

Motoristas podem consultar qual o valor que precisam pagar de imposto pelo site oficial. É preciso informar o número do Renavam e da placa do carro

Os proprietários de veículos com placa final 7 têm até esta quinta-feira (22) para realizarem o pagamento da cota única sem desconto do IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) 2018. Esta também é a data de vencimento do pagamento da segunda parcela para os motoristas que optaram por dividir o valor em três. Neste ano, a secretaria da Fazenda do Governo do Estado de São Paulo não enviou correspondências com o valor da cobrança para a casa dos paulistas. Para consultar o valor a ser pago, basta acessar o site oficial com o número do Renavam (Registro Nacional de Veículo Automotor) e a placa do veículo. Forma de pagamento Os motoristas podem pagar a cobrança em bancos do Estado ou em casas lotéricas, informando o número do Renavam. Os motoristas que preferiam parcelar o pagamento em três vezes precisavam ter pago a primeira parcela do imposto em janeiro deste ano. As duas outras parcelas têm vencimento em fevereiro e março, sendo que o dia varia de acordo com o final da placa do carro. A Secretaria da Fazenda também dava a opção de realizar o pagamento em uma cota única com desconto de 3% em janeiro, ou uma cota única sem desconto no mês de fevereiro. A data de vencimento também varia de acordo com o final da placa do carro.

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/pagamento-do-ipva-em-cota-unica-para-placa-final-7-vence-hoje-22022018

'Duplo mandato' do Banco Central é retrocesso, dizem economistas
Data: 22/02/2018

Ex-presidentes e ex-diretores do BC dizem que ação pode levar ao descontrole da inflação e até a questionamentos na Justiça sobre os juros no País

A possibilidade de o Banco Central passar a perseguir dois objetivos - o controle da inflação e o crescimento econômico - é vista como um retrocesso por ex-presidentes e ex-diretores da instituição. Para eles, a introdução do chamado "duplo mandato" para o BC pode levar ao descontrole da inflação e até a questionamentos na Justiça sobre os juros no País.No projeto de autonomia do Banco Central, que está sendo formulado pelo governo, uma das propostas é a de que a instituição passe a fazer política monetária com os olhos no controle de preços e também no crescimento econômico ou na geração de empregos. Atualmente, o BC tem o foco voltado apenas para os preços, sendo que sua ferramenta para controle da inflação é a Selic (a taxa básica de juros), hoje em 6,75% ao ano. O modelo estudado no governo é semelhante ao adotado nos Estados Unidos, onde o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) determina sua taxa de juros de modo a controlar a inflação e, ao mesmo tempo, criar postos de trabalho. Para o economista Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e diretor do Centro de Economia Mundial da FGV (Fundação Getúlio Vargas), essa ideia "não faz o menor sentido para uma economia como a brasileira". "Em economias estabilizadas, com uma longa tradição de inflação baixa, você até pode se dar ao luxo de ter dois objetivos. Mas mesmo nos Estados Unidos o duplo mandato tem sido objeto de discussões, o que traz insegurança ao mercado e afeta as expectativas de inflação", disse. Único Os Estados Unidos estão sozinhos no modelo de duplo mandato. As demais economias centrais e os países emergentes com economias relevantes possuem regra semelhante à adotada hoje no Brasil, em que o BC mira apenas a inflação. A lógica econômica por traz disso é a de que, com os preços sob controle, garante-se um crescimento sustentável ao longo do tempo. "Cumprindo bem sua função, de controle da inflação, o Banco Central acaba permitindo que se tenha um crescimento sustentável", defendeu o ex-presidente do BC e sócio da Tendências Consultoria Integrada, Gustavo Loyola. "Impor ao BC uma obrigatoriedade de ter um 'olho no peixe e outro no gato' pode enfraquecer o controle da inflação, que é a tarefa precípua dos bancos centrais. O crescimento da economia depende de vários outros fatores, e não só do Banco Central." Loyola cita ainda o risco de com o duplo mandato as decisões do Banco Central sobre a Selic acabarem indo parar no Supremo Tribunal Federal (STF). "No Brasil, existe um excesso de judicialização. Imagine que o BC, com mandato duplo, esteja fazendo determinada política e que um partido ou o Ministério Público ache que ele controla a inflação, mas não gera emprego", exemplificou Loyola. "Então, o partido vai procurar o STF dizendo que o Banco Central não está cumprindo seu objetivo. De repente, teremos ministros do Supremo tendo de decidir se o BC deve baixar ou subir os juros. Seria uma insanidade." 'Burrice' Ex-diretor de Assuntos Internacionais do Banco Central, o economista Alexandre Schwartsman, da Schwartsman e Associados, qualifica a ideia do governo de estabelecer duplo mandato para o BC como uma "burrice atroz". "Se forem estabelecidos dois objetivos (inflação e crescimento), o que o BC fará, já que ele tem um instrumento (a Selic)? Isso pode causar vários problemas." Para o economista Luis Eduardo Assis, ex-diretor de Política Monetária do Banco Central, a ideia de autonomia é importante, para blindar a instituição de influências externas. A autonomia permitiria "formalizar uma situação que já existe de fato: a de independência do Banco Central". Já o duplo mandato é criticado pelo economista. "Há coisas mais importantes para o governo tratar."

Link Notícia: https://noticias.r7.com/economia/duplo-mandato-do-banco-central-e-retrocesso-dizem-economistas-22022018