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Homens têm média salarial em Goiás quase 40% maior do que das mulheres, diz IBGE

Apesar de receberem menos, elas são maioria nos três níveis de instrução mais elevados

Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na sexta-feira (6), mostra que o rendimento mensal em Goiás dos homens foi quase 40% maior que o das mulheres. O recorte é de 2025.

Segundo o IBGE, o rendimento médio mensal real habitualmente recebido em todos os trabalhos foi de R$ 4.129 para eles. Já para as mulheres, a quantia mediana recebida foi de R$ 2.957.

O levantamento revela que o rendimento dos homens foi 39,6% maior que o das mulheres. Esse percentual é similar aos registrados nos últimos anos: em 2024 (40,4%) e em 2023 (42,6%). A pesquisa destaca que, em 2017, Goiás se destacou pela única vez com uma divergência inferior à nacional: 27,1% no Estado contra 29,6% no país.

Em 2018, eles receberam 36,9% a mais do que elas; e em 2019, 34,2%.

Mais instruídas

Apesar de receberem menos, as mulheres goianas, conforme dados de 2024, são maioria nos três níveis de instrução mais elevados: médio completo (51,7%), superior incompleto (50,7%) e superior completo (57,9%). Já os homens têm os maiores percentuais entre as pessoas com ensino fundamental incompleto (52,2%), fundamental completo (51,3%) e médio incompleto (51,5%).

Entre as pessoas sem instrução, elas também voltam a representar a parcela mais relevante (51,4%).

Pnad Contínua tem como objetivo acompanhar as flutuações trimestrais e a evolução, no curto, médio e longo prazos, da força de trabalho, e outras informações necessárias para o estudo do desenvolvimento socioeconômico do país. Tem como unidade de investigação o domicílio.


Francisco Costa
– Goiânia, GO – Mais Goiás

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