Corinthians vai quitar Arena? Reunião com a Caixa tem ‘ajuda’ de ministro e ‘solução inovadora’; veja detalhes
Corinthians e Caixa Econômica Federal avançaram por um acordo para o pagamento da dívida do clube em relação à Neo Química Arena, na casa dos R$ 660 milhões.
Representantes do banco estatal e do clube estiveram em Brasília nesta sexta-feira (16) para tratar sobre detalhes de um acordo que foi descrito como uma “solução inovadora e definitiva”.
Segundo fontes ouvidas pela reportagem, a expectativa é de que as negociações ainda levem duas ou três semanas para serem concluídas. Nos bastidores do clube, a expectativa é de que uma definição aconteça apenas depois do dia 25 de outubro, data das votações para o 2º turno das eleições nacionais.
O encontro desta sexta, ainda assim, teve um caráter importante para o avanço dos termos que devem ser firmados em breve.
Entre os pontos discutidos está a possibilidade de que a Caixa assuma os chamados “naming rights” do estádio de Itaquera no lugar da Hypera Pharma (que ‘batizou’ o estádio de Neo Química Arena). Esse, entretanto, não é o único caminho debatido entre as partes, que trataram nas últimas semanas sobre um novo modelo de pagamento do financiamento para a construção da arena na Zona Leste de São Paulo.
Há debates também para que o banco retorne ao posto de patrocinador máster no uniforme, o que foi descrito à ESPN nos últimos dias como uma ideia ainda embrionária.
A ESPN apurou que as conversas contam com participação do deputado federal Guilherme Boulos (PSOL-SP), atual ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República.
Estiveram no encontro desta sexta-feira Osmar Stabile, presidente do Corinthians, e Carlos Antônio Vieira Fernandes, da Caixa Econômica Federal.
Ainda representam o clube do Parque São Jorge os diretores Pedro Soares (jurídico) e Rafael Castilho (cultural), além de três integrantes do Gaviões da Fiel, torcida organizada que liderou campanha Doe Arena, que arrecadou R$ 41,1 milhões para auxiliar no pagamento da dívida em relação ao estádio.
Com o avanço das conversas durante a tarde em Brasília, a direção do Corinthians precisou adiar a reunião extraordinária convocada pelo Conselho Deliberativo, que deveria acontecer na parte da noite, no Parque São Jorge.



































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































































